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Soldados denunciam abusos e violência em batalhão do Exército em Maceió

Unidade militar diz que tomou providência contra envolvidos

Denúncias de soldados foram protocoladas em MPM e MPF | Foto: Reprodução/Redes sociais
Denúncias de soldados foram protocoladas em MPM e MPF | Foto: Reprodução/Redes sociais

Em representações protocoladas nesta sexta-feira, 10, no Ministério Público Militar e no Ministério Público Federal, dois soldados relataram episódios de violência e abuso por parte do Exército. As denúncias são relacionadas ao 59º Batalhão de Infantaria Motorizado, em Maceió (AL). As informações são do jornal Folha de S. Paulo.

De acordo com os relatos, os soldados detalharam situações ocorridas em junho e setembro do ano passado.

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Nas representações, um dos denunciantes conta que outros militares o levaram à força para uma câmara fria, onde o despiram, o deixaram nu sob o frio e o agrediram.

Segundo a reportagem, em outro caso, o soldado relata que foi alvo de um ato libidinoso enquanto dormia no alojamento. Os próprios colegas militares executaram o ato e filmaram a ação.

Leia também: “Exército prende militares por ordem de Moraes”

Uma das vítimas diz que sofreu pressão para não buscar advogado e fazer as denúncias. O Exército chegou a afastá-lo, mesmo em tratamento psicológico e psiquiátrico, enquanto manteve os outros militares em suas funções.

Exército investiga e pune militares

Em nota, o comando do batalhão informou que os casos estão sendo apurados. “Tão logo tomou conhecimento do fato, determinou a imediata abertura de procedimento administrativo (sindicância) em 25 de julho e 29 de setembro de 2025, instrumento legal para apurar, com rigor, as circunstâncias e responsabilidades do ocorrido”, diz o texto.

Até o momento, ainda conforme a nota, o Exército já sancionou disciplinarmente cinco militares com prisão em dezembro de 2025 e os licenciou do serviço ativo.

“Cabe ainda ressaltar que, no outro caso, os dois militares foram desincorporados das fileiras do Exército e foram respeitados os princípios do contraditório e da ampla defesa”, conclui a caserna.

Leia também: “Empresário mineiro investigado pelo 8/1 é preso nos EUA”

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2 comentários
  1. Osmar Martins Silvestre
    Osmar Martins Silvestre

    Deveriam extinguir essa instituição o quanto antes. Não servem para nada e dão um gasto enorme para a população. Tenho certeza que qualquer empresa ou profissional consegue pintar meios-fios, servir cachorro quente ou limpar jardins por um custo muito menor.

    1. Jorge Augusto Santos
      Jorge Augusto Santos

      Concordo 100% é ainda nos livraríamos de um monte de corruptos de uma só tacada

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