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Saúde

Anvisa proíbe suplemento que prometia tratar diabetes

Com a medida, ficam proibidas a fabricação, a venda e a propaganda do Glicopill em todo o país

O suplemento alimentar Glicopill, proibido pela Anvisa | Foto: Reprodução
O suplemento alimentar Glicopill, proibido pela Anvisa | Foto: Reprodução

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a venda do suplemento alimentar Glicopill, comercializado em cápsulas e anunciado como capaz de equilibrar a glicemia de forma “saudável”.

Além da proibição, a Anvisa determinou a apreensão do produto e o fim da fabricação, da distribuição, da importação, da propaganda e do uso em todo o país.

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A medida foi tomada depois de a agência identificar propagandas do suplemento em plataformas de venda na internet. No site oficial, o Glicopill era anunciado como “a fórmula mais eficiente para controle da diabetes”.

Segundo a Anvisa, o produto infringe diversas normas sanitárias, entre elas a ausência de registro, rotulagem irregular e falta de aprovação sanitária.

Empresa responsável pelo medicamento não se manifestou sobre proibição da Anvisa

A decisão da Anvisa foi oficializada no Diário Oficial da União na última sexta-feira, 19 | Foto: Reprodução/Flickr
A decisão da Anvisa foi oficializada no Diário Oficial da União | Foto: Reprodução/Flickr

A agência reforça que é proibida a comercialização de produtos com promessas terapêuticas, especialmente quando associados ao tratamento ou controle de doenças, como diabetes. A empresa responsável pelo Glicopill não se manifestou publicamente.

O descumprimento de normas sanitárias pode resultar em advertência, multa que varia de R$ 2 mil a R$ 1,5 milhão, apreensão e inutilização do produto, além da suspensão da fabricação, da venda e de propaganda, conforme a Lei nº 6.437/1977.

Em casos mais graves, como a comercialização de produtos sem registro ou com promessas terapêuticas, a infração pode levar à interdição do estabelecimento, ao cancelamento de licenças e ao encaminhamento do caso ao Ministério Público, quando há indícios de crime contra a saúde pública ou propaganda enganosa.

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