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Argentina proíbe imigração de venezuelanos ligados a Maduro

O governo quer impedir a entrada de servidores, integrantes das forças armadas e empresários vinculados à ditadura chavista em busca de asilo

estados unidos PT narcotráfico O ex-ditador Nicolás Maduro é alvo de críticas por violações aos direitos humanos na Venezuela | Foto: Reprodução/Governo da Venezuela
O ex-ditador Nicolás Maduro é alvo de críticas por violações aos direitos humanos na Venezuela | Foto: Reprodução/Governo da Venezuela

O Ministério da Segurança Nacional da Argentina informou, neste sábado, 3, a adoção de novas medidas migratórias que restringem a entrada no país de funcionários públicos, integrantes das forças armadas e empresários ligados à ditadura de Nicolás Maduro.

O comunicado ressalta que o país não concederá asilo a colaboradores da ditadura chavista. Segundo a nota oficial, as regras visam impor limitações a pessoas associadas ao regime venezuelano para “impedir que utilizem a Argentina como refúgio”.

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Depois da ação militar norte-americana à Venezuela, o presidente argentino, Javier Milei, celebrou publicamente “a captura do ditador venezuelano Nicolás Maduro pelo governo dos Estados Unidos da América”. Ele classificou a Venezuela como um “inimigo da liberdade” no continente e comparou a situação do país à de Cuba na década de 1960.

Maduro está em presídio federal em Nova York

O agora ex-ditador Nicolás Maduro desembarcou na noite deste sábado no Centro de Detenção Metropolitano (MDC), no Brooklyn, na cidade de Nova York, depois de ser transportado de helicóptero sob escolta de autoridades norte-americanas. Ele aparece algemado em um vídeo divulgado pelo jornalista Paul Mauro, da emissora norte-americana Fox News.

As imagens mostram Maduro caminhando sob escolta nas dependências da Administração de Repressão às Drogas, em Nova York, antes de ser encaminhado ao sistema prisional federal. No local, o político passou por procedimentos formais da detenção, como registros e identificação.

Do lado de fora do MDC, manifestantes se concentraram atrás de grades de segurança. Parte do grupo hostilizou o ditador, com gritos de protesto, enquanto outras pessoas registraram a chegada com celulares. Bandeiras da Venezuela e dos EUA apareceram entre os presentes.

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