Aos 93 anos, o ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) José Maria Marin morreu, na madrugada deste domingo, 20, por volta de 3h30. Na noite do dia anterior, ele foi levado ao Sírio-Libanês, em São Paulo, depois de passar mal em casa.
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A saúde de Marin era debilitada. Ele teve um acidente vascular cerebral em 2023, o que resultou em internação hospitalar prolongada e necessidade de cuidados médicos constantes. Por isso, seus médicos consideravam o quadro clínico como bem delicado.
Denúncias e prisão de Marin no escândalo Fifagate

No comando da CBF entre 2012 e 2014, Marin teve seu nome envolvido em denúncias de corrupção. O FBI o deteve na Suíça, em 2015, no âmbito do Fifagate, ao lado de outros dirigentes da Fifa, sob acusações de lavagem de dinheiro e outros crimes.
Leia mais: “A autogenerosidade da CBF”, reportagem de Eugenio Gousskinsy e Lucas Cheiddi publicada na Edição 265 da Revista Oeste
Ele cumpriu parte da pena nos Estados Unidos, após sete meses preso em Zurique, até receber autorização para retornar ao Brasil, onde ficou sob prisão domiciliar. Em 2020, ganhou liberdade por questões de saúde.
A carreira de Marin também incluiu cargos políticos: atuou como deputado estadual, vice-governador e chegou a assumir o governo de São Paulo na década de 1980. Em 1982, presidiu a Federação Paulista de Futebol por um período.
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Nos últimos anos, viveu reservadamente, em São Paulo, cidade onde morreu. O velório ocorre neste domingo, entre 13h e 16h, na Funeral Home, na capital paulista.






































Às vezes sinto saudades da minha época de ignorância a vida pública. Era pobre de ma r d s e era tão feliz na ignorância. Hoje dói o coração de saber que homens públicos, que deviam honrar as calças que vestem(como falava meu amado pai), eram e são desonestos, corruptos, maus, desumanos …e dentro do meu Brasil.
Um a menos
menos um bandido
Nossa este levou consigo nomes, falcatruas de anos de corrupção na CBF e FIFA. Compriiu seu mandato.