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Tecnologia

Flórida vai criar a primeira faculdade de Inteligência Artificial

Cerca de 4,76 milhões de profissionais de segurança cibernética são necessários no mundo

A Universidade do Sul da Flórida, com sede em Tampa, vai ter a primeira faculdade de Inteligência artificial e segurança cibernética do mundo. A instalação da faculdade, segundo o Wall Street Journal, vai acontecer graças à doação de 40 milhões de dólares oferecida pelos investidores Arnie e Lauren Bellini. Seu nome será Bellini College of Artificial Intelligence, Cybersecurity and Computing (Faculdade Bellini de Inteligência Artificial, Segurança Cibernética e Computação).

Várias universidades no mundo e no Brasil (UFG, PUC-Rio, UNITAU, PUCRS) oferecem cursos de Inteligência Artificial. Mas essa é a primeira vez que uma faculdade vai ser criada inteiramente dedicada ao ensino de IA e outros temas de tecnologia avançada. “O que você verá nos próximos 30 anos será muito transformador”, disse Arnie Bellini. “Tudo será baseado em IA e robótica, e aqueles que inovam precisam proteger suas inovações”.

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Segundo o WSJ, a necessidade para essa área é cada vez maior: “o órgão de certificação ISC2 estima que cerca de 4,76 milhões de profissionais de segurança cibernética são necessários no mundo todo, com a América do Norte respondendo por cerca de 543.000 dessa lacuna de talentos”.

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1 comentário
  1. carlos roberto de moura
    carlos roberto de moura

    Legal, Dagomir. Saúdo a inteligência artificial, que vem abrindo novos horizontes. (Digitando meio pelo rumo:) A lógica não depende da vontade humana. Pode-se fazer pesquisa com perguntas viciadas, interpretar tendenciosamente os números, esconder os dados e divulgar porcentagens sob encomenda. Mas uma análise por profissionais sérios e competentes desmascara os truques.

    Imagine se fosse vazado o diagnóstico de uma IA hospitalar recomendando o desligamento dos aparelhos de uma determinado paciente… Nem precisa ser verdade, a suspeita já seria catastrófica para o número de internações. Esse tipo de conclusão seria filtrado por razões e interesses humanos – nem sempre fundados na lógica.

    Queremos que as máquinas sejam tão boas a ponto de se parecerem com a gente (rs). O desconhecido sempre nos assombrou, como nos tempos das cavernas sem eletricidade e wifi. O medo pode atrasar/desviar mas não impede o avanço tecnológico. Questão antiga: Se nós evoluíssemos tão rápido quanto as máquinas, ainda seríamos humanos?

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