O texto a seguir é o prefácio do livro da jornalista Sonia Elijah, recém-publicado e ainda sem versão em português, 3/11 Viral Takeover: On March 11, 2020, a Pandemic was Declared and Our World Changed Forever (“O Controle Viral de 11/03: Em 11 de março de 2020, uma pandemia foi declarada e nosso mundo mudou para sempre”):
O período da Covid foi um ponto de virada em nossas vidas. Vimos como o sistema que nos governa realmente funciona e do que ele é capaz. Vivenciamos a apoteose do Estado planejador corporativista, algo próximo de um totalitarismo distópico como nunca se imaginou. Observamos como a mídia, a tecnologia, governos eleitos e não eleitos, e a indústria médica trabalham em perfeita sintonia quando seus interesses estão em jogo. E sentimos na pele o impacto do grande poder de controle desse cartel sobre toda a população.

Aquele bando de slogans — como ganhe tempo, freie a propagação, achate a curva, estamos nisso juntos, fique em casa, use máscara, tome a picada, acabe com a desinformação e a má informação, é uma pandemia dos não vacinados, e mais milhares de clichês idiotas — com o tempo se revelou uma teia de mentiras. Todos apontam para o mesmo esquema nefasto: a manipulação da confiança pública para empurrar um produto mal rotulado, baseado em uma tecnologia de invasão de genes nunca usada antes.
Mesmo agora, escrevendo essas palavras e tentando absorver mentalmente tudo o que passamos, isso ainda me choca — e olha que eu escrevi inúmeros artigos e dois livros sobre o assunto. Em diversos aspectos, o período da Covid parece muito uma guerra de verdade, com a clássica névoa e um longo tempo de recuperação. A reação ao vírus deixou grande parte do mundo em frangalhos: analfabetismo, abuso de substâncias, vício em tecnologia, crise de saúde, cadeias de suprimentos rompidas, empresas falidas, elites médicas desacreditadas, governos endividados imprimindo dinheiro sem parar, salários defasados (apesar do pagamento de auxílios extras, foram corroídos pela inevitável inflação), e a criação de um estado de vigilância que começou com rastreamento de doenças e se tornou um ambicioso sistema de passaportes digitais de vacinação.

Cada nação tinha seu vilão. Mas o mais impressionante é a semelhança das políticas em quase todos os países do planeta, graças às orientações da Organização Mundial da Saúde. Participei de briefings pós-apocalípticos em vários desses países e fico pasmo ao ver que quase todos adotaram os mesmos protocolos malucos: do uso de sanitizantes às máscaras obrigatórias, do fechamento de empresas às vacinas compulsórias. Contam-se nos dedos de uma mão as nações dissidentes, e imprevisíveis, como Tanzânia, Nicarágua e Suécia.
Pela complexidade, o tema exige, sem dúvida, um livro. Mesmo assim, não há como cobrir toda a calamidade. Além disso, um livro desse tipo carrega o peso de uma vasta documentação nas áreas de política, ciência e história. Isso porque o alvo permanece nas costas de qualquer um que ouse questionar que nem tudo foi, de fato, o melhor que podia ter sido feito com as informações disponíveis na época. Quantas vezes ouvimos isso? Quantas comissões concluíram essa mesma ladainha, prometendo agir mais rápido da próxima vez? Mesmo agora, enquanto escrevo, há pouquíssimas admissões de culpa. Quanto mais pedidos de desculpas. As revistas médicas e a grande mídia simplesmente viraram a página como se nada disso importasse.
É aí que entra este tratado magistral da jornalista científica Sonia Elijah. Desde o início, seu papel foi essencial na reportagem e divulgação de verdades sobre a catástrofe da Covid — do ponto de vista de uma jornalista britânica que acompanhou cada detalhe, dia a dia, hora a hora. Ela se tornou mestre no assunto. O livro levou cinco anos para ser escrito e inclui um nível de documentação impressionante. Essa devoção aos fatos é sustentada por uma profunda paixão, compatível com o tema.
O resultado é um livro para os anais da história, que vai desmantelar a operação limpeza que está em curso agora. De fato, com a publicação de 3/11: Viral Takeover, surge o relato mais exaustivo e de maior autoridade da experiência britânica já impresso. Provavelmente levará anos para ser superado, se é que algum dia será.

Todo amante da liberdade e da civilização deve a Elijah uma gratidão profunda por sua dedicação meticulosa aos detalhes e pela disciplina pessoal para completar este livro. Sua obra vem impedir que os livros de história reproduzam a visão oficial pregada diariamente nos jornais e revistas. A realidade é áspera e muitas vezes assustadora, mas a verdade precisa ser contada.
Parabéns a todos os leitores e a todos que recomendarem esta obra pelo bom discernimento na escolha da literatura, e a todos os que serão inspirados por esta pesquisa a corrigir o erro e buscar reformas que impossibilitem repetir essa experiência.
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“O alvo permanece nas costas de qualquer um que ouse questionar que, de fato, nem tudo foi o melhor que podia ser feito com as informações disponíveis na época.” Desse modo, como é descrito perfeitamente no artigo, o “sistema” segue colocando o alvo e se protegendo do mal que causou, sem admissão de culpa pelas muitas mortes que poderia ter evitado.
A Oeste deveria viabilizar negociações com editoras, para a edição desse livro no Brasil.
A verdade precisa ser contada, SEMPRE! E será! Os criminosos incautos nunca foram poupados de penas que podem chegar a mortes trágicas!