O governo dos Estados Unidos impediu a entrada do árbitro somali Omar Abdulkadir Artan, escalado pela Fifa para atuar na Copa do Mundo de 2026. As autoridades norte-americanas alegaram suspeitas de vínculos do profissional com organizações terroristas.
Em nota enviada à Fox News, o órgão de Proteção de Alfândega e Fronteiras dos Estados Unidos informou que uma análise aprofundada identificou informações consideradas comprometedoras durante o processo de admissibilidade.
Receba nossas atualizações
Segundo o comunicado, os agentes encontraram indícios de ligação com pessoas suspeitas de integrar grupos terroristas. Com base nessa avaliação, o árbitro foi considerado inadmissível sob as regras previstas na legislação migratória norte-americana.

“O viajante teve sua admissão recusada e recebeu formulários de imigração que informam a disposição legal utilizada para efetuar uma remoção expedita”, afirmou o órgão. A nota também declarou que o governo do presidente Donald Trump não permitirá a entrada de ameaças à segurança nacional.
Árbitro fica fora da Copa do Mundo
Omar Abdulkadir Artan integrava a lista de árbitros selecionados pela Fifa para trabalhar na Copa do Mundo de 2026. Com a negativa do visto, ele não poderá participar do torneio.
A embaixada da Somália tentou reverter a decisão, mas as autoridades norte-americanas mantiveram o veto.
Leia também: “Fifa escolhe árbitro brasileiro para apitar jogo de abertura da Copa do Mundo“
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, comentou o episódio. “É uma pena que aconteceu com o Omar”, afirmou. “Sempre tentamos achar soluções, mas temos que entender que não somos os reis do mundo que podem mandar em governos.”
Os Estados Unidos, o Canadá e o México organizarão a Copa do Mundo de 2026.
+ Leia mais notícias de Mundo em Oeste






































Entre ou assine para enviar um comentário.
Você precisa de uma assinatura válida para enviar um comentário, faça um upgrade aqui.