A uma semana do carnaval, o brasileiro certamente está lembrado de uma alegoria que fez o mundo rir do Brasil. Foi em 2024. Oito meses depois de tomar posse na presidência do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, Marcio Pochmann lançou um mapa em que o Brasil aparecia no centro do mundo. Orgulhoso da peça, prontamente integrada ao Atlas Geográfico Escolar, Pochmann justificou o delírio de projetar o Brasil no lugar da Europa e da América do Norte como reflexo do “reposicionamento” do Brasil no mapa-múndi, a expressão de nossa importância em uma era de emergência do “Sul Global”.
As piadas e memes não o detiveram. As piruetas cartográficas prosseguiram em 2025 com a divulgação, nas redes sociais de Pochmann, de um mapa-múndi invertido em que o Sul ficava no alto, o Norte aparecia embaixo e o Brasil resplandecia ao centro, como se fosse o umbigo do planeta, distinção devida ao fato de que seria o país-sede da COP30, a conferência de clima da ONU, de patético desfecho, aliás.

No final do ano, interessado em destacar Belém, a cidade da COP30, Pochmann cometeu outro mapa invertido, para desgosto de cartógrafos e técnicos do IBGE, preocupados com a reputação do instituto no cenário estatístico internacional. Impassível diante das críticas ao que se poderia chamar de um “samba do economista doido”, Pochmann sustentou que colocar Belém e o Brasil no centro do mapa-múndi “é também um ato propositivo de descolonização cognitiva”. E bola para frente.
Não se sabe onde tudo isso vai dar, mas os sinais preocupam. É sob a condução de Marcio Pochmann que o IBGE está prestes a anunciar uma de suas revisões do ano-base do PIB brasileiro. A cada período de dez anos, a fotografia econômica do Brasil é atualizada para refletir os pesos dos diferentes setores sobre o Produto Interno Bruto (PIB), um indicador-chave adotado globalmente para medir o tamanho e o dinamismo de uma economia, com base na avaliação de tudo o que se produz em bens e serviços.
Até aqui, o setor de Contas Nacionais do IBGE, responsável pelo cálculo do PIB, trabalhou com o retrato do Brasil de 2010, mas está por divulgar os achados de sua revisão estatística orientada pelo ano-base de 2021. Nada de novo sob o sol, se estivéssemos em condições normais de temperatura e pressão. Mas o tédio não tem vez na gestão de Pochmann, cujo currículo inclui uma estrepitosa passagem pela presidência do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) nos governos Lula e Dilma e duas malogradas tentativas de se eleger prefeito de Campinas. Em agosto de 2023, estava alojado na presidência do Instituto Lula quando foi chamado a ajudar o governo recém-iniciado. Missão: assumir o comando do grande laboratório de estatísticas do Brasil.
É este IBGE impregnado do tal intuito de “descolonização cognitiva” que acaba de sofrer mais um engasgo de credibilidade. Servidora de carreira há mais de 20 anos e uma respeitada porta-voz da instituição, por traduzir a jornalistas os meandros técnicos da apuração do PIB, a economista Rebeca Palis (PUC-RJ) foi desligada, em 19 de janeiro, do posto de coordenadora de Contas Nacionais do IBGE. Não houve satisfações ao público e particularmente ao ambiente econômico sobre o porquê do afastamento da especialista — ainda mais em um momento sensível, quando as novas bases de mensuração do PIB estão para sair do forno.

Registre-se que Rebeca trazia consigo a experiência de ter feito parte da última revisão de ano-base do PIB, realizada em 2010, e a vivência de coordenar o setor desde 2015, portanto sob diferentes presidentes da República. A saída de alguém com este estofo não é um fato banal, como pareceu ser pela nota em que o IBGE secamente agradeceu a Rebeca pelos 11 anos de serviços prestados na coordenação da área e, noblesse oblige, desejou boa sorte.
Três gerentes que atuavam sob a liderança de Rebeca entregaram seus cargos. O sindicato dos servidores, Assibge-SN, considerou a troca de coordenação uma medida retaliatória, o que remete a um episódio de um ano atrás. Em 20 de janeiro de 2025, Rebeca subscreveu uma carta aberta de funcionários do IBGE contra a gestão de Pochmann. Com mais de 130 assinaturas, muitas delas de servidores com função de coordenação ou gerência, o documento se solidarizava com diretores que haviam pedido demissão e acusava o presidente de “posturas autoritárias” e “desrespeito ao corpo técnico”. O alvo da rebelião era, principalmente, a tentativa de Pochmann de criar a Fundação IBGE+, um braço de pesquisa do instituto que seria bancado por patrocínios privados.
