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Governo de São Paulo pede à Justiça efetivo de 100% do Metrô no horário de pico

Sindicato do Metroviários pode ser multado em R$ 2 milhões

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Greve pode para linhas de muito movimento, como a Azul | Foto: Reprodução/Flickr

O governo do Estado de São Paulo protocolou um pedido de tutela antecipada na Justiça para obter liminar contrária à paralisação de funcionários do Metrô. A greve prevista para a próxima terça-feira, 28.

Na ação, o governo paulista requer a obrigação de 100% dos funcionários do sistema de transporte durante os horários de pico. Além disso, a governo de São Paulo solicita que pelo menos 80% efetivo Metrô trabalhe no restante do dia.

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Caso a grave corra, pode ocorrer a paralisação das linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata do Metrô, e as linhas 7-Rubi, 10-Turquesa, 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade, da CPTM.

O Palácio dos Bandeirantes quer que a empresa realize uma chamada nominal dos empregados escalados para o serviço e com a presença de um oficial de Justiça para conferir, caso de decisão favorável.

Multa contra a greve do no Metrô

A ação propõe multa de R$ 2 milhões ao Sindicato dos Metroviários em caso de descumprimento da decisão e requer a autorização para não repassar os descontos feitos em folha a título de mensalidade sindical.

De acordo com o governo, o movimento grevista no Metrô convocado em protesto contra a privatização da de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), tem caráter meramente político e cita prejuízos à população. A aplicação do Provão Paulista, uma espécie de Enem das faculdades do Estado, precisou ser adiada, já que seria realizada nos dias 28 e 29 de novembro. Servidores devem ter ponto facultativo.

Outras categorias, como trabalhadores da Sabesp, profissionais da educação e funcionários da Fundação Casa também decidiram aderir ao movimento. Os metroviários organizam a terceira paralisação em dois meses — a quarta em 2023.

“Nota-se, sem qualquer sombra de dúvida, a sanha da entidade sindical de, em, benefício de interesses meramente políticos, promover uma paralisação dos serviços metroviários, em detrimento de grande prejuízo que é sempre imposto à população de São Paulo como um todo”, diz o governo na ação.

O Estado argumenta que a assembleia na qual se decidiu pela instalação da greve teve participação de 2,5 mil dos sete mil metroviários e uma diferença de somente 119 votos a favor da paralisação. Outras quatro votações haviam sido feitas desde o início de outubro e, em todas, a decisão foi contra a mobilização.

Com informações Estadão Conteúdo

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2 comentários
  1. Christian
    Christian

    Sindicato fazendo o que sabe fazer : Bagunçar a vida da população.
    Não fazem nada que preste…

  2. Celso Ricardo Kfouri Caetano
    Celso Ricardo Kfouri Caetano

    O Metro já deveria ter sido privatizado há tempo. Agora com a liberação insana dos sindicatos haja paciencia..e quem irá sofrer com isso é o usuário…SP já é uma cidade difícil para locomoção imaginem quando acontecem as greves de Metro, Onibus………Acorda povão, precisamos pensar menos em futebol, feriados, carnaval (Na Bahia as escolas de samba já estão a pleno vapor)…….

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