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Economia

Amil anuncia CEO e 2 diretores

Essas são as primeiras movimentações desde a compra da operadora de plano de saúde pelo empresário José Seripieri Filho

amil ceo
José Seriperi Filho, o Junior, planeja nomear outros candidatos | Foto: Reprodução/Twitter/X/@fellipebambam

Dez dias depois de assumir o comando da operadora de planos de saúde Amil, José Seripieri Filho, o Junior, fundador e antigo dono da Qualicorp, nomeou o novo CEO da empresa. Nesta sexta-feira, 16, o empresário também divulgou nomes de dois diretores da companhia.

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Renato Manso será o CEO da Amil. Ele trabalhou durante décadas como executivo da empresa nos tempos em que o fundador, Edson Bueno, era o presidente. Conforme o jornal O Globo, nos últimos anos, Manso atuou como diretor da Assim Saúde.

Alberto Bulus vai ocupar o cargo de diretor comercial. Ex-sócio da Qualicorp, onde foi também CEO, ele é considerado o braço direito de Junior nos negócios.

Grace Tourinho assumirá o cargo de diretora financeira. Ela esteve ao lado de Junior durante todo o processo de negociação de compra da Amil. De acordo com O Globo, Junior ainda planeja definir os executivos que vão comandar a área de hospitais da operadora.

Cade aprovou venda da Amil em janeiro

A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) aprovaram a compra da Amil por Junior em 17 de janeiro. A decisão havia sido publicada no Diário Oficial da União.

Amil
Junior comprou a Amil em 17 de janeiro | Foto: Divulgação/Amil

Em dezembro, a UnitedHealthGroup (UHG) – operadora multinacional norte-americana de planos de saúde – aprovou a venda das operações da Amil.

A aquisição da Amil por Junior foi aprovada sem restrições pelo Cade. A transação é o maior negócio de fusão ou compra já feito entre uma empresa e uma única pessoa física no Brasil, com um total de R$ 11 bilhões.

O novo dono da Amil concordou em assumir todos os passivos, no Brasil, da UHG. Essa era uma das condições estabelecidas pela empresa norte-americana, que queria sair do país.

A companhia tem R$ 9 bilhões em dívidas, tanto tributárias quanto de contingências provenientes de atendimento médico.

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