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Mudança em testamento teria motivado ex-companheiro a mandar matar galerista no Rio

Autor do assassinato, que ocorreu em 15 de janeiro deste ano, está preso e mandante, nos Estados Unidos, conforme investigações

galeria arte morto rio
Brent Sikkema era sócio de famosa galeria de arte de NY| Foto: Reprodução/Redes sociais

A mudança no testamento de Brent Sikkema, o galerista norte-americano assassinado no Rio possivelmente a mando do ex-companheiro Daniel Garcia Carrera, teria sido a causa do crime.

Com a alteração, Carrera, um cubano que vive em Nova York, foi excluído da lista de herdeiros. Essa é uma das linhas de investigação da Polícia Civil, segundo reportagem do Fantástico, da Rede Globo.

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O crime ocorreu em 15 de janeiro na residência de Sikkema, no Jardim Botânico, zona sul do Rio. Ele foi morto com 18 facadas. O cubano Alejandro Triana Prevez foi preso pelo crime e confessou ter sido contratado por Carrera por US$ 200 mil (cerca de R$ 1 milhão) para matar o galerista de 75 anos. Prevez era um antigo empregado do casal.

Conforme as investigações, em maio de 2022, Sikkema, sócio de uma famosa galeria de artes em Nova York — a Sikkema Jenkins & Co —, incluiu no testamento seu primeiro ex-companheiro, destinando a ele R$ 1 milhão, e o restante da fortuna foi legada ao filho adolescente que Sikkema adotou com Carrera.

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Os dois tinham se separado e estavam brigados. Em um e-mail enviado ao ex-companheiro, Carrera diz que queria US$ 6 milhões por ter sido casado com ele.

Justiça decretou a prisão do ex-companheiro do galerista norte-americano

galerista Sikkema
Daniel Carrera, ex-companheiro do galerista Brent Sikkema | Foto: Reprodução/Redes sociais

A Justiça brasileira decretou a prisão preventiva de Carrera, que está no Estados Unidos. Prevez, preso em Minas Gerais, deve aguardar o julgamento na prisão.

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Ao ser preso, ele relatou que recebia remessas de dinheiro do conterrâneo para realizar os preparativos para cometer o homicídio. Ele recebeu uma chave da casa do galerista e conversava com o mandante do crime por um chip de celular comprado no Brasil, cadastrado no nome de um laranja.

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