Cientes do viés político e personalista por trás da medida de Pochmann, que pretextava tirar o IBGE de sua crônica penúria financeira, os funcionários e o sindicato reivindicaram o imediato recuo na decisão de criar o que chamaram de “IBGE Paralelo” e o início de discussões sérias com o corpo técnico para avaliar “alternativas viáveis que não comprometam a autonomia técnica e a credibilidade do Instituto”.

Todos sabiam, muito bem, o brejo em que estavam se metendo — não só pela ideia em si, mas pelo modo sigiloso com que o presidente conduziu a elaboração dos estatutos da Fundação IBGE+ e os registrou em cartório. Não parecia algo muito crível, partindo de um acadêmico que saltou para a gestão pública, mergulhou na política partidária, embrenhou-se na luta eleitoral e, por fim, retornou ao governo sob a capa de um presidente de órgão técnico que, um belo dia, decide sair a catar dinheiro privado para produzir informação estatística e geocientífica sem segundas intenções. O enredo do samba não convenceu. E Pochmann, aparentemente, engavetou seu IBGE privado. Mas não desligou o rolo compressor.
Além de substituir Rebeca Palis, o IBGE expurgou em janeiro a gerente Ana Raquel Gomes da Silva, que chefiava a Gerência de Sistematização de Conteúdos Informacionais. O passo em falso de Ana Raquel foi ter se insurgido contra a politização do anuário “Brasil em Números 2024”, lançado no início de 2025. Ela e muitos não entendiam a inclusão de um prefácio de autolouvação assinado pela governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, com elogios, claro, à atual direção do IBGE. A querela foi parar na mesa de Pochmann, que repeliu o argumento de que a prosa política desvirtuava um anuário que deve ser regido pelos princípios da impessoalidade e da neutralidade técnica. Mandou publicar do jeito que estava. E, agora, a conta chegou para Ana Raquel.
Estatística é leitura que dá sono em muitos brasileiros, mas é essencial para tomadores de decisão, e isso diz respeito não apenas a grandes empresas ou investidores. O inquilino e o proprietário de um imóvel de aluguel dependem do índice de inflação que rege os reajustes previstos no contrato, assim como os assalariados que vão ao supermercado e precisam confiar na medição que o IBGE faz da variação dos preços. A defesa de uma gestão técnica do instituto é fundamental para que o retrato estatístico do país não apareça de cabeça para baixo, como os mapas criativos de Marcio Pochmann. E há temas que precisam ser enfrentados.
A grande ênfase que o governo brasileiro e a imprensa colocam sobre a declinante taxa de desemprego, para gerar abordagens ufanistas, é um exemplo de como o uso de estatísticas pode encobrir, em vez de revelar, a realidade do país. Em janeiro, o índice oficial de desemprego martelado pelas manchetes dos jornais foi de apenas 5,1%, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), realizada pelo IBGE no último trimestre de 2025. No entanto, o número não considera a legião de brasileiros que já nem procura emprego. São os desalentados, categoria que está inflada — em proporção que o Brasil ainda não consegue medir claramente — pelo recebimento de recursos do Bolsa Família e de outros programas sociais.

Em 2025, um estudo do economista Daniel Duque, do Instituto Brasileiro de Economia (FGV IBRE), chamou a atenção para este fenômeno. Duque se debruçou sobre o efeito do Bolsa Família sobre o mercado de trabalho depois que o valor médio passou a ser de R$ 670, em 2023. E concluiu que o medo de perder o benefício ainda trava boa parte dos brasileiros. A cada duas famílias que recebem o benefício, constatou, uma deixa o mercado de trabalho — o que, evidentemente, não significa que o remédio seja acabar com o programa. Mas dá uma ideia do desafio monumental que o IBGE, com uma gestão séria e dotação orçamentária à altura, tem pela frente, se quiser ajudar o país a calibrar melhor sua política de renda mínima, de modo a não perenizar a miséria.
Pode-se alegar que os “desalentados” também são excluídos da estatística de desemprego mundo afora, por orientação da OIT — Organização Internacional do Trabalho. Mas com 49 milhões de pessoas penduradas no Bolsa Família, o Brasil precisa olhar para si e não para realidades como as dos Estados Unidos ou da Europa, a pretexto de manter “comparabilidade” das estatísticas.
