O jornal Estado de S. Paulo publicou, nesta quinta-feira, 23, um editorial com críticas ao ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso. O texto classifica o voto a favor da descriminalização do aborto até a 12ª semana de gestação como um exemplo de “iluminismo autoritário”. A publicação também afirma que o magistrado se despediu da Corte “agredindo a separação dos Poderes e a soberania popular” e reafirmando o “ativismo que deslegitima o STF”.
+ Leia mais notícias de Imprensa em Oeste
Receba nossas atualizações
O jornal considera “espúrio” o voto de Barroso e diz que ele encerrou sua trajetória “comprovando que não apenas o ativismo, mas o oportunismo judicial estão mais vivos do que nunca”. Segundo o texto, o problema não está na posição pessoal do ex-ministro sobre o tema, mas no modo como ele transformou sua “convicção pessoal em decisão judicial”.
O editorial acusa Barroso de ter armado “um julgamento noturno e sem debate, improvisado por uma ‘urgência’ fabricada”, para deixar registrado um “testamento ideológico”.
Crítica ao “autoritarismo de gabinete” instigado por Barroso
Ao longo do texto, o Estadão afirma que Barroso se comporta como um “pedagogo da nação”, um juiz que pretende “empurrar a história na direção certa”. Para o jornal, o problema está justamente nessa pretensão de guiar a sociedade. “Ao substituir o debate público pelo monólogo togado, o pretenso iluminismo se transforma em autoritarismo de gabinete.”
O veículo de comunicação ainda alerta para o risco de o STF atuar como um “legislador moral”, usurpando prerrogativas do Congresso Nacional. “Questões como o aborto pertencem ao povo — seja diretamente, por plebiscito, seja por meio de seus representantes eleitos.”
“O governo das leis, não dos iluminados”
O editorial termina com uma defesa enfática da soberania popular e da democracia representativa. Segundo o jornal, Barroso “sai do Supremo com o brilho de quem fala bonito e o rastro de um juiz que não se resignou a aplicar a lei tal qual ela é, mas a reinventá-la tal qual ele julga que deveria ser”.
“O Estado de Direito não é o governo dos iluminados — é o governo das leis”, conclui o Estadão, ao afirmar que o magistrado confundiu o papel do juiz com o do político e transformou o tribunal em tribuna.
Leia também: “Trump reapresenta processo bilionário contra o The New York Times“








































É mais um ser irrelevante,jogado na latrina da ignorância,desfilando insanidades na passarela da vaidade .
E por fim , autoriza matar crianças no ventre da mãe , nada mal pra um ser humano,tudo indica que satanás,reservou um lugar pra ti ,barrozito .
Possivelmente Barroso e Rosa Weber, e ao que tudo indica, vão se filiar ao Psol, partido com o qual se identificam, para concorrer à algum cargo nas próximas eleições, quem viver verá.
Joice e frota , versão 2026 .🤡🤡🤡🤡🤡🤡🤡🤡🤡🤡🤡🤡🤡🤡🤡🤡🤡🤡🤡🤡🤡🤡
Esse Boca de Veludo, que gosta de “civilizar” as pessoas deveria começar pelo “nine” que fala “colheta” é pela primeira dama, que manda os outros “sifu” em público…