publicidade
Brasil

Acidente com aeronave em Copacabana entra na mira de investigação sobre faixa

Tragédia resultou na morte do piloto Ricardo Leite de Amorim

O acidente com o avião em Copacabana ocorreu neste sábado, 27 | Foto: Reprodução/Redes sociais
O acidente com o avião em Copacabana ocorreu neste sábado, 27 | Foto: Reprodução/Redes sociais

O acidente de avião que resultou na morte do piloto Luiz Ricardo Leite de Amorim, de 40 anos, em Copacabana, no Rio de Janeiro, levanta suspeitas sobre a influência do tamanho da faixa de propaganda transportada. Segundo o jornal O Globo, esse tipo de faixa pode impor um arrasto excessivo. A tragédia ocorreu neste sábado, 27.

+ Leia mais notícias de Brasil em Oeste

Receba nossas atualizações

O resgate do corpo do piloto, realizado pelo Corpo de Bombeiros depois de duas horas e meia de buscas, revelou que a empresa responsável, Visual Propaganda Aérea, não possuía licença para operar na data do acidente. A companhia será autuada pelas autoridades. As investigações são conduzidas pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) e pela Polícia Civil.

Possíveis causas do acidente em Copacabana

Entre os fatores analisados estão pane no motor, problemas no sistema de controle da aeronave ou inadequação da faixa ao modelo do avião. O subprefeito da zona sul do Rio, Bernardo Rubião, explicou que o piloto fazia o primeiro voo de publicidade aérea. Em situações de emergência, a recomendação é desprender a faixa rapidamente para tentar um pouso seguro.

O acidente ocorreu por volta das 12h, entre os postos 3 e 4 da praia, próximo à Rua Santa Clara. Segundo relatos, havia embarcações e motos aquáticas na área, mas nenhuma outra pessoa ficou ferida. Testemunhas afirmam que ouviram um forte estrondo antes de a aeronave despencar e a faixa cair na água.

Equipes de resgate utilizaram motos aquáticas, embarcações infláveis, mergulhadores e helicóptero, com sete veículos no suporte logístico. Investigadores do Cenipa estiveram no local para recolher dados e a aeronave de matrícula PT-AGB será levada para análise técnica em uma marina.

A Força Aérea Brasileira comunicou que a apuração do Cenipa visa a identificar fatores contribuintes para evitar novos acidentes, sem buscar atribuição de culpa. A Prefeitura do Rio de Janeiro, por sua vez, esclareceu que a Visual Propaganda Aérea tinha alvará para publicidade aérea. Contudo, não requisitou licença específica para o voo.

Leia também:

Leia mais sobre:

0 comentários
Nenhum comentário para este artigo, seja o primeiro.
Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade