No decorrer de uma audiência de custódia em Inhumas (GO), a juíza Mônica Miranda reagiu de forma descontraída ao identificar que um dos investigados presentes era recorrente. O caso repercutiu nas redes sociais.
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Registrado em vídeo, o episódio expôs o momento em que a magistrada reconheceu o suspeito. Além disso, ela fez comentários em tom de humor e espanto sobre a presença dele em audiências, como custodiado. Confira o momento abaixo.
Durante a sessão, Mônica Miranda dirigiu-se ao investigado, identificado como Kaique, da seguinte forma: “Você aqui de novo?! Ê, menino! Se você fosse meu filho…”. “Me ajuda a te ajudar”, afirmou a juíza, conforme mostra a gravação publicada pela capitã Waleska Faria, da Polícia Militar, na segunda-feira 8.
Posicionamento do Tribunal e decisão da juíza

O Tribunal de Justiça do Estado de Goiás esclareceu, em nota, que não se pronuncia sobre manifestações de juízes em processos individuais. O órgão também ressaltou que a audiência de custódia não julga o mérito das acusações, mas verifica a legalidade da prisão e garante direitos previstos em lei.
Segundo dados do TJGO, o suspeito respondia por porte ilegal de arma de fogo e já tinha duas passagens por homicídio e uma por tráfico de drogas. A audiência ocorreu em maio deste ano. Em outro momento do vídeo, a juíza brincou novamente: “Me ajuda a ajudar o doutor Rodrigo, coitado”, tratou Mônica Miranda, ao se referir ao advogado Rodrigo da Silva Santos. “Ele nem consegue dormir mais.”
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Depois da audiência, o suspeito foi liberado para responder ao processo em liberdade. O Tribunal de Justiça confirmou que ele não permaneceu preso depois da sessão.





































O “garoto” já tinha duas passagens por homicídio e estava lá por porte ilegal de arma de fogo. Certamente não estava portando a arma para “brincar de bandido e mocinho”. Então a juíza disse: “Se você fosse meu filho…” Espero que um dia ela não venha a dizer: ” Então foi você que atirou no meu filho a queima roupa…” Esse pessoal esquece que o mundo dá voltas e mesmo juízes estão expostos à mesma violência que nós, meros mortais.
Tudo virou um grande teatro…
Deve ser parceiro ou namorado..
Juízes altamente politizados e ideologizados são, junto do e pertencentes ao funcionalismo público brasileiro, os maiores problemas da vida do brasileiro.
Dois homicídios, e as vítimas?
O judiciário e ministério público são parte do problema atual da impunidade ante a criminalidade desenfreada Urge uma reforma já nessas instituições que vivem numa reforma fora da realidade
No Brasil, o criminoso muitas vezes é chamado de “jovem” ou “menino”. Como lembra Roberto Mota em A Construção da Maldade, essa linguagem suaviza o crime, apaga a vítima e reforça a impunidade.
É um SANTO a juíza deveria enviar o moço pro Núncio Apostólico para ser canonizado pelo Vaticano.