A Ypê voltou atrás nesta sexta-feira, 15, e decidiu retomar o reembolso via Pix para consumidores que compraram detergentes, lava-roupas líquidos e desinfetantes do lote final 1 fabricados em Amparo (SP). A decisão ocorre em meio à crise envolvendo a suspensão da produção e venda de parte dos produtos da empresa pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Mais cedo, a fabricante havia informado que suspenderia os pagamentos porque não pretendia mais recolher os produtos. Horas depois, porém, a companhia divulgou nota afirmando que manteria o ressarcimento “em alinhamento com a Anvisa” e para preservar a satisfação dos consumidores.
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Os valores variam conforme o item: R$ 2,99 para detergentes líquidos de 500 ml, R$ 13,99 para desinfetantes e R$ 19,99 para lava-roupas líquidos. Para solicitar o pagamento, o consumidor precisa preencher formulário no site da empresa e apresentar nota fiscal ou foto do lote.
Ypê contesta regra da Anvisa
A crise ganhou novo capítulo depois de a Anvisa manter a suspensão da produção e venda das linhas afetadas. A agência também determinou que a empresa apresente um plano de gerenciamento dos produtos já distribuídos no mercado.
Em entrevista à Folha de S.Paulo, o diretor jurídico da Química Amparo, Sergio Pompílio, afirmou que o Brasil não possui uma regra específica para limite microbiológico em produtos de limpeza. Segundo ele, diferentemente do que ocorre com cosméticos e itens de higiene pessoal, não há norma que proíba a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa nesses produtos.
+ Leia também: “A polarização chega às gôndolas“, artigo de Rachel Díaz e Artur Piva, publicação na Edição 322 da Revista Oeste
A Anvisa confirmou que não existe um limite numérico específico, mas afirmou que as regras de boas práticas de fabricação exigem prevenção contra contaminação microbiológica. A agência sustenta que o problema indica falhas no processo produtivo da empresa.
Empresa calcula prejuízo milionário
Segundo a Ypê, todos os produtos fabricados entre janeiro e março deste ano permanecerão em quarentena até a conclusão de novos laudos laboratoriais. A companhia calcula prejuízo médio de R$ 10 milhões por dia com a paralisação parcial das operações.
A fabricante também informou que cerca de 3 mil funcionários das linhas afetadas trabalham atualmente na adequação dos processos produtivos exigidos pela Anvisa
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Anvisa parece querer arrastar a situação!
Parece Pura perseguição! Não foi o q o DesGoverno fez com as denúncias sobre a BYD!
Pura perseguição
Recomendo à Ypê: mude-se para o Paraguai!🇵🇾
Não pedirei ressarcimento!
Bem que eu gostaria de saber quanto custou a ipe esse tiro no pe