Farão bem os novos governos se fortalecerem o IBGE com recursos para mais e melhores pesquisas, e enquanto este dia não chega, convém ao Brasil virar o foco não para uma emagrecida taxa de desemprego de 5,1%, que oculta o tamanho do problema, e sim para outro número que é calculado pelo IBGE — a taxa de subutilização da força de trabalho, que já alcança assustadores 13,9%.
Mas nada disso será possível com a sujeição do IBGE a um “ideólogo”, como o ex-presidente do Instituto, Edmar Bacha, definiu Pochmann ao jornal O Estado de S. Paulo, em 2023. “Tem uma visão totalmente ideológica da economia. E não terá problema de colocar o IBGE a serviço dessa ideologia, como fez no IPEA.”
Em março, quando for divulgada a nova revisão do PIB, com lastro no ano-base de 2021, o Brasil saberá o resultado do embate que ora é travado entre o corpo técnico e o corpo político do IBGE.
*Com reportagem de Rachel Díaz
“Pochmann já está afetando a credibilidade do IBGE”, afirma Clician Oliveira, que integra o Conselho Político do Assibge
Em entrevista a Oeste, Clician Oliveira, que integra o Conselho Político do Sindicato Nacional dos Trabalhadores do IBGE (Assibge), negou que existam demandas para a manipulação de dados, descrevendo que tal prática seria difícil de ser realizada operacionalmente, e ressaltou que as estatísticas refletem a realidade. No entanto, confirmou as perseguições e o clima de frustração entre os servidores do IBGE na gestão de Pochmann.
Segundo Clician, há ao menos oito processos de assédio em andamento contra um diretor próximo a Pochmann. Para os servidores, a transferência de equipes do prédio da Avenida Chile para o Jardim Botânico, ambos no Rio de Janeiro, também foi uma forma de retaliação ao corpo técnico que se posicionou contra a criação da Fundação IBGE+.
“Além disso, diretores indicados pelo próprio Pochmann deixaram seus cargos”, relatou Clician. “Não apenas por discordarem do mérito dos projetos, mas pela forma como esses projetos vêm sendo conduzidos.”
Sobre as exonerações, Clician relata que alguns desligamentos foram anunciados na intranet do IBGE sem que houvesse a publicação correspondente no boletim interno do órgão. Segundo ela, tampouco foram apresentadas justificativas formais. Apesar do desgaste e do constrangimento gerados, a dirigente afirma que, diante do cenário atual da gestão, já não é possível afirmar se as medidas têm como objetivo prejudicar servidores. “Depois do susto, muitos sentiram até um alívio”, disse.
Indagada sobre o sentimento dos servidores em relação à gestão de Marcio Pochmann, Clician afirma que o clima é de “desgaste absoluto”. Ela classifica a administração como inábil, apontando o descumprimento de políticas internas, a ausência de diálogo com os servidores nos processos decisórios e o não cumprimento de obrigações básicas, como a atualização do plano diretor. Para a executiva nacional da Assibge, o problema ultrapassa o âmbito operacional: a crise de credibilidade enfrentada pelo IBGE é atribuída diretamente à condução de Pochmann.
“Ele já está afetando a credibilidade”, relatou. “Porque, em entrevistas concedidas à mídia alternativa, Pochmann desqualifica de maneira sistemática o corpo técnico do IBGE e o histórico recente da instituição. Ele tenta vender a imagem de um IBGE do século 21, supostamente atrasado tecnologicamente, e ignora grandes avanços realizados pelos servidores […]. Entendemos que, se hoje existe questionamento sobre a possibilidade de manipulação do PIB, isso ocorre porque a própria gestão criou esse ambiente. E sabe que está criando esse ambiente.”
Também há a adoção de formatos classificados como inovadores, mas que não deixam claro o limite entre a divulgação de informação oficial e posicionamentos políticos. Um dos exemplos citados é a apresentação do volume Brasil em Números acompanhada de considerações de autoridade política sobre metas de governo, algo que, na avaliação dos técnicos, foge do papel de um instituto oficial de estatística na divulgação de seus dados.
Clician afirma que gestões anteriores do IBGE, como as dos governos de Dilma Rousseff e Jair Bolsonaro, também enfrentaram embates, mas não no mesmo volume registrado durante a gestão de Pochmann.
