Gustave Eiffel (1832-1923) sempre foi considerado um engenheiro civil burocrático, apesar de ter criado o monumento que até hoje identifica a cidade de Paris. Um filme que estreia hoje cercado de ansiedade pelos franceses procura mudar essa imagem.
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Com o lançamento adiado por causa da pandemia de covid-19, Eiffel criou uma grande expectativa no público francês. Já está sendo chamado de “nosso Titanic”.

Segundo o jornal The Times, boa parte do longa-metragem é baseado em fatos conhecidos. Como a participação de Gustave Eiffel na construção da Estátua da Liberdade e seu desinteresse inicial em criar o que seria uma estrutura temporária para a Feira Universal de Paris em 1889. O projeto foi considerado na época “inútil, monstruoso” e uma “desonra para Paris”.

O roteiro de Caroline Bongrand toma um caminho de licença poética ao sugerir que a torre de 324 metros tenha o formato de um “A”, em homenagem a um amor impossível por Adrienne Bougèrs. O pai de Adrienne vetou o casamento entre os dois por considerar Gustave Eiffel apenas interessado em sua vasta fortuna. O engenheiro acabou se casando com Marguerite Gaudelet, com quem teve cinco filhos.






































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