O criminoso Carlos Alves Bezerra, conhecido no mundo do crime como “Carlão”, morreu em confronto com a Polícia Militar (PM) em Campinas (SP), nesta sexta-feira, 14. Ele era apontado como um dos líderes do Primeiro Comando da Capital (PCC).
Carlão estava envolvido em um plano para a fuga de Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, líder da facção criminosa. Marcola cumpre pena de 330 anos na Penitenciária Federal de Brasília por diversos crimes.
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A operação que resultou na morte do Carlão foi realizada pelo 1º Batalhão de Polícia de Choque da Ronda Ostensiva Tobias Aguiar (Rota), em conjunto com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).
Segundo o Ministério Público, a ação tinha o objetivo de cumprir um mandado de busca e apreensão no endereço ligado ao Carlão, no bairro Techno Park, no limite entre Campinas e Sumaré.
Criminoso reagiu à abordagem
Durante a abordagem, Carlão reagiu e trocou tiros com os policiais. “O investigado recebeu a equipe policial armado e, em confronto, acabou sendo atingido, não resistiu aos ferimentos e faleceu”, informou o Ministério Público.
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As investigações mostram que o local do confronto estava associado a atividades criminosas. A propriedade era utilizado pela organização criminosa para o tráfico de drogas. Carlão integrava a célula “Restrita Tática” do PCC, responsável por tramar operações complexas.
Além disso, Carlão possuía um histórico criminal extenso, com registros de porte ilegal de arma, roubo e homicídio. A ocorrência foi registrada na Divisão de Investigações Criminais de Campinas (Deic).









































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