O Ministério da Saúde anunciou, nesta quinta-feira, 1º, o recebimento de mais de 1,3 milhão de doses da vacina da Pfizer contra a covid-19. A entrega faz parte da primeira remessa, que tem 7,4 milhões de doses previstas.
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As novas vacinas chegam para distribuição depois de o governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) informar um atraso por causa da troca de fornecedor. A medida deixou Estados e municípios com a possibilidade de falta do imunizante.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, ressaltou a velocidade da entrega. “Essa entrega aconteceu em 14 dias”, afirmou. “Foi um recorde, mais rápido até mesmo que no período da pandemia. Isso mostra a garantia e a segurança da empresa que está fornecendo para o Ministério da Saúde.”
A previsão da pasta é de que ocorram mais de 15 milhões aplicações de doses em 2025.
O novo contrato de vacinas do Ministério da Saúde
No ano passado, o Ministério da Saúde fechou um acordo para a compra da vacina Covovax, fabricada no Instituto Serum, da Índia, e comercializada no Brasil pela farmacêutica Zalika. A empresa enviou cerca de 3 milhões de doses até janeiro.

Para as novas remessas, a pasta cobrou uma atualização do imunizante para atacar a cepa JN.1. Porém, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) negou o pedido de modificação da vacina.
O Ministério da Saúde, então, reabriu o processo de compra das doses para trocar de fornecedor e firmou contrato com Pfizer.
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Agora, o laboratório tem a responsabilidade pela entrega de todas as doses da covid-19 ao Sistema Único de Saúde (SUS).
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