Embora as crises atuais possam ter menor potencial conflitivo quando analisadas isoladamente, elas se sucedem com frequência elevada. Para Clician, é essa repetição que amplia o impacto institucional. A exoneração da coordenadora de Contas Nacionais, por exemplo, ganhou repercussão não apenas pela sensibilidade dos dados produzidos — que podem gerar especulação financeira em caso de vazamento —, mas por ocorrer em meio a uma sequência de exonerações.
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O que estamos vendo hoje no IBGE é reflexo direto da lambança promovida pelo CENTRÃO e pela FARIA LIMA que no afã de derrotar Jair Bolsonáro, polêmico por natureza, e facilmente criador de arestas, tiveram que determinar ao STF que DESCONDENASSE um corrupto, lavador de dinheiro para enferenta-lo nas urnas com a ajuda inconteste hoje sabida da USAID e do TSE. Espero que tenham se dado conta da DESGRAÇA INSTITUCIONAL que promoveram e pior alimentaram principalmente através dos desamandos aburdos e descarados do STF. Agora que tornaram o Brasil inviável sob os auspícios de Lula, um bandido declarado, será de bom tom que retornam a responsabilidade, pois daqui a quatro anos nesse rumo não sobrará nem BRASUELA.
Apois… A IMPRENSA VELHA, CADUCA, DESACREDITADA E ESTATIZADA CONTINUA REPETINDO ESTULTICES PARA PROTEGER O LULA, MAS A EMPREITADA EMPACA NOS FATOS E DA VERDADE. NO FUNDO, A VELHA IMPRENSA ESTATIZADA DESMASCARA O LULA E SEU DESGOVERNO.
“BRECHA NA LEI LIVROU BANCOS ACUSADOS DE LAVAR DINHEIRO DO PCC E HEZBOLLAH” “Uma mudança na legislação do setor financeiro brasileiro feita pela Receita Federal em agosto do ano passado reverteu mudança legislativa anterior que já havia “livrado a cara” de cinco instituições financeiras acusadas justamente de lavagem de dinheiro para o Hezbollah e o PCC” Claro que os brasileiros sabem das “artes” do muito enrolado em tenebrosas transações, o senhor Robinson Sakiyama Barreirinhas. “A instrução normativa da Receita visa reverter efeitos da Lei nº 14.286/2021, que resultou na isenção de responsabilidade para cinco bancos que estavam sob investigação da Polícia Federal (PF) por um esquema bilionário de lavagem de dinheiro envolvendo a facção criminosa e o Hezbollah” “A alteração na legislação de quase quatro anos atrás havia retirado a responsabilidade compartilhada que os bancos tinham anteriormente com seus clientes sobre o registro de operações de câmbio. Isso efetivamente anulou o principal argumento da Polícia Federal para imputar crimes de evasão de divisas e lavagem de dinheiro a cinco instituições financeiras, dentre elas um grande banco internacional, e funcionários destas” Cinco bancos sempre negaram qualquer irregularidade e hoje não são INVESTIGADOS nem respondem a QUALQUER PROCESSO NA JUSTI$A por conta do caso” Na Bahia, festejando o aniversário do PT, o LULA experimentou o tamanho da desaprovação do seu Desgoverno e do Desgoverno Jerônimo Rodrigues. Espaço alugado para receber três mil convidados, por volta de um quinto do esperado. Democrata de meia pataca, o LULA teve a companhia os Embaixadores da Venezuela, China e Bielorrússia. Tutti Buona Gentea serviço de DITADORES SANGUINÁRIOS. Como em se tratando do Desgoverno LULA, o que não falta é escândalo, ferve nos bastidores de Brasília a percepção que o IBGE do Márcio Pochmann, que já havia alterado metodologias de coleta de dados da Economia, Emprego, População e muitos outros indicadores, quer empurrar goela abaixo dos tontos lulistas/petistas, que o Brasil está uma maravilha, mas as demissões e pedidos de desligamentos de técnicos respeitados, mas FARSA do Brasil pujante é só uma FARSA. “Desemprego real no Brasil pode chegar a 16,6%” “Em análise sobre os dados pelo governo Lula (PT) sobre o desemprego, o professor e escritor David Gertner destacou em artigo para o Diário do Poder que a taxa real de desocupação não é os 5,1% anunciados pelas estatísticas do IBGE para 2025 e, sim, alarmantes 16,6%. A discrepância, mostra o Gertner, é pela exclusão sistemática de