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A CazéTV apresentou sua defesa à Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), nesta segunda-feira, 6, negando irregularidades na publicidade de apostas durante a Copa do Mundo. A empresa argumenta que comentários de narradores não configuram anúncios e que seguiu critérios de transparência e separação entre conteúdo editorial e comercial. A CazéTV afirma ter adotado um modelo mais tradicional de publicidade e que suas inserções cumpriram as normas do Código de Defesa do Consumidor.
A CazéTV negou irregularidade na publicidade de apostas esportivas, as populares bets, exibida durante a Copa do Mundo. O canal afirmou que comentários de narradores e apresentadores não configuram anúncio.
A empresa entregou sua defesa à Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) nesta segunda-feira, 6. O canal afirmou que as transmissões seguiram critérios de identificação, transparência e separação entre conteúdo editorial e comercial.
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O canal digital afirma que não esperou a notificação da Senacon para mexer no formato das inserções de apostas. Segundo a empresa, o debate sobre publicidade de bets já se consolidava durante a Copa do Mundo 2026. Por isso, o streaming adotou um modelo mais tradicional para esse tipo de ação comercial. A CazéTV diz que buscou agir de forma voluntária e que também procurou diálogo com as autoridades competentes.
Na manifestação, a empresa defende que narração, comentário e análise esportiva não se confundem com publicidade. O canal sustenta que falas sobre desempenho de atletas e cenários de jogo pertencem à linguagem jornalística das transmissões. A CazéTV também afirma que a oferta comercial aparece em blocos próprios e com marca destacada.
CazéTV cita regras de identificação
O documento informa que as peças traziam aviso de “Jogue com Responsabilidade”, restrição etária e número de autorização da operadora. A empresa diz que esses elementos permitem ao consumidor reconhecer, de forma clara, o conteúdo publicitário. Para a CazéTV, a combinação desses recursos cumpre o Código de Defesa do Consumidor e a Portaria SPA/MF nº 1.231/2024. O canal afirma ainda que os contratos preveem deveres específicos para o anunciante e para a própria plataforma.
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A defesa também rejeita a ideia de promessa de ganho fácil, renda extra ou solução financeira. A empresa afirma que não veiculou informação falsa nem omitiu avisos obrigatórios. No fim, a CazéTV diz que segue aberta ao diálogo com a Senacon e que continua ajustando seus procedimentos internos. A manifestação também afirma que o Google não participou da definição nem da monetização das publicidades questionadas.
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Uma propaganda das famigeradas “bets” atrás da outra!!! Antes de tudo, esses caras não têm coração; induziram, descaradamente, a faixa miserável da população, a um endividamento cada vez maior. Futebol e a jogatina irracional não poderiam terminar bem. Arquem agora com o prejuízo pós-eliminação; quanto aos endividados, são uns coitados; ficarão ainda mais pobres.