A Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ) divulgou um vídeo institucional que mostra o enfrentamento direto ao crime organizado durante a Megaoperação Contenção, realizada nos complexos do Alemão e da Penha, na zona norte da capital fluminense na última terça-feira, 28. A ação deixou 121 mortos, sendo quatro deles policiais.
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Com imagens de criminosos vestidos com roupas camufladas e portando fuzis de guerra, a corporação afirma que os agentes de segurança do Rio de Janeiro enfrentaram “verdadeiros narcoterroristas”.
“São esses os ‘jovens sonhadores’?”, indaga a PCERJ. “Com roupas camufladas, armamento de guerra e prontos para matar qualquer um que cruze o caminho? A Megaoperação Contenção desmascarou essa falsa narrativa e enfrentou de frente verdadeiros narcoterroristas, que impõem a política do medo e da violência nas comunidades onde vivem cidadãos de bem. Não se deixe enganar: heróis são os policiais que, todos os dias, arriscam a própria vida para proteger a população e conter o avanço territorial de criminosos armados.”
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A corporação também homenageou os agentes mortos durante a ação: “Vítimas também são nossos guerreiros, que tombaram ou se feriram em serviço”. “Não acredite em narrativas antipolícia.”
Operação no Rio de Janeiro

A Polícia Civil fluminense informou que, até a manhã de sábado 1º, 109 mortos foram oficialmente identificados. Destes, 43 tinham mandados de prisão pendentes e 78 possuíam histórico criminal. A corporação também confirmou que 54 dos mortos eram naturais de outros Estados, incluindo Pará, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás e Espírito Santo. Segundo a investigação, isso reforça o alcance nacional da facção Comando Vermelho.
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A apuração sugere que os complexos do Alemão e da Penha funcionavam como centros de comando e treinamento da facção, com movimentação de cerca de 10 toneladas de drogas por mês e venda média de 50 fuzis mensalmente.
Até o momento, 99 corpos foram liberados para as famílias depois de perícia no Instituto Médico-Legal, em procedimento acompanhado pelo Ministério Público. A PCERJ também afirmou que um terço dos presos na operação é de fora do Rio.
Fuzis de guerra e equipamentos de uso militar
A operação resultou na apreensão de 120 armas, sendo 93 fuzis, além de explosivos, munições e equipamentos táticos usados pelo grupo criminoso. O material, avaliado em R$ 12,8 milhões, inclui armas de uso restrito das Forças Armadas de países como Venezuela, Argentina, Bélgica e Rússia, entre elas os modelos AK-47, AR-10 e G3, utilizados em zonas de guerra.
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“Cada fuzil retirado de circulação representa uma vida salva”, declarou o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL). Ele classificou a Megaoperação Contenção como um “sucesso”.
Já o secretário de Polícia Civil, Felipe Curi, afirmou que o rastreamento das armas apreendidas será essencial para atingir o núcleo financeiro e operacional das facções.
Objetivo e alvos

A ação teve como principal objetivo prender lideranças do Comando Vermelho investigadas em denúncia apresentada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro. Um dos principais alvos era Edgar Alves de Andrade, o “Doca”, apontado como chefe da facção no estado. Ele continua foragido.
A operação, que mobilizou mais de 3 mil agentes das polícias Civil e Militar, teve apoio de helicópteros, veículos blindados de transporte e equipes táticas de elite.
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Segundo a Secretaria de Segurança Pública fluminense, o planejamento foi baseado em informações de inteligência e teve como prioridade “a preservação de vidas e o enfrentamento direto ao crime organizado”.
A Polícia Militar reafirmou o compromisso de “não recuar diante do crime organizado” e de seguir atuando para “garantir o direito à vida e à segurança de quem vive nas comunidades dominadas pelo tráfico”.






































