publicidade
Economia

Em 2023, OnlyFans distribuiu mais de US$ 630 mi ao seu proprietário

Plataforma é amplamente utilizada para serviços adultos; pagamentos a 'criadores de conteúdo' ultrapassam US$6,6 bilhões

Tela principal da plataforma OnlyFans | Foto: Reprodução/Redes sociais
Tela principal da plataforma OnlyFans | Foto: Reprodução/Redes sociais

Desde o início de 2023, a plataforma de streaming por assinatura OnlyFans, sediada no Reino Unido, pagou mais de US$ 630 milhões ao seu proprietário, Leonid Radvinski. Em 2023, a empresa também distribuiu US$ 6,6 bilhões aos criadores de conteúdo, um aumento de aproximadamente US$ 1 bilhão em relação ao ano anterior.

O número de contas de criadores subiu para 4,1 milhões, enquanto as contas de fãs atingiram 305 milhões, ambos com um crescimento de quase um terço em comparação a 2022. A plataforma, amplamente utilizada por produtores de conteúdo adulto, também oferece conteúdos de esportes, música, yoga e bem-estar.

Receba nossas atualizações

Os fãs podem pagar gorjetas e adquirir conteúdos adicionais sob demanda, além das taxas de assinatura. Todo o conteúdo passa por moderação. Fenix International, dona do OnlyFans, relatou que as receitas aumentaram em um quinto, alcançando mais de US$ 1,3 bilhão.

Os lucros antes de impostos subiram de US$ 525 milhões para US$ 657 milhões, com US$ 472 milhões distribuídos a Radvinski em dividendos em 2023. Desde o final do ano, mais US$ 159 milhões foram pagos ao proprietário.

Origem do OnlyFans

A plataforma também oferece conteúdos de esportes, música, yoga e bem-estar | Foto: Reprodução/Redes sociais
A plataforma também oferece conteúdos de esportes, música, yoga e bem-estar | Foto: Reprodução/Redes sociais

Keily Blair, diretora executiva da plataforma, afirmou: “Nós consolidamos nosso lugar como uma empresa líder em entretenimento digital e uma história de sucesso tecnológico do Reino Unido.”

Fundado em 2016 por Tim Stokely e seu pai Guy, o OnlyFans foi vendido em 2018 para Radvinski, que já era proprietário de sites adultos.

“Os criadores de conteúdo têm a liberdade de criar o conteúdo que desejam”, disse Blair ao Financial Times. “Temos muitos que não produzem nenhum conteúdo adulto, muitos que produzem apenas conteúdo adulto, e depois há algumas pessoas que estão no meio.”

+ Leia mais notícias de Economia em Oeste

Leia mais sobre:

0 comentários
Nenhum comentário para este artigo, seja o primeiro.
Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade