O número de domicílios particulares permanentes no Brasil cresceu 2,6% em 2025, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira, 17.
O país passou a ter 79,3 milhões de residências — 2 milhões a mais do que em 2024. O avanço foi registrado em todas as regiões. Em comparação com 2016, quando o Brasil tinha 66,7 milhões de domicílios, o estoque atual é 18,9% maior. Entram nessa conta casas, apartamentos e também moradias em cômodos, cortiços e similares.
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Ao mesmo tempo, o número médio de moradores por residência segue em queda. Em 2025, a média ficou em 2,7 pessoas por domicílio, repetindo o nível de 2024, mas abaixo das três pessoas registradas em 2016.
Detalhes da pesquisa do IBGE sobre domicílios

Segundo o IBGE, o dado indica menor adensamento domiciliar e reflete mudanças na composição das famílias e na forma de ocupação das moradias.
A Região Sul teve o maior crescimento entre 2024 e 2025. Foram 463 mil novas unidades habitacionais, avanço de 4% no período. O Centro-Oeste aparece em seguida, com alta de 3,5% e acréscimo de 217 mil domicílios. Já o Sudeste registrou a menor expansão do país, de 2,3%.
As maiores reduções no número médio de moradores por residência desde 2016 foram registradas no Norte e no Nordeste. No Norte, a média caiu de 3,6 pessoas por domicílio para 3,1 em 2025. No Nordeste, o índice recuou de 3,2 para 2,7 no mesmo intervalo.
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Com esse CANALHA na Presidência do IBGE, qualquer número dessa outrora respeitável instituição é suspeito. Na realidade, nada de supeito. Falsificado mesmo.
Excelente
E vocÊ acredita em números do IBGE com esse calhorda na Presidência do mesmo?