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Dono de Ferrari vai pagar o IPVA mais caro de São Paulo; entenda

Fabricado em 2023, o veículo está avaliado em R$ 18,2 milhões

A Ferrari Daytona SP3 é considerada um 'supercarro' | Foto: Divulgação
A Ferrari Daytona SP3 é considerada um 'supercarro' | Foto: Divulgação

O proprietário de uma Ferrari Daytona SP3 pagará o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) mais caro de São Paulo em 2026. Fabricado em 2023, o veículo está avaliado em R$ 18,2 milhões, o que resulta em um imposto de R$ 731.677,08.

Os dados fazem parte da tabela de valores venais divulgada pela Secretaria da Fazenda e Planejamento (Sefaz-SP), que serve de base para o cálculo do IPVA do próximo ano. A consulta já está disponível no Sistema de Veículos (Sivei), mediante informação da placa. O imposto poderá ser pago na rede bancária nos próximos dias.

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Além da Ferrari, outros modelos de luxo aparecem no topo da lista. Um Rolls-Royce Cullinan B, também de 2023, está avaliado em R$ 7,61 milhões e terá IPVA de R$ 304.560,12. Entre as motos, o maior valor é da Ducati Panigale V4 R, avaliada em R$ 532.924, com imposto de R$ 10.658,48.

Na outra ponta da tabela estão modelos antigos e de baixo valor de mercado. Um Engecart Nativo Off Road, de 2009, tem valor venal de R$ 5.429 e IPVA de R$ 217,16. Já um Muller TR 18, de 2006, aparece com valor de R$ 1.003 e imposto de apenas R$ 20,06.

Detalhes sobre o IPVA

Três carros
O IPVA é um imposto estadual cobrado anualmente sobre a propriedade de veículos automotores | Foto: Rafa Neddermeyer/ Agência Brasil

O IPVA é um imposto estadual cobrado anualmente sobre a propriedade de veículos automotores. Em São Paulo, a base de cálculo é o valor venal do veículo, definido pela Sefaz, a partir de pesquisas de mercado.

A alíquota do IPVA varia conforme o tipo de veículo. Para automóveis de passeio, o porcentual é de 4% sobre o valor venal. Já motos pagam 2%, enquanto caminhões e ônibus têm alíquota de 1,5%.

O imposto pode ser pago à vista, com desconto, ou parcelado, conforme o calendário divulgado pelo governo estadual. Os recursos arrecadados são divididos entre o Estado e os municípios, sendo que metade do valor fica com a cidade onde o veículo é registrado.

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1 comentário
  1. carlos
    carlos

    Ridículo!!!
    Vivemos em um Bostil onde o achaque da população pelo Estado não encontra limites.

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