O Gen Braga Neto esta preso pelo poder que os narcotraficantes tem na pseudo justiça, na verdade uma vingança contra quem ja colocou ordem no RJ.
Carta de um Brigadeiro
Nunca mais se diga que nossas Forças Armadas nunca perderam uma guerra!
Hoje perdemos a maior delas!
Perdemos nossa Coragem!
Perdemos nossa Honra!
Perdemos nossa Lealdade!
Não cumprimos com o nosso Dever!
Perdemos a nossa Pátria!
Eu estou com vergonha de ser militar!
Vergonha de ver que tudo aquilo pelo qual jurei, trabalhei e lutei, foi traído por militares fracos, desleais e covardes, que fugiram do combate, preferindo apoiar quem sempre nos agrediu, sempre nos desrespeitou, sempre nos humilhou e sempre se vangloriou disso, e que ainda brada por aí que não nos quer em sua escolta, por não confiar nos militares das Forças Armadas, e que estas devem ser “colocadas em seu devido lugar”.
Militares que traíram seu próprio povo, que clamou pela nossa ajuda e que não foi atendido, por estarem os militares da ativa preocupados somente com o seu umbigo, e não com o povo a quem juraram proteger!
Fomos reduzidos a pó. Viramos farelo.
Seremos atacados cruelmente e, se reagirmos somente depois disso, estaremos fazendo apenas em causa própria, o que só irá piorar ainda mais as coisas.
Joguem todas as nossas canções no lixo!
A partir de hoje, só representam mentiras!
Como disse Churchill:
“Entre a guerra e a vergonha, escolhemos a vergonha.”
E agora teremos a vergonha e a guerra que se seguirá inevitavelmente.
A guerra seguirá com o povo, com os indígenas, com os caminhoneiros, com o Agronegócio. Todos verão os militares como traidores.
Segmentos militares certamente os apoiarão. Eu inclusive.
Generais não serão mais representantes de suas tropas.
Perderão o respeito dos honestos.
As tropas se insubordinarão, e com toda razão.
Os generais pagarão caro por essa deslealdade.
Esconderam sua covardia, dizendo não ter havido fraude nas urnas.
Oras! O Exército é que não conseguiu identificar a fraude!
Mas outros, civis, conseguiram!
A vaidade prevaleceu no Exército e no seu Centro de Guerra Cibernética. Não foram, mais uma vez, humildes o suficiente para reconhecer suas falhas. Prevaleceu o marketing e a defesa de sua imagem. Perderam, Manés!
E o que dizer da parcialidade escancarada do TSE e do STF, que além de privilegiarem um candidato, acabam por prender inconstitucionalmente políticos, jornalistas, indígenas, humoristas e mesmo pessoas comuns, simplesmente por apoiar temas de direita, sem sequer lhes informar o crime cometido ou oportunidade de defesa? Isso não conta? Isso não aconteceu?
E a intromissão em assuntos do Executivo e do Legislativo?
Isso também não aconteceu?
Onde está a defesa dos poderes constitucionais?
Onde estão aqueles que bradaram que não bateriam continência a um ladrão?
Será que os generais são incapazes de enxergar que, validando esta eleição, mesmo com o descumprimento de ordem de entrega dos códigos-fonte, valida-se também esse mesmo método, não só para todas as próximas eleições, para o que quer que seja, perpetuando a bandidagem no poder, assim como corrompendo futuros plebiscitos e decisões populares para aprovar/reprovar qualquer grande projeto de interesse da criminalidade?
NÃO HAVERÁ MAIS ELEIÇÕES HONESTAS!
A bandidagem governará impune, e as Forças Armadas, assim como já ocorre com a Polícia Federal, serão vistas como cães de guarda que asseguram o governo ditatorial.
O povo nunca perdoou os traidores nem os burros.
Não vai ser agora que irão.
Ah, sim, generais:
Entrarão para a História!
Pela mesma porta que entrou Calabar.
QUE VERGONHA!
Assina:
Brigadeiro Eduardo Serra Negra Camerini