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Carnaval é cancelado em 27 cidades de São Paulo

O motivo alegado pelos municípios é que a aglomeração provocada pela festa ajuda a propagar a covid-19

Carnaval 2022: Prefeitura de SP libera inscrição de blocos a partir de 15 de outubro
Carnaval de Rua - Vila Madalena/SP

O Carnaval em 2022 não será de folia, pelo menos em 27 cidades do Estado de São Paulo. Isso porque as prefeituras decidiram cancelar o evento.

O motivo alegado pelos municípios é que a festa ajuda a promover aglomeração, favorecendo a propagação da covid-19.

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Entre as cidades que confirmaram o cancelamento da festa de rua estão: Suzano, Franca, Ubatuba, Taubaté e Mogi das Cruzes.

Em Franca, o prefeito Alexandre Ferreira (MDB) anunciou na segunda-feira 22, que não haverá eventos promovidos pela prefeitura no Carnaval. Ele alegou que o trânsito de pessoas de outros municípios para a cidade é uma preocupação.

Numa reunião conjunta em Guariba, no interior do Estado, 12 prefeituras decidiram não realizar o Carnaval do ano que vem, entre elas Jaboticabal, Taquaritinga e Monte Alto.

Em suas redes sociais, a Prefeitura de Lins comunicou que a pandemia ainda não acabou e, por isso, foi cancelado o investimento público. “O ano de 2022 será de apoio e reestruturação das escolas de samba, para que nos próximos anos tudo possa voltar à normalidade.”

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Em São Paulo, a festa ainda não foi confirmada

Na capital paulista, o Carnaval de rua ainda depende das aprovações dos órgãos de saúde, que avaliam o cenário epidemiológico da pandemia. Apesar disso, até o momento, a prefeitura já recebeu quase 900 inscrições de desfiles de blocos de rua.

Segundo a equipe do prefeito Ricardo Nunes (MDB), a tendência é que a pandemia de covid-19 esteja controlada até o início do ano que vem, o que deve permitir o evento com aglomeração e sem restrições. A expectativa de público é de 15 milhões de pessoas, marca alcançada em 2020, no último Carnaval da cidade.

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7 comentários
  1. José Campos
    José Campos

    Parabéns aos que cancelaram o carnaval, mas tem.muita gente que quer o carnaval e que o COVID volte com toda força, igual está acontecendo em alguns países europeus. Afinal, nunca roubaram tanto com uma doença.

    1. Remi Backes
      Remi Backes

      Sr José Campos, é difícil ficar discutindo sobre uma doença que é nova e foi muito politizada. Agosto e Setembro tiveram manifestações gigantescas e não se tem notícias de aumento de contágio ou hospitalizações, muito pelo contrário. O que se sabe até agora, o vírus parece que é menos agressivo no calor minimizando seus efeitos. Pensando nisso, acho que a vida deveria seguir seu ritmo normal e aproveitar o verão para uma contaminação maior e menos agressiva. Parece que no frio os efeitos negativos do vírus se intensificam.

  2. LUIZ MARQUES BARRETO
    LUIZ MARQUES BARRETO

    Não se esqueçam que no ano passado, no inicio da pandemia, os governadores e prefeitos, em especial os de São Paulo, com vistas à arrecadação, liberou o carnaval que potencializou a transmissão da Covid e, em ato continuo, iniciou-se a campanha do fique em casa que a economia vê depois. Hoje já temos uma economia fragilizada e ainda não acabou a pandemia. Se liberarem o carnaval a possibilidade de uma quarta onde é gigante e, como é ano eleitoral, voltarão a atacar o governo central pelas mortes e pelo caos econômico.

  3. Remi Backes
    Remi Backes

    Já fomos bombardeados com informações as mais controversas possível e nada do que os especialistas previram se concretizou. Mascaras de pano, distanciamento, lockdawn,vacinas, nada funcionou. A única coisa que funcionou, com experiência própria e da minha família e amigos, foi o tratamento com remédio pra piolho junto com outros 4 remédios. Mas isso não pode, é barato e não tem glamour, não enche os cofres dos produtores de vacinas. Diria que a solução é deixar a vida levar seu curso normal, sem interferências de quem não entende nada. Tivemos a experiência das manifestações de Agosto e Setembro que foram aglomerações gigantescas e não teve consequência nas contaminações.

  4. Silvia Helena
    Silvia Helena

    Se todo mundo vai ter que pagar o preço de continuar tomando essas porcarias de vacinas de curtíssima duração e ter que continuar a usar as ridículas e ineficazes máscaras, não tem mesmo que ter carnaval. Tanta animação em nome de quê? A vida tá uma droga com essa pandemia que ninguém tem coragem de decretar o fim, uma vez que a peste chinesa vai continuar. Então se conformem, a festa acabou.

  5. Felipe Fujii
    Felipe Fujii

    Não se esqueçam: no ano de 2020 teve Carnaval incentivado pelo Governador e Prefeito de SP, logo em mar/20 houve decretação de toques de recolher e fechamento de empresas pelos mesmos. Se houver uma nova explosão de casos não esqueçam dos responsáveis pela causa. Ano de eleição é um inferno, político vende a alma para conseguir se eleger.

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