Ao menos 142 prefeituras gaúchas já enfrentam desabastecimento de diesel e precisaram interromper serviços essenciais, aponta levantamento preliminar da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), realizado na última quinta-feira, 19.
O número corresponde a 45% das respostas obtidas em questionário enviado aos gestores municipais — até o momento, 315 administrações participaram da consulta.
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Diante da escassez, prefeitos têm priorizado áreas consideradas críticas, como o transporte de pacientes e outros atendimentos de saúde. Em paralelo, obras e atividades que dependem de maquinário pesado começaram a ser suspensas.

Falta de diesel pode agravar manutenção dos serviços no RS
Há preocupação com a possibilidade de agravamento do quadro nos próximos dias, com risco de impacto em setores sensíveis. A Famurs pretende levar os dados ao governo estadual e cobrar alternativas para assegurar a continuidade dos serviços, além de pedir respostas ao governo federal.
Presidente da entidade e prefeita de Nonoai, Adriane Perin de Oliveira afirmou que, sem medidas para garantir o abastecimento, a tendência é de piora. “Temos o risco de que isso afete o transporte escolar e o transporte de pacientes para outras cidades”, declarou.
Os municípios, completou Adriane, precisam de respostas efetivas, especialmente por parte do governo federal. “Vamos levar esses dados ao governador e reforçar a necessidade de buscarmos alternativas para garantir o pleno funcionamento dos serviços.”
Leia também: “A crise do diesel no Rio Grande do Sul“, reportagem de Carlo Cauti publicada na Edição 313 da Revista Oeste





































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