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Derrite anuncia prisão de 'peça-chave' do PCC

Leonardo Vinci Alves de Lima, conhecido como Batata, foi capturado pela Rota em Mongaguá, na Baixada Santista

Polícia prende Batata, chefe de facção criminosa em SP
Leonardo Vinci Alves de Lima, conhecido como Batata, foi preso pela Rota em Mongaguá (SP) | Foto: Reprodução/Redes sociais

Membro de alto escalão do Primeiro Comando da Capital (PCC), Leonardo Vinci Alves de Lima, conhecido como Batata, de 48 anos, foi preso na noite deste sábado, 29, em Mongaguá, no litoral sul de São Paulo. O criminoso foi pego durante uma operação das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota).

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Batata havia sido detido com 2 kg de cocaína em agosto de 2019 e, no ano seguinte, recebeu uma condenação a dez anos e sete meses de prisão.

De acordo com o secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, ele comandava o tráfico de drogas em Paraisópolis, zona sul de São Paulo, e executava missões para a facção.

Nas redes sociais, Derrite publicou que Batata é considerado uma “peça-chave” do PCC.

Decisão do STJ

Em junho do ano passado, o ministro Sebastião Reis Júnior, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), anulou a condenação de Batata e mandou soltá-lo. O magistrado argumentou que a abordagem dos agentes da Rota teve como único motivo o nervosismo do acusado ao avistar a viatura da Polícia Militar.

Um mês depois de sua libertação, a 6ª Turma do STJ reverteu a decisão, restabeleceu a sentença de condenação e tornou o membro do PCC um foragido.

O advogado de Leonardo, Marco Antônio Arantes de Paiva, afirma que seu cliente não é chefe do PCC e nunca fez parte de nenhuma organização criminosa.

Alegações do Gaeco

Apesar das alegações do advogado, o Grupo de Atuação Especial e de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Presidente Prudente, vinculado ao Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP), sustenta que Batata era um dos chefes do tráfico de drogas da facção.

Ele foi um dos 175 denunciados pelo Gaeco em setembro de 2013 por formação de quadrilha. As investigações, coordenadas pelo promotor Lincoln Gakiya, duraram três anos e incluíram interceptações telefônicas que revelaram conversas de Batata sobre tráfico de drogas e apreensões de armas.

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9 comentários
  1. Marcelo DANTON Silva
    Marcelo DANTON Silva

    Passamos 35 anos xingando, protestando, condenando e cobrando sistematicamente Executivo e Legislativo….e o JUDICIÁRIO?!?!
    CPMI Lava Toga já!
    PEC para colocar freios claríssimos nesse poder que se tornou FASCISTA.

    1. Paulo Sérgio Gusson
      Paulo Sérgio Gusson

      Será que o Batata também deu uns tapinhas na cara do Sebastião do TSE?

  2. Paulo
    Paulo

    Agora seria a hora correta de investigar o juiz que mandou soltar o bandido. Incluindo as suas contas bancárias aqui e, possivelmente no exterior. Chega destes juízes, que nadam de braçada na impunidade e que se acham os donos do país!

  3. David S
    David S

    Ops, a “justiça” não pode saber, senão a mesma é capaz de condenar os policiais, por assédio psicológico, ao coitadinho!….

  4. Christian
    Christian

    Só falta agora o STJ soltá-lo de novo.
    O STJ coma Poliícia de SP é um morde e sopra…
    A figura é de um santinho…

  5. Marcelo DANTON Silva
    Marcelo DANTON Silva

    O judiciário brasileiro precisa ser passado a limpo…só corrupção…só vendagem de sentenças…DESDE a época das Minas Gerais em 1700 essa casta de corrupções assola o Brasil…Todo mundo Sabe!
    Nada de civilizado sairá de nossa estrutura jurídica e judicial atual…só patinando nas questões civilizadas…bandidagem aqui impera e COMPRA!

  6. Cristina Arroio
    Cristina Arroio

    Derrite! Esse é o cara! Esse tipo de atitude nos trás esperança!

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