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Economia

Impostos fazem a japonesa Uniqlo desistir do Brasil

Gigante da indústria de moda revê expansão depois de conhecer o sistema tributário brasileiro

Um dos maiores tenistas da história, o suíço Roger Federer fez parte da estratégia de internacionalização da marca japonesa | Foto: Ella Ling/Divulgação
Um dos maiores tenistas da história, o suíço Roger Federer fez parte da estratégia de internacionalização da marca japonesa | Foto: Ella Ling/Divulgação

A japonesa Uniqlo, um dos maiores varejistas de moda do mundo, pensou em abrir lojas no Brasil. Depois de se aprofundar sobre o sistema tributário brasileiro, a companhia decidiu, no entanto, desistir de dar continuidade a um possível processo de expansão na América do Sul, diz o jornal O Globo.

Leia também: “Reforma tributária: governo faz acrobacias, Brasil tropeça e adivinha quem paga a conta”

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Com cerca de 2 mil lojas em 18 países, a Uniqlo é conhecida principalmente por vender roupas básicas, com uma faixa de preço mediana e foco em funcionalidade e minimalismo. Fundada em 1984 em Hiroshima, a Uniqlo cresceu a ponto de se tornar, assim, uma das maiores varejistas de moda do mundo.

Uniqlo internacionaliza marca no ano 2000

A Uniqlo começou como uma pequena loja em Hiroshima, no Japão. Originalmente chamada de “Unique Clothing Warehouse”, a marca rapidamente ganhou popularidade por suas roupas casuais e acessíveis. 

Em 1998, a rede abriu sua primeira loja em Tóquio. Desse modo, marcou o início de sua expansão nacional. A partir de 2000, a grife começou a se desenvolver internacionalmente, com a inauguração de filiais em Londres, Xangai e Nova York.

Federer já foi garoto-propaganda

Uma das estratégias usadas pela marca para se internacionalizar foi investir em patrocínios a atletas famosos. Um exemplo de contratação foi o tenista suíço Roger Federer. Além dele, o também tenista Kei Nishikori e o golfista britânico Gordon Reid também vestiram roupas da grife.

Uma das razões que teria estimulado a marca a se instalar no Brasil seria o grande número de imigrantes japoneses. Fora do Japão, o Brasil é o lugar que abriga o maior número de descendentes de nipônicos – cerca de 2 milhões de pessoas, com maior concentração nos Estados de São Paulo e Paraná.

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3 comentários
  1. Christian
    Christian

    Uma pena…Mas os japoneses não são idotas de virem paracá do jeito que o Molusco e o Taxad deixaram o país.

  2. Paulo Miranda
    Paulo Miranda

    O que acha disso, Léo Saraiva? Bostil graças ao PT no poder federal.

  3. Felipe Polido Fernandes
    Felipe Polido Fernandes

    Enquanto não fizermos reformas liberais, vai continuar assim

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