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Economia

Desemprego fica em 7,5% em abril, diz IBGE

Número de empregados sem carteira assinada bateu recorde histórico e chegou a 13,6 milhões

Dados sobre desemprego foram divulgados pelo IBGE nesta quinta-feira, 27 | Foto: Marcelo Casal Jr/Wikimedia Commons
Dados da Pnad Contínua foram divulgados pelo IBGE nesta quarta-feira, 29 | Foto: Marcelo Casal Jr. / Wikimedia Commons

A taxa de desemprego no Brasil ficou em 7,5% no trimestre encerrado em abril, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira, 29.

Em relação ao trimestre passado, a desocupação teve estabilidade. Na ocasião, os desempregados somaram 7,6% no país.

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De acordo com a pesquisa, a taxa foi a menor para um trimestre móvel desde 2014, quando o indicador ficou em 7,2%. No mesmo período de 2023, a taxa foi de 8,5%.

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O número de desocupados não teve variação significativa em relação ao trimestre passado, e ficou em 8,2 milhões de pessoas. Na comparação anual, a queda é de 9,7%.

Segundo o IBGE, também houve estabilidade na população ocupada no trimestre, de 100,8 milhões de pessoas.

Para Adriana Beringuy, coordenadora de Pesquisas Domiciliares do IBGE, a estabilização da desocupação, se deve, especialmente, à redução das perdas do comércio no primeiro trimestre e ao retorno da ocupação no segmento da educação básica pública no ensino fundamental.

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Emprego sem carteira assinada bate recorde

De acordo com os dados da Pnad Contínua, o número de empregados sem carteira assinada bateu recorde histórico desde 2012: 13,6 milhões — alta de 6,4% (813 mil pessoas) no ano.

Por outro lado, os empregados com registro em carteira (exceto trabalhadores domésticos) também foram recorde e chegaram a 38,1 milhões, maior contingente da série histórica.

Entre os trabalhadores informais, houve ligeira queda de 0,5% no trimestre, totalizando 39 milhões de pessoas. A taxa de informalidade chegou a 38,7% ante 39% do trimestre passado.

Leia também: “Insegurança alimentar atingiu 64 milhões de pessoas no 1º ano do governo Lula, diz IBGE”

“A expansão da ocupação, nos últimos trimestres, vem ocorrendo por meio dos empregados, que superaram outras formas de inserção, como a dos trabalhadores por conta própria e os empregadores”, afirma Beringuy.

“O conjunto dos empregados no setor privado, com ou sem a carteira assinada é o que mais tem contribuído para o crescimento da população ocupada no país”, completa.

Renda

O rendimento médio real dos empregados em abril foi de R$ 3.151, sem variação significativa no trimestre. Na comparação anual, o número representa alta de 4,7%.

Leia também: “IBGE deve gastar R$ 6 milhões com eventos do instituto”

Já a massa de rendimento real habitual chegou a R$ 313,1 bilhões e bateu mais um recorde da série histórica do indicador.

O número não representa variação significativa em relação ao trimestre passado, e subiu 7,9% em comparação com o mesmo trimestre de 2023.

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1 comentário
  1. Luiz Fraga
    Luiz Fraga

    O IBGE, dirigido por um petista xiita a frente, deixou de ser confiável.

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