Demissões em massa abalam o setor tecnológico no decorrer dos últimos meses, o que provoca instabilidade e incerteza nas empresas, impactando a produtividade e o bem-estar dos colaboradores. A onda de demissões na área atingiu 260 mil postos de trabalho no último ano, conforme levantamento do jornal norte-americano The New York Times.
A constante agitação provocada pelas demissões em empresas de tecnologia tem sido descrita como uma “vida no liquidificador”, caracterizada por incerteza e perturbação constantes.
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Os cortes, conforme lembra o portal R7.com, afetaram as big techs. Companhias como Google, Meta (Facebook, Instagram e WhatsApp), Microsoft e Amazon promoveram demissões em massa desde o início de 2023
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Mudanças organizacionais, fusões e reestruturações são eventos recorrentes que afetam a estabilidade e a produtividade dos colaboradores, gerando um ambiente de trabalho desafiador e imprevisível.
Demissão em massa é igual a redução de custos?
Estudos demonstram que as demissões em massa raramente resultam em redução de custos, aumento de produtividade ou solução efetiva para os problemas das empresas. A instabilidade gerada por reorganizações frequentes e mudanças abruptas afeta diretamente o desempenho e a motivação dos colaboradores, destacam especialistas consultados pelo The New York Times.
“É como antes de um tsunami, quando a água some”, disse um profissional, que não teve a identidade divulgada, ao jornal norte-americano. “Você não vê a água, e então o tsunami vem, de repente, com força. Por isso, quando tudo está calmo, eu me preocupo.”





































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