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A indiazinha contra o monstro

O Predador: a Caçada supera o irrealismo com um diretor talentoso e uma jovem atriz cheia de fúria

Foto: divulgação Hulu

Filme
O Predador: a Caçada (Star+)

É possível fazer um bom filme dentro dos parâmetros da correção política? O Predador: a Caçada prova que sim. Esta produção traz de volta o monstro alienígena com cara de caranguejo e cabelos dreadlock, lançado em 1987 combatendo o herói Arnold Schwazenegger .

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Esta quinta sequela imagina a chegada do Predador há 300 anos, numa tribo da nação Comanche, nas grandes planícies americanas. Esse alienígena, como diz o próprio nome, vem à Terra para caçar. Dessa vez ele enfrenta uma jovem caçadora (ou seja, mulher e indígena, politicamente correta em dobro) chamada Naru.

Imagem: divulgação

Sim, é totalmente irreal pensar que um alienígena com equipamento hightech possa ser derrotado por uma indiazinha armada com um machado, arco-e-flecha e uma corda. Mas a atriz Amber Midhunder encara seu papel com tanta fúria e disposição que gera credibilidade.

O diretor Dan Trachtenberg já havia mostrado seu talento no estranho Rua Cloverfield 10, de 2016, quando conseguiu retratar um apocalipse com poucos personagens presos numa casa. Ele é também um dos diretores da série The Boys, que tem um fã-clube crescente e fiel. Em O Predador: a Caçada, Trachtenberg usa muito bem a escuridão que se espera de cenas no mato em pleno século 18. O escuro se torna um personagem à parte.

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13 comentários
  1. O esclarecido
    O esclarecido

    Lacradas não devem ser ignoradas, devem ser expostas.

    É assim que combatemos o marxismo cultural no cinema.

    Assista aos documentários do BP sobre o assunto.

  2. Miguel Wilton Lobato Reça
    Miguel Wilton Lobato Reça

    Kkk… Chega a ser patético! Quem assistiu o predador 1987 sabe do que estou falando. 1987, um grupo de militares fortemente armados, altamente treinados e experientes, são destroçados por um ser alienígena, por um golpe de sorte um deles sobrevive e fere o monstro, que ativa uma arma nuclear e se autodestruindo. 2022, uma mocinha de 50 quilos mata um desses monstros com flechinhas, coisa que uma .50 não conseguiu fazer em 1987. Lacrate feministe, e só!

  3. Cleber Maciel Cunha
    Cleber Maciel Cunha

    Por que estamos assim – com base nos comentários – Tão esquerda ou direita? Por que muitas vezes repetimos exaustivamente uma ideia que não a obtivemos através do nosso exercício de aprendizado e pensamento? Não é melhor pensar antes de repetir e reproduzir as besteira que se ouve e acredita? Não é melhor, ver, aprender, conhecer, para só então poder exercer o direito de opinião e critica? Antes de ler um livro, não é sábio nem inteligente falar o que se acha dele. Leia, assista, aprenda, PENSE, óh preguiçoso de mente!

    1. Miguel Wilton Lobato Reça
      Miguel Wilton Lobato Reça

      Você precisa assistir o Brasil Paralelo, lá tem umas aulas em que eles explicam a infiltração do marxismo cultural no cinema, a substituição gradual dos clássicos por esses lixos de consumo rápido.

  4. Elizeu Loureiro Filho
    Elizeu Loureiro Filho

    Lacração pura, ela puxa com uma cordinha de couro um bicho de mais de 200 quilos? ahhh. vai catar coquinho!!!

  5. Luiz Rodrigues
    Luiz Rodrigues

    Eu assisti ao filme no dia do lançamento e por mais que alguns aqui falem que há lacração, não há. É simplesmente a velha luta do “macaco” contra uma espécie mais forte e preparada, porém sem a astúcia que nós humanos temos para sair das piores situações com criatividade. O filme é bom, prende, serve para curtir com a família, comendo pipoca e esquecer um pouco dessa chatice que vivemos hoje.

    1. José Camargo
      José Camargo

      É pura lacração.Até a pseudo-preocupação do índigena com a natureza é explorada.

  6. Eduardo
    Eduardo

    Revista oeste passando pano para um filme repleto de lacração no qual o herói foi substituído por uma mulher cheia de “força” e ideais feministas, já faz algum tempo que venho notando que esse site já não se comporta como conservador e está indo a passos largos rumo ao ostracismo, pois as mídias conservadoras que tentaram isso tiveram esse destino, é só olhar o renova mídia e conexão política, é chamar o seu leitor de idiota pois certamente se quisermos lacracao estaríamos acessando o UOL, não tenho mais paciência com esse tipo de palhaçada foi acessar somente o JCO que mesmo proibido de captar recursos por ordem do xandy se mantém uma mídia conservadora raiz.

  7. O esclarecido
    O esclarecido

    Os idiotas úteis precisam de entretenimento também.

    De preferência algum que continue a entorpecer seus poucos neurônios.

  8. Carlos Alberto
    Carlos Alberto

    Predador de 1987 acabou com um pelotão de soldados americanos armados até os dentes e esse de 300 anos atrás perdeu para um punhado de índios de arco, flecha e lanças, ehh lascosfera viu kkkkk

    1. Luiz Rodrigues
      Luiz Rodrigues

      Se você assistiu ao Predador de 1987, não importava ter um exército se você não sabia como derrotar o monstro. Neste filme, só pq colocaram uma mulher índia como protagonista e a esquerda conseguiu alugar um apartamento na mente das pessoas, todos já acham que há lacração. Mesmo que existisse, você já é grandinho para ignorar as lacradas.

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