A organização não governamental (ONG) StandWithUs promoveu, neste domingo, 6, um protesto na Praia de Ipanema, na zona sul do Rio de Janeiro, para denunciar a perseguição a minorias no Irã.
Integrantes do grupo estenderam bandeiras do movimento LGBT+ e montaram réplicas de forcas na altura da Rua Farme de Amoedo, tradicional ponto de encontro da comunidade gay na cidade.
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Na faixa exposta na areia, lia-se a frase: “O Irã mata gays em praça pública”. O ato quis chamar atenção para a criminalização da homossexualidade no país persa, onde relações entre pessoas do mesmo sexo podem ser punidas com pena de morte.
O protesto coincidiu com a presença de representantes iranianos na reunião do Brics, marcada para este domingo e para a próxima segunda-feira, 7, no Rio.



Leia o comunicado do grupo que protesta contra o Irã
“Por ocasião da cúpula das lideranças dos Brics, realizada no Rio de Janeiro neste domingo e na segunda-feira, a StandWithUs Brasil organizou um manifesto na Praia de Ipanema para lembrar a sistemática perseguição de minorias perpetrada pelo regime iraniano.
Recentemente admitido no grupo, o Irã tem por política de Estado o assassinato público de gays — é crime o relacionamento entre dois homens no país. Por isso, a escolha de mil bandeiras do orgulho LGBTQIA+ e dez forcas para serem colocadas na praia, bem na altura da Rua Farme de Amoedo, tradicional ponto de encontro dessa comunidade na cidade.
Essa é uma lembrança de que o Irã é contra a liberdade, não só de gays, mas também de mulheres, cristãos e outras minorias. O Irã não pode ser amigo do Brasil.”





































Irã dos Aiatolás, não o Irã tradicional, antiga Pérsia
A manifestação não é de protesto “contra” minorias no Irã, como está no título.
Ao contrário: é de denúncia de perseguição a minorias no Irã. Ou seja, a favor de minorias, e não contra.
Está correto. O título da matéria está errado. O protesto é cntra a perseguição às minorias no Irã. Assim como perseguem os Judeus, os Cristãos, as mulheres que não usem véu e qualquer um que não pense como eles. É assim que funciona a República Islâmica do Irã. Algo parecido com o que acontece aqui, graças a uma certa quadrilha que ora administra este que já foi um lugar razoável para se viver.