milhões de pessoas que, sem emprego, não são consideradas desempregadas. Com isso, subestima-se a real extensão dos excluídos no mercado de trabalho” O IBGE aparelhado passou a contabilizar como EMPREGADO, alguém que TRABALHE uma hora por semana. Tem mais. “O IBGE, com base na PNAD Contínua, considera desempregado apenas quem está ativamente procurando trabalho nas últimas semanas” “O IBGE segue perdendo bons técnicos por causa da gestão caótica e autoritária de Márcio Pochmann, que mergulhou o instituto numa crise” CNN Brasil em 26/07/2023 às 21:34 “Pochmann na presidência do IBGE é uma questão ideológica, dizem especialistas. Indicação é polêmica e tem sido alvo de críticas por ministros do governo” “A decisão é tida como polêmica por analistas. Em entrevista à CNN, a professora de economia do Insper, Juliana Inhasz, afirmou que não acha adequada a nomeação de Pochmann ao cargo” “A gestão dele no Ipea não foi uma gestão legal, não foi uma gestão vista com bons olhos, porque foi muito carregada de ideologia e não com o caráter técnico que esses institutos precisam”
A administraçao petista évomposta, em sua maioria, de filhotes da Dilmanta. E o Brasil segue sendo o palgafo fracassado sem grafa nenhuma.
O Brasil da atualidade é um é um corrente, em que cada elo tem o carimbo da corrupção, cujo credito é produto de responsabilidade da desse desgoverno que desidrata o país, nessa descarada corrupção.
Assim como na gestão de Guido Mantega na economia deram asas à “economia criativa”, e nos processos instaurados no STF para criminalizar manifestantes exigiram “criatividade” na busca de provas, o IBGE sob Pochmann adota a “estatística criativa”. Tudo faz parte do mesmo receituário de manipulação.
Sim, Elias, tudo gira em torno de uma visão canhestra de “criatividade”.
É o governo da mentira em todos os aspectos. O Presidente mente como respeita e esse senhor do IBGE é “um ideólogo sem noção”.
Alguns economistas usam este termo, “ideólogo”, para definir o presidente do IBGE.
Esses bandidos então infiltrados em todos os órgãos e instituições governamentais. São como ervas daninhas. Tomaram conta de tudo e estão destruindo tudo que é virtuoso, tudo que é correto e justo. Nao temos a quem recorrer, seria como pedir aos demônios para nos livrar das chamas do inferno. Essa história de mapa de cabeça para baixo me remete a vários filmes de terror onde o mal para desrespeitar e denegrir o bem coloca símbolo do cristanismo de ponta-cabeça, porém esta imagem reflete exatamente a situação do país nas mãos do PT.
Exato, Ciro. Mapas invertidos são a representação perfeita de mentes que distorcem a realidade.
Resumindo: esse pilantra ideológico que o Lula colocou na “presidência” do IBGE, instituiu o que se chama DESVIO PADRÃO DA AMOSTRA.
Pochmann não traz os números reais do governo Lula,traz apenas os oficiais. Quem de fato vive no Brasil sabe que sua gestão no IBGE é péssima, virar o mapa do Brasil de cima para baixo, inverter as posições dos estados é coiisa de oportunista corrupto. O Brasil é o maior país da América Latina e sua localização é na América do Sul,inverter realidades e números não convence ninguém.
De fato, distorcer a realidade não convence ninguém, Teresa, ou não deveria, ao menos, convencer ninguém. O problema é o baixíssimo nível de informação do povo brasileiro, um problema que OESTE e alguns poucos veículos tentam, na medida do possível, mitigar.
Portman é um dos piores quadros do país. A população de Campinas fez bem o não elegê-lo prefeito, mas o amigo de nove dedos o fez voltar aos palcos. Tenho nojo.e
Preparo acadêmico ele tem, José Sérgio. Mas, como sabemos, paixões políticas podem toldar a visão, e infelizmente é o que costuma ocorrer.
Se a incompetência fosse só nesses ministérios e autarquias já era um desastre. A coisa é genetalizada em todas os poderes e o roubo também em todos os poderes. Só chamando Trump e Bukele. Que praga miserável
Este é o ponto que preocupa, Erasmo. Como escreveste, “a coisa é generalizada”.
Não quero ler DE VERGONHA.
