O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) afirmou, nesta quarta-feira, 25, que analisa as informações complementares sobre a morte do cão Orelha, enquanto aguarda o encaminhamento dos vídeos ainda não disponibilizados. De acordo com o órgão, os materiais são considerados importantes para a continuidade da apuração.
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No inquérito policial enviado anteriormente ao MPSC, a Polícia Civil pediu a internação de um adolescente acusado de espancar o animal. Também indiciou três adultos por suposta coação de testemunhas.
Apurações sobre a morte de Orelha
Contudo, os investigadores tiveram de refazer as apurações porque o MPSC identificou lacunas no relatório. O delegado Ulisses Gabriel, que cuidava do caso, é acusado de utilizar o cargo em prol de candidatura a deputado estadual.

Ulisses é investigado por quebra de sigilo funcional ao “usar ou divulgar informação sigilosa à qual só teve acesso por causa do cargo ou função”. Recentemente, o delegado decidiu se afastar do comando da corporação para se dedicar à corrida eleitoral.
As acusações contra os menores ganharam maior força depois de uma testemunha assumir à polícia que mentiu quando disse nas redes sociais que possuía um vídeo do espancamento do animal.
Leia mais: “Relatório policial levanta dúvidas sobre envolvimento de adolescente na morte do cão Orelha”
Além disso, o MPSC apontou inconsistências no relatório policial que indiciou o pai do adolescente por suposta “coação no curso do processo”. Na última sexta-feira, 20, a Polícia Civil concluiu o laudo da exumação do corpo do animal e enviou o resultado ao MPSC. Os materiais não foram divulgados pela corporação.








































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