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Economia

Dólar sobe e fecha dia acima dos R$ 5 pela 1ª vez desde novembro

A alta ocorre na semana em que Banco Central do Brasil e o Federal Reserve, dos Estados Unidos, decidem as novas taxas básicas de juros

Notas dólar
No Brasil, investidores também repercutem a divulgação do Índice de Atividade Econômica (IBC-BR), do BC — considerado a “prévia” do Produto Interno Bruto (PIB) | Foto: Jannoon028/Freepik

O dólar terminou esta segunda-feira, 18, cotado a R$ 5,03. Este é o maior valor da moeda norte-americana frente ao real desde 1º de novembro de 2023.

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A alta ocorre no início da semana em que o Conselho de Política Monetária (Copom), do Banco Central do Brasil (BC), e o Federal Reserve (FED), dos Estados Unidos, decidem as novas taxas básicas de juros das respectivas economias.

De acordo com o site g1, há uma expectativa de que, no Brasil, a Selic, que é a taxa básica de juros, sofra uma nova redução. Enquanto nos EUA, os juros devem permanecer inalterados. 

Leia também: “Prévia do PIB: economia perde ritmo em janeiro”

Ainda no Brasil, foi divulgado o Índice de Atividade Econômica (IBC-BR), do BC — considerado a “prévia” do Produto Interno Bruto (PIB). O indicador subiu 0,6% em janeiro, na comparação com o mês anterior. 

Governo federal projeta cumprir a meta de déficit zero em 2024

Haddad
Ministro da Fazenda, Fernando Haddad é o homem-forte da economia do governo Lula | Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

Na última sexta-feira, 15, o Tesouro Nacional divulgou um relatório com projeções de que o Governo federal deve conseguir cumprir a meta de déficit zero em 2024. Para isso, necessita-se aprovar as medidas já propostas pela área econômica para elevar a arrecadação.  

Leia mais: “Dívida pública sobe para 75% do PIB, maior nível desde 2022”

Em contrapartida, nos EUA, a expectativa é que o FED — equivalente ao Banco Central do Brasil — mantenha seus juros inalterados, entre 5,25% e 5,5% ao ano. 

A China teve números melhores do que o esperado para a indústria e varejo. Segundo a Agência Nacional de Estatísticas, no primeiro bimestre de 2024, a produção industrial do país asiático cresceu 7%. Já as vendas no varejo subiram 5,5%. 

Leia também: “PIB do Brasil fecha 2023 praticamente estagnado no segundo semestre”

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1 comentário
  1. Mario Hugo Ladeira Filho
    Mario Hugo Ladeira Filho

    É bom irmos acostumando.
    O Campos Neto segura do seu lado.
    O problema é o time de “cabeça de bagre” do outro.
    Não tem quadro.

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