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Elize Matsunaga, condenada por matar o marido, deixa a prisão em SP

Ela foi sentenciada a 16 anos, mas a defesa obteve liberdade condicional

matar o marido
Elize Matsunaga deixa a prisão em Tremembé, SP, em 30/05/2022

Elize Matsunaga, condenada a 16 anos de prisão por matar e esquartejar o marido, Marcos Kitano Matsunaga, ganhou liberdade condicional na segunda-feira 30. O benefício foi concedido pela Justiça em um recurso apresentado pela defesa.

Com isso, Elize passa o restante do tempo de pena em liberdade, tendo de cumprir algumas regras, como informar periodicamente a ocupação e o endereço à Justiça. A previsão, com a pena atualizada, é que ela deixasse a prisão só em 2028.

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Inicialmente, ela havia sido condenada a 19 anos e 11 meses de prisão, mas, em 2019, o Superior Tribunal de Justiça reduziu a pena para 16 anos e três meses.

Em nota, a Secretaria da Administração Penitenciária confirmou que, após decisão judicial, a direção da Penitenciária Feminina de Tremembé deu cumprimento ao alvará de soltura em favor de Elize Matsunaga, em virtude de livramento condicional.

O caso ocorreu em 2012 e o julgamento, em 2016

O crime aconteceu no apartamento do casal, na Vila Leopoldina, zona oeste de São Paulo. Depois de ser baleado na cabeça, o executivo Marcos Kitano — herdeiro da indústrias de alimentos Yoki — teve o corpo esquartejado e as partes jogadas à beira de uma estrada em Cotia, na Grande São Paulo. Ré confessa, Elize foi presa semanas após cometer o assassinato.

Elize alegou à época que atirou em Marcos para se defender dele, que discutiu com ela e lhe agrediu com um tapa no rosto ao descobrir que Elize havia contratado um detetive particular para seguir o marido. O profissional havia descoberto mais uma das traições do empresário e o filmou com uma garota de programa.

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5 comentários
  1. Leila Pereira
    Leila Pereira

    Um deputado xinga Xandão e recebe pena de 9 anos. A fofa tritura o marido em pedaços e já vai pra casa. INACEITÁVEL! A JUSTIÇA NO BRASIL ESTÁ FALIDA.

    1. Washington Braga
      Washington Braga

      Está mais do que claro, só não enxerga quem não quer, que os tribunais são grandes balcões de negócios. Quanto custou esse alvará? Não pode uma assassina que mata o marido com requintes de crueldade ter um benefício como esse. O país está doente e ninguém acredita mais no Judiciário. Os juízes das instâncias inferiores perderam a vergonha. O STF faz o que bem entende e nada acontece. Caminhamos em direção ao abismo e nada é feito para evitar o pior.

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