Um funcionário de uma prestadora de serviços da Enel foi preso nesta sexta-feira, 12, depois de admitir que cobrou R$ 2,5 mil para religar a energia de um estabelecimento, em meio ao vendaval que atingiu São Paulo. O registro da prisão ocorreu em vídeo pelo subprefeito da Vila Mariana, Rafael Minatogawa.
Ele conversou com o funcionário sem se identificar e, depois da admissão da cobrança, chamou policiais civis. Na gravação, o homem afirma que combinou o valor para ir a um endereço fora de sua rota. A ação ocorreu na Rua Sena Madureira.
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Minatogawa também divulgou um áudio no qual o funcionário ameaça desligar novamente a energia por falta de pagamento.
O restaurante que foi alvo do ocorrido, Rancho da Empada, estava sem luz desde a tarde de quarta-feira 10. O empresário acionou o subprefeito depois de simular o pagamento, o que permitiu o flagrante.
Resposta da Enel
Nas redes sociais, há outros relatos de supostas cobranças indevidas, incluindo um síndico que afirma que colaboradores teriam pedido R$ 6 mil para religar a energia.
A Enel reiterou que não pode haver cobrança individual por serviços emergenciais. Também informou que “qualquer exigência de pagamento para reparos na rede elétrica da distribuidora, para restabelecimento de energia, está fora das regras de conduta da companhia”.
Mais de 800 mil imóveis seguem sem energia na Grande São Paulo 48 horas depois do ciclone extratropical que atingiu a região.





































É inacreditável a falta de dignidade apresentada por grande parcela da nossa população. O canalha se aproveita duma tragédia para faturar em cima. Mas esperar o quê dum país onde o atual presidente (?) fez de palanque o caixão da esposa e do neto? Isso é bem a cara do brasileiro médio.
É a cara da ENEL…!
Não adianta dizer que a a Enel está fazendo colocando culpa nos prestadores de serviços.
Se contratou, tem que controlar…!