publicidade
Economia

IBGE: desemprego atinge 8,6 milhões de brasileiros

Taxa de desocupação no segundo trimestre caiu para 8%

Pequenas empresas geram 70% dos empregos criados no país
Taxa de desemprego no segundo trimestre ficou em 8%, conforme o IBGE | Foto: Marcelo Casal Jr. / Agência Brasil

 A taxa de desemprego no Brasil foi de 8% no trimestre móvel terminado em junho, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta sexta-feira, 28, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse porcentual corresponde a 8,6 milhões de desempregados.

O resultado do trimestre é o melhor desde 2014 (6,9%). Em relação ao trimestre imediatamente anterior, entre janeiro e março, o período traz redução de 0,8 ponto porcentual (8,8%) na taxa de desemprego. No mesmo trimestre de 2022, a taxa era de 9,3%.

Receba nossas atualizações

A pesquisa mostra que a população ocupada (98,9 milhões) cresceu 1,1% ante o trimestre anterior e aumentou 0,7% frente ao mesmo trimestre de 2022.

O nível da ocupação, que é o porcentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar, foi de 56,6%, com alta de 0,5 pontos no trimestre e estabilidade no ano.

A taxa composta de subutilização (17,8%) recuou 1 ponto porcentual em relação ao trimestre de janeiro a março de 2023 e caiu 3,4 pontos no ano.

Saiba mais: Desemprego aumenta durante o governo Lula

A população fora da força de trabalho (67,1 milhões) ficou estável ante o trimestre anterior e cresceu 3,6% (mais 2,3 milhões) ante o mesmo trimestre de 2022.

O número de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado, sem incluir os trabalhadores domésticos, foi de 36,8 milhões, ou seja, estável perante o trimestre anterior e com alta 2,8% na comparação anual.

O número de empregados sem carteira assinada no setor privado (13,1 milhões) cresceu 2,4% em relação ao trimestre anterior. Ante o mesmo trimestre do ano anterior, houve estabilidade.

Leia também: Desemprego entre jovens cresce para 18% no 1º trimestre de Lula

O número de trabalhadores por conta própria (25,2 milhões) ficou estável na comparação com o trimestre anterior e teve redução de 491 mil pessoas no ano.

O número de trabalhadores domésticos (5,8 milhões) aumentou 2,6% na comparação com o trimestre anterior e ficou estável em relação ao mesmo trimestre do ano anterior.

O número de empregados no setor público (12,2 milhões) cresceu 3,8% ante o trimestre anterior e 3,1% na comparação anual.

A taxa de informalidade para o trimestre móvel encerrado em junho de 2023 foi de 39,2%, ante uma taxa de 39,0% no trimestre encerrado em março de 2023, e de 40,0% no trimestre encerrado em junho de 2022.

O rendimento real habitual (R$ 2.921,00) ficou estável em relação ao trimestre anterior e cresceu 6,2% no ano.

Veja o resumo da pesquisa:

  • Taxa de desocupação: 8%;
  • População desocupada: 8,6 milhões de pessoas;
  • População ocupada: 98,9 milhões;
  • População fora da força de trabalho: 67,1 milhões;
  • População desalentada: 3,7 milhões;
  • Empregados com carteira assinada: 36,8 milhões;
  • Empregados sem carteira assinada: 13,1 milhões;
  • Trabalhadores por conta própria: 25,2 milhões;
  • Trabalhadores domésticos: 5,8 milhões;
  • Trabalhadores informais: 38,7 milhões;
  • Taxa de informalidade: 39,2%.

1 comentário
Canal Oeste
Nossos colunistas
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Augusto Nunes
Ana Paula Henkel
Guilherme Fiuza
Rodrigo Constantino
Alexandre Garcia
Antonio Cabrera
Eugênio Esber
Eugênio Esber
Evaristo de Miranda
Flávio Gordon
Roberto Motta
Miriam Sanger
Adalberto Piotto
Frank Furedi, da Spiked
Jeffrey A. Tucker.
Theodore Dalrymple
Flavio Morgenstern
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
Background
NEWSLETTER
Cadastre-se e receba nossas newsletter com matérias exclusivas toda semana
Background
TELEGRAM
Cadastre-se e receba nossas newsletter com matérias exclusivas toda semana
publicidade
Background
Assine a Revista Oeste
Seja um dos brasileiros que acreditam que o bom jornalismo transforma um país.