Entendo, Rê. Explicitaste uma reação que é de muitos.
Pochmann é maluco ! Mudar o mapa? Foi Colocado pra manipular os índices do IBGE favorecendo o gov Lula que não tem mais credibilidade.
A manipulação política é Pochmann que levou as demissões importante . O Último PIB das melhores cidades do RS é mentiroso, quem vive sabe e reconhece empobrecimento visivel do extremo Sul do RS, considerado o nordeste gaúcho ..
Ele é a Dilme juntos, 2 psicopatas. VERGONHA DEMAIS.
Credibilidade é essencial para um órgão estatístico, Stella. E, uma vez perdida, custa tempo e muita energia resgatar.
Artigo muito bom
Se entenderes que é útil, Rafael, sugiro que leves esta discussão para pessoas que, a teu ver, talvez se enquadrem naquele perfil que despreza a leitura de temas que consideram áridos ou complexos. O reajuste do salário, a conta de supermercado no fim do mês, o valor do aluguel – tudo gira em torno de estatística de boa qualidade.
Todo mundo se pergunta na República Federativa do Brasil porque segundo o IBGE este país ainda é genuinamente católico. É visível que o número de evangélicos já ultrapassou em muito o número de católicos. Pra cada Igreja Católica encontramos no mínimo cinco de cunho evangélico. Em suma, ninguém acredita mais em dados divulgados pelo IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas. Parabéns pela matéria. Texto gostoso de ler. Que este texto chegue ao maior número possível de pessoas. A Revista Oeste é um oásis no deserto árido!
Se o IBGE for aquinhoado com um orçamento mais generoso e uma gestão descontaminada de paixões políticas, eu gostaria de ver, como primeiro passo, uma revisão completa do método de cálculo da taxa de desemprego, Josenildo. E, também, de “desempreendedorismo” , para captar o sentimento e a realidade de pessoas que gostariam de ter um negócio próprio mas têm medo de enfrentar a mão pesada do Estado brasileiro e suas regulamentações sufocantes.
O brasileiro se tornou um órfão da verdade. Não há mais em quem confiar. Lula conseguiu transformar todas as instituições num cano de esgoto. Está tudo podre. Quando o IBGE adultera números assim como Moraes que — segundo Tagliaferro — converteu bolsonaristas em golpitstas e verdades em fake news, tudo é atingido pela mentira desde o livro escolar aos dados oficiais dos noticiários. Lula colocou Pochmann no IBGE, pois sabia que faria o seu jogo não limpo. Montaria a farsa com extrema facilidade. O IBGE, hoje, é uma réplica do Ministério da Verdade de Orwell. Este junto com o Ministério da Pujança, periodicamente emitia dados favoráveis ao governo. Tudo fruía num infinito progresso. As estatísticas mentirosas eram construídas laboriosamente. Estatísticas fabulosas continuavam brotando da teletela. Em comparação com o ano anterior, havia mais comida, mais roupa, mais casas, mais móveis, mais panelas, mais combustível, mais navios, mais livros .(…) No entanto, ano após ano, minuto após minuto, toda a gente e todas as coisas subiam rapidamente uma escala ascendente”, (…). Era extremamente perigoso contestar o que o Partido emitia. “O Partido gostava das pessoas incapazes de formular um só pensamento que não fosse um slogan”, diz um trecho do livro. Uma lamentável coincidência com o Brasil de hoje aporcalhado de escândalos, rombos e mentiras oficiais impostas.
Oportuna a associação com “1984”, Lauro.
Uma coisa é certa: existe muita gente esperiente com conhecimento de alto nivel no plano das estatísticas macro. Portanto, tendo acesso a metodologia e aos objetivos, além dos modelos matemáticos-estaíticos com amostragem digna de análise, qualquer professor da área poderá apontar os erros e a manipulação. Não é difícil.
De acordo, Luiz Antônio. E o IBGE tem excelentes profissionais.
É preciso discernir o Técnico do político. Evidentemente podemos ter um político no IBGE(eu não vivo sem), mas temos de privilegiar os Técnicos do órgão sob pena de perder a credibilidade. Isso é horrível, sem falar o desgaste, a confiança num Instituto secular, ímpar como é o nosso IBGE. Todo gestor público deve tê-lo como o livro de cabeceira!
O que defendes, Célio, é, em outras palavras, preservar a essência do IBGE como instituição de Estado, e salvaguardá-lo de apetites ocasionais de governos.