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Economia

Governo Lula aumenta impostos sobre gasolina e etanol

Taxas haviam sido zeradas em junho do ano passado, durante a gestão Bolsonaro

Luiz Inácio Lula da Silva - caso Celso Daniel - mentiras - fake news
Os impostos haviam sido zerados em junho do ano passado, durante o governo Bolsonaro | Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil

A partir do próximo sábado, 1º, o governo Lula vai retomar a cobrança integral de Programa Integração Social (PIS) e Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins) sobre a gasolina e o etanol. Os impostos haviam sido zerados em junho do ano passado, durante o governo Bolsonaro, e voltaram parcialmente em março deste ano.

A nova alta ocorre um mês depois da entrada em vigor de um novo modelo de incidência do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias (ICMS) sobre combustíveis.

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Para amenizar o impacto da retomada das alíquotas cheias do PIS e da Cofins, o governo havia decidido cobrar R$ 0,47 pelo litro da gasolina e R$ 0,02 pelo de etanol. Isso estaria abaixo dos valores originais, que eram de R$ 0,69 e R$ 0,24, respectivamente.

Além da volta do PIS e da Cofins, a partir do novo modelo de ICMS, o governo Lula quer arrecadar mais de R$ 28 bilhões de receita, previstos em um pacote de ajuste fiscal. Dessa forma, os ministros da Fazenda, Fernando Haddad, e o de Minas e Energia, Alexandre Silveira, anunciaram a cobrança de um imposto temporário de 9,2% sobre a exportação de petróleo bruto.

Impactos e reduções de preços

imposto
Retomada dos impostos foi proposta pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Apesar do aumento dos impostos, a queda na cotação internacional do petróleo desde o início do ano ajudou a conter o valor da gasolina nas bombas. Além disso, a Petrobras alterou a política de preços e deixou de seguir a paridade internacional.

Em maio, a estatal anunciou uma redução de R$ 0,40 no preço do litro da gasolina em suas refinarias. Por fim, no último dia 15 houve novo corte de R$ 0,13.

Leia também: “Mais impostos à vista”, reportagem de Carlo Cauti publicada na Edição 170 da Revista Oeste

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4 comentários
  1. Christian
    Christian

    Agora que as montadoras não irão mais vender os carros.
    Vão ter que construir prédios ao invés de pátios para estocar os carros não vendidos.
    E nós, iremos comprar no futuro um carro em 2025 modelo 2023.

  2. Antonio Carlos Neves
    Antonio Carlos Neves

    Logicamente tirando dos acionistas minoritários da Petrobras. Quero ver qual mágica esse desgoverno fará se o petróleo Brent voltar a ter preços superiores a US$120 o barril. Pois é, os governo Temer e Bolsonaro pegaram uma Petrobras quebrada, e a sanearam mesmo com os altos preços do barril de petróleo. E sempre insisto, as commodities (petróleo, soja, açúcar, carne, feijão, trigo, etc) sofrem no mercado interno a paridade de preços internacionais, ou porque se somos o maior produtor mundial de SOJA a garrafa de 900 ml de óleo de SOJA saiu de R$2,60 em 2019 para mais de R$9,60 o lt.? E politico nenhum questionou os usineiros e agricultores, mas a Petrobras foi massacrada pelos políticos, que seguramente não tem ações da empresa.

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