O debate sobre a possível influência do Primeiro Comando da Capital (PCC) no caso das bebidas adulteradas por metanol em São Paulo provoca discordância entre as autoridades. Enquanto a Polícia Federal (PF) mantém aberta a hipótese de envolvimento da facção criminosa, a Polícia Civil do Estado de São Paulo (PCESP) descarta qualquer relação com o grupo.
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A suspeita de ligação ganhou força depois da Operação Carbono Oculto, realizada em agosto, que desarticulou distribuidoras associadas ao PCC e acusadas de utilizar metanol em combustíveis. A Associação Brasileira de Combate à Falsificação sugere que destilarias clandestinas e falsificadores possam ter recebido esse produto depois da operação policial.
Os distribuidores ligados ao metanol
O secretário estadual de Saúde, Eleuses Paiva, explicou que busca identificar os responsáveis pela distribuição das bebidas adulteradas. “Não citamos locais porque precisamos chegar aos distribuidores”, afirmou. Paiva disse que, “se houver aviso prévio, os produtos podem sumir”, e o objetivo é pressionar os comerciantes “para alcançar os distribuidores”.
Segundo o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), não há evidências que sustentem a participação do PCC nos crimes. “Em São Paulo, tudo que acontece dizem que é o PCC”, afirmou. “Os inquéritos abertos apontam pessoas que atuam em destilarias clandestinas e que fraudam bebidas rotineiramente.”
Até o momento, a PCESP adota um posicionamento cauteloso e focaliza a identificação dos fornecedores. O método usado envolve rastrear cada caso suspeito, refazer os passos das vítimas e vistoriar bares e restaurantes, onde proprietários são ouvidos. As autoridades já interditaram três estabelecimentos, dois na capital e um em São Bernardo do Campo.
PF acredita na participação do crime organizado
De acordo com o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, há suspeitas de que a distribuição do metanol não esteja restrita a São Paulo. Em Pernambuco, por exemplo, três casos levantaram suspeita de intoxicação.
Rodrigues detalha que a apuração policial considera vínculos com investigações feitas no Paraná e em São Paulo, ligadas à cadeia de combustível, especialmente pela importação do produto pelo Porto de Paranaguá.
O diretor-geral afirmou que as diligências pretendem esclarecer se existe relação direta com o crime organizado, conforme apontam operações policiais anteriores. Ele ressaltou que coordenará as ações com a PCESP para garantir abrangência e efetividade nas apurações. “A gente vai buscar trabalhar de maneira integrada”, disse Rodrigues a respeito das diferentes linhas adotas pela PF e pela PC.
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A PF só fala bobagem a mando do ministro da justiça , é uma forma de ataque ao governador de Sáo Paulo. Toda destilação produz uma pequena taxa de metanol junto com o etanol, ocorre que se essa taxa for alta, em destilações mal feitas, provoca intoxicação , e o antídoto para o etanol é o metanol, ou seja se a destilação é bem feita, pequenas taxas de metanol são ingeridas junto com o ant[idoto. O problema são as destilarias clandestinas e a falsificação. Essa hip[otese do PCC estar desovando o metanol atrav[es de bebidas é delirante.
correçáo o antidoto do metanol é o etanol
a AMBEV de Jorge Paulo Leman dono da bancada da tabata do amaral é quem mais lucra com essa perseguição ESTATAL ao pequeno produtor de bebidas alcoolicas, ele deve estar muito feliz com essas operacoes que visam apenas acabar com a concorrencia
Bolsonaro liberou a producao e Lula esta retomando o monopolio da producao de bebidas alcoolicas artesanais