O Natal no Rio de Janeiro registrou calor extremo. A temperatura máxima chegou a 40,1ºC, a mais alta na cidade desde outubro. O índice foi medido na estação meteorológica de Guaratiba, na Zona Oeste, em um dia de sol forte, céu aberto e ausência de chuva.
Conforme dados do sistema de monitoramento meteorológico do município, o calor intenso ocorreu em meio à atuação de uma massa de ar quente e seco, associada a um bloqueio atmosférico que tem dificultado o avanço de frentes frias sobre o Sudeste. O fenômeno mantém as temperaturas elevadas por vários dias consecutivos e intensifica a sensação térmica em áreas urbanas.
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Rio: riscos à saúde
Com a máxima registrada no Natal, o Rio entrou novamente em estágio elevado no protocolo de calor, acionado quando os termômetros se aproximam ou ultrapassam os 40 °C. A condição aumenta os riscos à saúde, principalmente para idosos, crianças e pessoas com doenças crônicas.
Ao longo do dia, praias da Zona Sul e da Barra da Tijuca ficaram lotadas, com moradores e turistas buscando alívio no mar. Em bairros mais afastados do litoral, como na Zona Oeste e em partes da Zona Norte, a sensação térmica foi ainda mais elevada, agravada pela baixa circulação de ventos.
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Especialistas explicam que episódios de calor intenso têm se tornado mais frequentes e prolongados, inclusive fora dos picos tradicionais do verão. A repetição de temperaturas extremas desde outubro reforça esse padrão e preocupa autoridades e pesquisadores.
A prefeitura e órgãos de saúde emitiram alertas e orientações para que a população evite exposição prolongada ao sol nos horários mais quentes, mantenha hidratação constante, utilize roupas leves e busque locais arejados. A previsão indica que o calor deve persistir nos próximos dias, mantendo o alerta para novas marcas elevadas nos termômetros da capital fluminense.
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