Matéria da edição de hoje do jornal britânico The Times listou dez lições deixadas pela missão que levou quatro astronautas ao redor da Lua. Um resumo:
1 – O foguete de 98 metros construído para a Nasa funcionou perfeitamente para colocar os astronautas em órbita. O Artemis I havia falhado em 2022.
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2 – Europeus sabem construir foguetes. Os motores que levaram o módulo que incluiu a espaçonave Orion foram construídos pela Agência Espacial Europeia.
3 – A Nasa pode construir um foguete perfeito, mas o banheiro da nave teve problemas. Tiveram que jogar parte da urina congelada no espaço.
4 – O público ainda é fascinado pela exploração espacial. Apesar de ser uma “reprise” melhorada das missões Apolo de 1969-1972, a Artemis II capturou a atenção do público internacional e se espalhou pelas redes sociais.
5 – A Lua é marrom. Vista de perto por olhos humanos, a Lua não tem o tom cinzento que todos esperavam. Segundo a astronauta Christina Koch, “quanto mais eu olho para a Lua, mais marrom ela parece”.
6 – A Lua continua sendo bombardeada por meteoros. Os astronautas observaram um enorme número de novas crateras na superfície do satélite e testemunharam pelo menos quatro desses choques.
7 – A diplomacia espacial funcionou. E amenizou o clima muito ruim entre o governo Donald Trump e o primeiro-ministro Mark Carney por causa da presença do astronauta canadense Jeremy Hansen na tripulação.
8 – Ciência e religião se misturam. No meio de toda a terminologia científica usada na missão, o astronauta Victor Glover fez questão de dizer que estava lendo a Bíblia. “Acredite em Deus ou não”, declarou Glover, “esta é uma oportunidade para nos lembrarmos de onde estamos, quem somos e que temos que superar isso juntos”.
9 – Os quatro astronautas carregaram células de medula óssea retiradas de seus corpos. Elas serão comparadas com células deixadas na Terra durante a viagem para fazer uma comparação dos efeitos do espaço no corpo humano.
10 – Estamos a caminho de nos tornar uma espécie multiplanetária. Esse voo da Artemis é um ensaio para o estabelecimento de uma base terrestre em Marte — e daí para além.





































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