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Brasil

Quase metade dos brasileiros discorda da inelegibilidade de Bolsonaro

O levantamento é do Instituto Paraná Pesquisas; outros 44,7% dos entrevistados estão de acordo com a decisão do TSE

Bolsonaro
Dos que discordam da inelegibilidade do ex-presidente, mais da metade são homens de 35 a 44 anos; entre as regiões, o Sul do país mostrou o de maior percentual contrário à decisão do TSE | Foto: Reprodução/Rede Social/Jair Bolsonaro

O levantamento realizado pelo Instituto Paraná Pesquisas foi divulgado nesta terça-feira, 13. Os dados revelam que quase metade dos brasileiros, 48,4%, discorda da inelegibilidade do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por oito anos. Outros 44,7% estão de acordo com a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Entre os entrevistados, 6,9% não souberam ou não quiseram responder.

A pesquisa foi realizada nas cinco regiões do Brasil. Entre os dias 24 e 28 de janeiro, o Paraná Pesquisas ouviu 2.026 eleitores com mais de 16 anos de idade de 164 municípios nos 26 Estados e no Distrito Federal.

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As perguntas foram: “O ex-presidente Jair Bolsonaro se tornou inelegível, ou seja, não poderá se candidatar a nenhum cargo político pelo período de 8 anos a contar das eleições de 2022. O (A) Sr. (a) concorda ou discorda dessa decisão?”.

Entre os eleitores que discordam da decisão do TSE, mais da metade são homens de 35 a 44 anos; a maioria evangélica. Por região, os eleitores do Sul do país foram os que mais discordaram da decisão da Corte Eleitoral de tornar Bolsonaro inelegível. Confira a tabela da Paraná Pesquisas:

Pesquisa Bolsonaro
Divulgação/Paraná Pesquisa

A margem de erro média é de 2,2 pontos porcentuais para mais ou para menos, e o intervalo de confiança é de 95%.

Leia também: “Bolsonaro convoca ato para o dia 25 em São Paulo”

Relembre a decisão do TSE que deixou Bolsonaro inelegível

O TSE decidiu no final de junho de 2023, por 5 votos a 2, determinar a inelegibilidade de Bolsonaro por 8 anos. A alegação foi de abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação.

A decisão foi baseada em uma ação apresentada pelo PDT contra uma reunião de Bolsonaro com embaixadores, na qual Bolsonaro criticou o sistema eleitoral brasileiro e o Supremo Tribunal Federal (STF).

A defesa do ex-presidente entrou com recurso, mas foi rejeitado em setembro, portanto, três meses depois, pelo TSE.

Leia também: “Bolsonaro pretende ser candidato em 2026”

No mês seguinte, em outubro, os ministro deram mais uma condenação a Bolsonaro. Dessa vez, por suposto uso eleitoral durante as comemorações do 7 de Setembro por ocasião do Bicentenário da República.

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6 comentários
  1. LUIZ MARQUES BARRETO
    LUIZ MARQUES BARRETO

    Isso porque 44,7% que concorda se informa pela midia tradicional.

  2. Paulo
    Paulo

    Urnas Eleitorais: nas últimas eleições houve muita polêmica sobre as urnas eletrônicas brasileiras e, isto é muito ruim para a nossa democracia. Já na eleição argentina, houve Zero polêmicas. Para evitar estas discussões marginais e inúteis, nas próximas eleições, deste ano, deveríamos usar as urnas argentinas com voto impresso.

  3. Marco Polo Gerard Bondim
    Marco Polo Gerard Bondim

    Ora, se num país aonde 45 % dos cidadãos pensam que determinada situação prevalece em relação à sua opositora, logo, as coisas se encontram praticamente iguais.
    A pergunta é, como pode diante de um fato que todos presenciaram – 4 anos de governo Bolsonaro mais os 2 anos circunvizinhos, o anterior e o posterior -, metade da população entender de um modo e a outra metade do outro?
    Fruto da amostragem? Dos termos da pesquisa? Da tabulação, compilação, …?
    Somos metade de incapazes, analfabetos funcionais, alienados, corruptos, sabotadores, traidores, …
    Ou levamos a sério os fatos, a realidade, ou já era, entreguemos nosso destino e o do Brasil ao deus dará!

  4. Lourival Nascimento
    Lourival Nascimento

    E no Uol, segue a CENSURA dos escrevinhadores apelidados de ” colunistas “, gente como Josias de Souza e outras desimportantes figura, todo arbítrio chancelado pelo senhor Mariante, Ombudsman do Grupo Folha de São Paulo, pai permissivo do Uol.
    Matéria do Josias no Uol hoje, 14/02/2024
    Josias de Souza
    Bolsonaro procura na rua cartas para jogar com a PF e o Supremo
    Josias de Souza Colunista do UOL
    13/02/2024 19h43
    O MEU COMENTÁRIO CENSURADO PELO UOL, JOSIAS DE SOUZA E SENHOR MARIANTE
    Uol, Josias e senhor Mariante, Ombudsman do Grupo Folha, pai permissivo do Uol, este comentário será salvo para eu usá-lo contra vocês em caso de CENSURA. Josias, o Consórcio LULA/STF/GLOBO/FOLHA e outros veículos da velha e podre mídia já não sabem mais inventar mentiras, factoides, cortinas de fumaça, fake news e outras artes fora da Lei para incriminar o Bolsonaro. Não acho que ele seja perfeito, coisa que eu e você não somos, mas essas operações de ” pesca probatória ” estão desmoralizando ainda mais vocês, o STF, a PF e outros órgãos do Estado que têm gosto de sangue nas bocas e toneladas de ódio contra o Bolsonaro. Não estranharemos se no dia 25/02 na Paulista infiltrados, Black Blocs, a turma dos ” diálogos cabulosos ” e outras anomalias morais tentarem algo, pois sabemos do modus operandi que agem. Lhes frustra não terem nada VERDADEIRO e contundente contra Bolsonaro e a PF prorrogar prazo para ouvi-lo escancara a caça odiosa do STF.

    1. Marco Polo Gerard Bondim
      Marco Polo Gerard Bondim

      São uma vergonha, absolutamente medíocres, desprezíveis e inofensivos, caso não tivéssemos sidos tomados pelo aparelhamento de iguais e de representantes do crime organizado no Direito!

  5. OTNIP M. IAVI
    OTNIP M. IAVI

    Instituto de pesquisa, outra farsa. O detalhe nao é concordar ou discordar, mas aceitar que o “” MISSAO CUMPRIDA VENERADO CHEFE””, é um impostor e corrupto, basta ler o historial de vida na web.

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