A empresa ByteDance, dona do TikTok, está encolhendo sua equipe de investimentos, em resposta a repressões regulatórias na China contra monopólios.
A informação é da agência de notícias Reuters, que conversou com três fontes a par do assunto na quarta-feira 19.
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A ByteDance havia separado seu braço de investimento externo em divisões financeiras e estratégicas, com a última destinada a financiar outros negócios que pudessem ter sinergias com a empresa.
Entretanto, os funcionários da equipe de investimentos financeiros foram informados por executivos da ByteDance que a equipe será dissolvida. Eles foram incentivados a procurar oportunidades em outros lugares, disseram duas das fontes à Reuters.
As seis unidades de negócios da ByteDance, criadas em outubro em uma grande reformulação organizacional, incluem o TikTok e sua versão chinesa Douyin.
A revisão da equipe de investimentos estratégicos foi projetada para “melhorar as colaborações entre pesquisa de estratégia e operações de negócios”, informou a empresa.
China amplia restrições contra monopólios
A medida acontece enquanto Pequim amplia os esforços antimonopólio para conter gigantes de tecnologia.
O último investimento da ByteDance incluiu a compra do estúdio de jogos Moonton Technology, de Xangai, no ano passado, por US$ 4 bilhões.
A empresa também comprou a fabricante de fones de ouvido de realidade virtual Pico.
Desaceleração
As regulamentações chinesas também têm freado o crescimento da ByteDance.
A receita anual da dona do TikTok aumentou 70% no ano passado, para cerca de US$ 58 bilhões.
Porém, é um crescimento mais lento, na comparação com 2020, quando a empresa registrou naquele ano uma alta de 100% na receita, para cerca de US$ 34 bilhões.
Outras empresas chinesas de tecnologia, como Tencent e Alibaba, também relataram desaceleração do crescimento.
‘O dono do mundo’
“As demonstrações cada vez mais insistentes e ameaçadoras de poder da China seriam na verdade um sinal de fraqueza? O regime comunista estaria num beco sem saída? A China Comunista seria uma estrutura apodrecida à espera do desabamento, como a União Soviética de 1991?” As respostas estão na reportagem “O dono do mundo”, de Dagomir Marquezi, publicada na edição 88 da Revista Oeste.





































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