O serviço de telefonia celular por torres está com os dias contados. O modelo de comunicação por satélite da Starlink, de Elon Musk, já havia feito o prelúdio do fim em novembro de 2024, quando anunciou a conexão de alguns smartphones ao seu sistema de satélites. Agora, as três maiores empresas chinesas de telefonia também resolveram entrar nesse mercado.
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No fim de setembro, Pequim autorizou a China Mobile, a China Telecom e a China Unicom a operarem sistemas de cobertura de celular via satélite. Inicialmente, assim como no serviço oferecido por Musk, o modelo permitirá ligações de emergência, em alto-mar e em áreas remotas.
Celular sem torres
Embora Musk tenha anunciado seu sistema de cobertura de telefonia por satélite em 2024, o serviço começou a operar somente em julho de 2025. O modelo funciona por meio de uma constelação de satélites que operam a cerca de 500 km do solo terrestre.
High-speed internet in the most rural and remote areas 🛰️🏡 https://t.co/KfKlQkvaNI
— Starlink (@Starlink) July 29, 2025
Inicialmente, a transmissão dependia de receptores em terra. Eram antenas individuais que recebiam o sinal. A menor delas tem as dimensões de uma folha A4. Em 2024, a Starlink deu início à instalação de uma nova geração de satélites capazes de se conectarem diretamente com os celulares.
China vs. Musk
Musk fundou a Starlink em 2015, mas o projeto se tornou operacional apenas cinco anos depois, em 2020, com cobertura em todos os Estados Unidos. No ano seguinte, os chineses fundaram uma estatal com a missão de criar um modelo similar.
Não adianta copiar, socialistas e “progressistas”: a inovação tecnológica sempre parte de empresas privadas. O estado não cria, não produz, só atrapalha e censura.
Na certa copiaram mal o original.