A revista Marie Claire escolheu a deputada federal Erika Hilton (Psol-SP), que é trans, como uma das mulheres do ano de 2025, em anúncio alvo de críticas nas redes sociais. A versão brasileira de Marie Claire é publicada sob licença do Grupo Globo.
No Instagram, a publicação em homenagem à parlamentar registra mais de 700 comentários, incluindo um da própria psolista: “Que honra!”. Entre reações de apoio e críticas, internautas discutiram a atuação de Hilton na Câmara.
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Um internauta afirmou que a deputada “aparece mais em capa de revista e desfilando looks do que em projetos”.
Rafaela Rocha aproveitou o post do título do Grupo Globo para afirmar que a congressista usa o cargo para perseguir adversários — sobretudo, mulheres. “Erika Hilton persegue mulheres críticas de gênero e usa aparato público para isso”, registrou. “Na semana em que assuntos de feminicídio estão em destaque, essa capa é um escárnio.”
Ao anunciar a militante do Psol na lista de “mulheres do ano”, a equipe da Marie Claire não cita o fato de a deputada ser biologicamente um homem. Em sua primeira candidatura na política em 2016, quanto tentou sem sucesso uma vaga na Câmara Municipal de Itu (SP), consta nos registros o nome de batismo da hoje deputada federal: Felipe Santos Silva. O gênero era, conforme a Justiça Eleitoral, masculino.
Além de Erika Hilton: Glamour britânica escolhe transgêneros como ‘mulheres do ano’

A inclusão de Erika Hilton na lista da Marie Claire acompanha uma tendência internacional. Desde 1999, a revista Glamour promove o prêmio “Women of the Year” (“Mulheres do Ano”, em tradução livre), criado para reconhecer mulheres consideradas extraordinárias e influentes em diferentes áreas. Em 2025, a edição britânica decidiu destacar nove pessoas trans em uma capa especial da premiação.
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A reportagem, intitulada “The Dolls”, reúne atrizes, modelos, escritoras e ativistas trans, apresentadas como “as vozes mais inovadoras da comunidade”. Entre as selecionadas estão Bel Priestley, Munroe Bergdorf, Dani St. James, Ceval Omar, Mya Mehmi, Maxine Heron, Taira, Munya e Shon Faye. Todas posam em Londres vestindo versões da camiseta “protect the dolls” (“proteja as bonecas”), criada pelo designer Conner Ives.
Leia também: “O fim do banheiro feminino”, reportagem de Isabela Jordão na Edição 298 da Revista Oeste
Sou de uma época em que o nome correto seria travesti.
Não saber como é uma mulher biológica, é um caso de esquecimento, insanidade ou alzaimer. Espero que os presidentes da Globo ainda saibam reconhecer suas filhas, netas e esposas, como mulheres.😜
Estão indo no mesmo caminho da JAGUAR, acompanhamos o fim Woke.
Sou de uma época em que mulheres eram mulheres…
Este brasil está mesmo invertido, a mulher do ano é HOMEM!
Nao é mulher !
O que eu digo para a minha p***********voce não é real???? os filhos saíram pelo…… Nem satanás sabia que esse humanidade ia chegar nesse nível.
Nossa, isto é tão ridículo e patético….um homem! Sim, um homem. A que ponto chegamos.
ESSA EMISSORA NEM EXISTE NA MINHA TV 😂😂😂😂
Mas ela não vai em ginecologista.
ISSO É UMA UMILHAÇÃO PRA QUALQUER MULHER DE VERDADE….PQP
Foi eleita para fazer pose kkkk ! E nós pagando … grifes e outras cositas mais . NORMAL
Vindo da globolixo nada surpreende. Não fosse os empregos que geram, gostaria de ver sua falência.
Noticia desnecessaria.
Mundo invertido
Primeiro o Financial Times chama Xandão de “herói”… agora esse Hilton é “mulher” com cromossomos sexuais XY…. Lula tem dezenas de títulos de Doutor… É a degeneração completa. Universo bizarro… Na verdade o certo é nem dar atenção. Esse povo quer é justamente isso: causar. Totalmente irrelevante. Nada disso contribui em nada para o progresso e a prosperidade de ninguem. Futilidade máxima. Mas chama a atenção e os idiotas comentam. OESTE nem devia publicar a noticia.
Perfeita sua observação!! Mulher?????? Não entendi mas quem nomeou sabe porque!!!
Não é questão de ser trans ou sei lá o quê.
Esta figura mancha a Câmara, com os seus comportamentos esdrúxulos….
Nada de novo.