O caso envolvendo a morte do padre Alexsandro da Silva Lima, de 44 anos, coordenador do clero da Diocese de Douradina (MS), mobilizou a Polícia Civil depois que os investigadores encontraram o corpo do sacerdote em uma estrada na região do Distrito Industrial.
A polícia informou que efetuou as prisões dos suspeitos do crime logo depois da localização do cadáver, que estava enrolado em um tapete.
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De acordo com o inquérito policial, Leanderson de Oliveira Junior, de 18 anos, confessou que matou a vítima em casa, na noite da sexta-feira 14, utilizando uma marreta e uma faca.
Depois, abandonou o corpo em um matagal e furtou o carro do padre, dirigindo por vários pontos da cidade. Ele mesmo conduziu as autoridades até o local onde abandonou o corpo.
Criminosos premeditaram assassinato do padre
O delegado Lucas Albe Veppo informou que os criminosos premeditaram o crime para roubar o veículo e vendê-lo no Paraguai por R$ 40 mil.
Durante as investigações, os policiais descobriram que um adolescente de 17 anos participou ativamente: ele prestou auxílio material e desferiu facadas ao perceber que o padre ainda estava vivo e sob efeito de álcool.
João Victor, outro suspeito, teria ajudado na limpeza da cena do crime para dificultar a perícia, além de colaborar para ocultar o corpo e furtar objetos da residência.
Leia também: “Insegurança nacional”, reportagem de Cristyan Costa publicada na Edição 295 da Revista Oeste.
A polícia também apreendeu duas adolescentes, de 16 e 17 anos, por participação no furto de pertences e na higienização do local.
Entre os itens levados estavam o carro, celular, utensílios domésticos, vinho e um botijão de gás, que acabou sendo vendido.
A polícia encontrou quatro jovens circulando com o veículo e outros objetos pessoais do sacerdote. Apenas um deles admitiu a autoria das agressões.
Prisão dos envolvidos e andamento da investigação
A Justiça converteu em preventiva a prisão em flagrante dos dois maiores de idade.
Leanderson continua na Primeira Delegacia de Polícia de Dourados, e João Victor será transferido para a Segunda Delegacia.
Os policiais também encaminharam os três adolescentes envolvidos para a Unidade Educacional de Internação (Unei) de Dourados.
Segundo a polícia, uma coletiva de imprensa está prevista para segunda-feira, 17, com o objetivo de detalhar o andamento da investigação.
Os suspeitos também devem passar por audiência de custódia. O padre Alexsandro foi velado e sepultado neste domingo, 16, em Dourados.






































Enquanto nosso código penal for a brincadeira de mau gosto que é, isso vai continuar a acontecer, e do mesmo jeito: comoção e revolta no início, seguidos de esquecimento e condenados soltos em pouco tempo… Pobre Brasil…
Falta explicar como os assassinos entraram na casa do morto e porque ele estava sob efeito de álcool.
A vida de um Padre que que prega o bem e não faz mal a ninguém vale so 40 mil ?
E aí vai aparecer alguém para dizer que são vítimas da sociedade. É preciso dar os nomes corretos para as coisas. Enquanto não se chamar assassinos de assassinos, bandidos de bandidos, terroristas de terroristas… tudo continuará igual e “adolescentes” achando que matar é uma brincadeira para quem mata e para quem morre. Só que não
Os nossos assassinos tentam superar a Nicarágua.