Tentaram matar o Trump de novo. Virou moda. Como de hábito, tão ou mais assustador que o atentado em si foi a reação da mídia. Em 24 horas, o assunto sumiu. É a naturalização da caçada. Está consagrada, nas entrelinhas, a mensagem: tiro ao alvo liberado — se o alvo for Trump.
Esse sistema de desumanização do presidente dos EUA tem muitos sócios. Todos de boa aparência. Os intelectuais da BBC afetam dia sim, outro também, seu asco pelo atual mandatário norte-americano. Chegaram a fraudar um discurso dele para acusá-lo de atentar contra a democracia. O escândalo da BBC sumiu tão rápido quanto somem as notícias sobre as tentativas de eliminação de Donald Trump.

Esse é o padrão para toda a chamada grande imprensa — até aquela que no Brasil, por exemplo, é crítica ao petismo. Quando o assunto é Trump, toda a intelectualidade moderna se excita com a oportunidade de mostrar como é civilizada e culta — maldizendo o vilão pré-estabelecido. Não tem erro. Até porque o verniz hollywoodiano legaliza diariamente esse teatro.
Empenhado na bem-sucedida construção de sua carreira internacional, Wagner Moura já aprendeu que o tapete vermelho fica mais reluzente quando se fala mal de Trump. Ele repete com convicção o texto de todas as celebridades e subcelebridades “politizadas”: Trump é uma ameaça à democracia. Mesmo que para isso seja preciso fechar os olhos para ilegalidades e até para as deportações de imigrantes nas gestões Biden e Obama. Encenação não é problema para quem foi Capitão Nascimento e é fã de Lula.
Billie Eilish, Lady Gaga, Bad Bunny e sua “revolução latina” de fanfarra dão o milho picante à desumanização de Trump. O presidente dos EUA tem ótima aceitação na comunidade latina, o que inclusive se refletiu na sua votação expressiva em 2024, mas isso não interessa ao show dos caçadores. Eles confiam que a propaganda avassaladora pode tomar o lugar da realidade nos corações e nas mentes. Talvez possa mesmo.

O vilão construído pelos inteligentes de bons modos é a maior esperança de paz na Ucrânia e na Faixa de Gaza. É o maior entrave aos ditadores da atualidade e aos censores fantasiados de democratas. Isso é indubitável para quem tem olhos para ver suas ações pelo mundo e ouvir seus discursos na ONU, em Davos e agora no Estado da União. Nenhum estadista tem hoje compromisso tão cristalino com a democracia.
Mas a elite intelectual prefere endossar as bravatas por “regulação das redes” e sancionar — por ação ou omissão — a caçada selvagem ao escalpo de um presidente legítimo, eleito inclusive no voto popular. Ele não morreu por milímetros na Pensilvânia, já esteve na mira de outros dois atentados e isso não comove os cúmplices ostensivos ou dissimulados do tiro ao alvo. Quem são os desumanos?
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Um cara que deixa seu pais potente economicamente, tecnologicamente, a maior potência bélica e mais rica do mundo, pra cuidar de países estrangeiros que estão massacrando seus povos, não precisa dizer quem Trump é. Todos os juristas de Internet e economistss de Internet e todos cientistas políticos de Internet sabem. Só quem pensa ao contrário são os intectuais. Esses intectuais são os que trocaram os hemisférios do cérebro
perfeito Fiuza, para os inteligentinhos da esquerda, se não for da patota merece morrer e ai o amor irá vencer.
Perfeito Fiúza