Em vão, os brasileiros aguardaram esta semana uma explicação convincente do ministro Dias Toffoli sobre uma descoberta — mais uma — que fulmina a sua credibilidade para investigar a decisão do Banco Central que liquidou o Banco Master. O ministro do Supremo Tribunal Federal, que estancou o trâmite do processo na justiça federal e o pegou para si, decretando um inaudito sigilo máximo sobre o caso, viu os nomes de dois irmãos e um primo dele ocuparem as manchetes dos jornais porque empreendimentos da família Toffoli, especialmente o resort Tayayá, em Ribeirão Claro (PR), tiveram como sócios fundos de investimento ligados à intrincada rede de fraudes financeiras em que o Banco Master está metido, segundo apuraram a Polícia Federal e os técnicos do Banco Central.
Toffoli nada disse, como nada tem dito sobre tudo o que vem cercando sua nebulosa atuação no processo que levou à prisão do banqueiro Daniel Vorcaro. Segue impávido. Se ele voou em jato privado com o advogado do ex-diretor de Compliance do Master, o que tem de mais nisso? Se decidiu, em seguida, fazer uma acareação esdrúxula cujo único propósito parecia ser o de constranger o Banco Central e salvar o Master da liquidação, qual o problema? Algum incômodo no fato de a advogada Roberta Rangel, com quem Toffoli foi casado até recentemente, ter integrado o quadro de sócios do escritório Warde Advogados, que defende Vorcaro? Em qualquer país com uma Suprema Corte respeitável, o mais tênue fio de suspeita gera comoções — e remoções. No STF, há um novelo de maus indícios, com pontas soltas encontradas a cada nova semana, em um ritmo que atordoa a consciência moral dos brasileiros. O escândalo de hoje abafa o de ontem e será nublado pelo escândalo de amanhã.

Na edição anterior, Oeste mostrou a longa folha corrida de Toffoli como abafador geral da República e personagem fundamental para tornar o Supremo Tribunal Federal uma lubrificada máquina de perseguição a partir do Inquérito das Fake News, de 2019. O mesmo artigo relembra que Toffoli, criador do monstrengo jurídico que permitiu a Alexandre de Moraes tornar-se o primeiro autocrata de toga do continente, volta a reeditar a sinistra dobradinha quase sete anos depois. Ambos têm um interesse em comum: desarmar uma bomba instalada perigosamente perto da cúpula do Poder Judiciário. É uma operação delicada, somente possível com o uso de robôs no Congresso, no Tribunal de Contas da União, no jurispetismo e no próprio governo, controlador da Polícia Federal e do Banco Central. A bomba é o telefone celular de Daniel Vorcaro, verdadeira caixa-preta das relações que o banqueiro estabeleceu com os mais empedernidos figurões da República, tanto na órbita política quanto nos círculos jurídicos. Pelo que vazou até agora, já se soube, por exemplo, de um contrato de R$ 129 milhões que o Master firmou com o escritório jurídico da esposa de Moraes para fazer nada — ou tudo. Tudo que não se possa escrever em um contrato. Há cinco semanas, Moraes deve uma explicação ao Brasil, e nada diz, esperando que as manchetes a respeito esfriem. Volte ao parágrafo anterior e entenderá. O escândalo de hoje abafa o de ontem e será nublado pelo de amanhã.
Moraes também não ofereceu até agora resposta razoável para os repetidos contatos que fez com o Banco Central, em meados do ano passado, para saber do estágio em que andavam as investigações sobre o Master e externar preocupação com o destino de um banco médio que enfrentava grandes bancos. Era precisamente o discurso de Vorcaro: oferecer juros 30% superiores aos praticados pelos bancões não significava vender ilusões aos compradores de CDBs, e sim estratégia de crescimento em águas dominadas por tubarões. Deu no que deu: o maior rombo já visto no mercado financeiro. O Fundo Garantidor de Crédito terá de lançar mão de mais de R$ 40 bilhões para ressarcir os compradores de CDBs do Master. E o BRB, banco distrital de Brasília, terá de explicar como aceitou injetar liquidez no encrencado Banco Master, recebendo em troca ativos considerados fraudulentos pela Polícia Federal no montante de R$ 12 bilhões. Instado pelo portal Metrópoles a revelar datas e detalhes das conversas com Moraes, o presidente do BC, Gabriel Galípolo, “toffolizou”. Colocou as comunicações do Banco Central com Moraes em sigilo. Menos para Toffoli, claro, que tudo sabe e nada revela, como titular do sigilo master.

“Silêncio no tribunal”, é a ordem. Não há respostas a dar. Mas há perguntas a fazer. Na Corte, começa a ganhar corpo a ideia de investigar agentes públicos, instalados na Receita Federal e no Coaf, de onde estariam partindo dados sensíveis envolvendo a vida financeira de ministros e parentes. Caso se confirme a abertura do inquérito, seria uma reedição da famigerada caça às bruxas inaugurada pela dupla Toffoli-Moraes quase sete anos atrás. Vale lembrar as semelhanças. Em 2019, dois agentes da Receita Federal acionaram um software de fiscalização, o ContÁgil, que cruzou bancos de dados em busca de agentes públicos que, entre outros critérios, tivessem patrimônio familiar acima de R$ 5 milhões e apresentassem “inconsistências graves” em declarações fiscais. A lista gerada automaticamente pelo software trouxe os nomes de 133 contribuintes, entre os quais resplandeciam as esposas de Gilmar Mendes, Guiomar, e de Dias Toffoli, Roberta Rangel — ambas advogadas com causas em tramitação no STF. Nenhuma explicação foi dada pela Suprema Corte, mas Moraes, o condutor do Inquérito das Fake News, afastou temporariamente os servidores da Receita, e não se falou mais nisso.
O celular de Vorcaro, hoje um homem-bomba, tira o sono de Brasília. Nomes como o
ex-presidente Michel Temer e o ex-ministro do STF e da Justiça de Lula, Ricardo Lewandowski, prestaram serviços de consultoria para o Master. Temer não deu detalhes sobre quanto recebeu pelo trabalho que disse ter sido de “articulação política” para ajudar na venda do Master ao BRB. Lewandowski emudeceu, estimulando ilações de que o desgaste, real ou potencial, à sua imagem, teria contribuído para a decisão de sair do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

