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Médico de SC acumula 13 mil vídeos de pornografia infantil

O profissional alega que baixou acidentalmente o conteúdo

Médico
o profissional gravou cenas de nudez de pacientes que aguardavam atendimento médico no hospital onde trabalhava entre 2022 e 2023 | Foto: Reprodução/Flickr

A Justiça condenou um médico a seis anos e cinco meses de prisão em regime fechado por armazenar mais de 13 mil imagens de pornografia infantil. A sentença veio depois de uma denúncia do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC). O nome do profissional não foi divulgado.

O réu deverá pagar R$ 20 mil para cada vítima gravada durante os atendimentos. Depois de deixar o regime fechado, ele deverá cumprir um ano e sete meses no semiaberto. O Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) investigou o caso entre 24 de dezembro de 2023 e 31 de julho de 2024. A apuração levou à condenação do réu.

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A denúncia mostra que, entre 9 de junho de 2019 e 24 de abril de 2023, o médico armazenou 29 arquivos de sexo explícito e pornografia infantil em nuvem. Além disso, entre 3 de abril de 2019 e 24 de novembro de 2023, ele guardou mais de 13 mil arquivos do mesmo teor. O material incluía fotos e vídeos armazenados em celulares, notebooks e outros dispositivos eletrônicos.

Por fim, o profissional gravou cenas de nudez de pacientes que aguardavam atendimento médico no hospital onde ele trabalhava entre 2022 e 2023.

Médico alega que baixou conteúdo infantil de forma acidental

Em sua defesa, o médico alegou que baixou acidentalmente o conteúdo infantil enquanto procurava pornografia envolvendo adultos. No entanto, o MP rejeitou a justificativa. “Resta demonstrado que o agente buscava ativamente esse tipo de conteúdo pornográfico proibido”, sustentou. “O que se pode concluir, portando, é que, diante das diversas formas de armazenamento (em nuvem e em dispositivos diversos), como pela busca específica por grupos, remetendo a menores de idade, houve, sim, intenção de cometer a infração.”

Para o MP, mesmo que não haja indícios de relação sexual com as vítimas, o armazenamento das imagens continua sendo “penalmente relevante”.

“Pouco importa, no ponto, que o agente não praticou nenhum ato de abuso (físico) contra as pacientes durante o atendimento, pois as condutas de as filmar sem autorização, mesmo que apenas parcialmente sem roupa, já é demasiadamente repulsiva e penalmente relevante”, afirmou o MP.

Leia também: “STJ deve julgar recurso que pode levar Robinho ao semiaberto”

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4 comentários
  1. Christian
    Christian

    Por que motivo não podem divulgar o Nome dele.
    A Foto canalha deveria estar em todas as páginas policiais do Brasil.

  2. O BELFORROXENSE
    O BELFORROXENSE

    MALDITO !!!! Esse ESQUERDISTA dos infernos tinha que ser castrado, mas não quimicamente, e sim literalmente, arrancar fora seus órgãos genitais sem anestesia…

  3. ECM
    ECM

    Gostaria de saber se,após cumprir a pena, ele voltará a clinicar normalmente? Voltará a atender pacientes desavisados? estes pacientes poderiam ser, pelo menos, avisados de quem se trata o “doutor”. Ah, não pode avisar, seria invasão de privacidade, preconceito, abuso de poder… ou sei lá o quê.

  4. Liberta Brasil
    Liberta Brasil

    Pena de morte já! Ele usou de sua profissão para iludir e enganar pacientes, aproveitou-se do poder do cargo para explorar a boa fé das pessoas, PENA DE MORTE É POUCO!

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