São muitos sigilos. De Toffoli sobre todo o caso Master. Do Banco Central sobre os contatos impertinentes de Moraes. De Moraes sobre o contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master. A soma dos silêncios está soprando em direção a Brasília nuvens muito carregadas. Mas… e se Vorcaro quiser contar o que sabe? Toffoli desejará ouvi-lo em “sigilo máximo” também? Declarar-se-á, como diria Temer, impedido? Chamará Moraes para incluir o banqueiro no Inquérito das Fake News? Não ria do absurdo. No absurdo nos encontramos, e qualquer hipótese, mesmo a mais delirante, é perturbadoramente factível. Afinal, tenhamos em conta que:
— O STF aboliu, no Brasil, o duplo grau de jurisdição, isto é, o direito que um condenado tem de recorrer a, pelo menos, uma segunda instância. Assim é em todo o mundo livre. Assim foi com Lula, condenado em sucessivas instâncias por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Assim deixou de ser quando Jair Bolsonaro e seus apoiadores, de dentro e de fora do governo, foram processados por crimes impossíveis.
Sugiro que assista, também, ao documentário The Fake Judge (“O Falso Juiz“), do jornalista português Sérgio Tavares. É sobre os abusos de Alexandre de Moraes.
— Por crimes impossíveis, entenda-se, principalmente: levante armado sem uso de armas; dano a patrimônio público sem provas individualizadas de participação em vandalismo, graças ao conceito do “crime de multidão”; fixação de penas excessivas pelo acúmulo sem sentido de condenações não só redundantes como ilógicas — caso de Débora Rodrigues dos Santos, submetida a uma pena de 14 anos por escrever “Perdeu, mané” na estátua da Justiça, usando um batom. O STF desgraçou a vida da moça, como a de tantos brasileiros de vida honesta, ao atribuir, em um sistema de copia-e-cola, os crimes de “associação criminosa armada”, “abolição violenta do Estado de Direito”, “golpe de Estado”, “dano qualificado” e “deterioração de patrimônio tombado”.

— As sucessivas ordens de prisão de Alexandre de Moraes contra Filipe Martins por uma viagem que ele não fez e por uma reunião da qual não participou. Graças ao abuso de Moraes, o STF criou um precedente desastroso: se o Estado acusar um cidadão de algo, cabe ao infeliz o dever de provar que é inocente, e mesmo assim corre o risco de ser condenado por, digamos, presunção de culpa.
— A presunção de culpa é o alicerce motivacional dos julgamentos que o STF aplicou a todos os detidos nas manifestações de 8 e até de 9 de janeiro de 2023. Dentre todos os condenados, o grande alvo da cólera do regime STF-PT é, de longe, Jair Bolsonaro, preso em uma sala de 12 metros quadrados na superintendência da Polícia Federal em Brasília. As múltiplas sequelas e comorbidades de um septuagenário que sobreviveu a um atentado a faca em 2018 e se submeteu a sucessivas cirurgias são suficientes para a decretação de prisão domiciliar para Bolsonaro. Seus familiares almejam o mesmo benefício dado ao ex-presidente Fernando Collor de Mello, mas Moraes não só rejeitou o pedido, que invoca razões humanitárias, como parece disposto a testar a resistência do ex-presidente.
Quando Bolsonaro caiu da cama e apresentou um traumatismo na cabeça, Moraes esperou 24 horas para autorizar exames. O Conselho Federal de Medicina recebeu denúncias e determinou ao CRM de Brasília uma sindicância sobre os cuidados médicos prestados a Bolsonaro. Moraes, no mesmo dia, tornou sem efeito a ordem do CFM e determinou que seu presidente seja ouvido pela Polícia Federal — a mesquinha intimidação que já é praxe nos procedimentos do ministro.

Moraes deveria ter em mente — ele ou alguém com bom senso no Supremo — que a toga não veste bem em um carrasco. É a lição que fica do dia 20 de novembro de 2023, quando um brasileiro inocente, vítima das prisões em baciada do 8 de janeiro, tombou agonizante no pátio da Papuda, em Brasília. O grave estado de saúde de Cleriston Cunha foi informado à Procuradoria-Geral da República (PGR), que recomendou a soltura de Clezão — também porque já não havia a menor razão para mantê-lo preso preventivamente. Moraes deixou o parecer da PGR em sua gaveta por 80 dias — até o fatídico 20 de novembro, que a imprensa brasileira, nas reportagens alusivas ao Dia da Consciência Negra, tanto em 2024 como em 2025, fez questão de ignorar. O negro conservador, pelo visto, não é negro.
Se você chegou até aqui e já sabe que Wagner Moura faturou o Globo de Ouro por seu trabalho de ator no filme O Agente Secreto, ambientado no final do regime militar no Brasil, sugiro que assista, também, ao documentário The Fake Judge (“O Falso Juiz“), do jornalista português Sérgio Tavares. É sobre os abusos de Alexandre de Moraes e poderia se chamar “O Processo Secreto“. Os inquéritos sigilosos conduzidos por Moraes e que levaram ao exílio tantos brasileiros ainda estão abertos, quase sete anos depois da abertura do primeiro deles, o 4.781. Os métodos utilizados por Moraes para determinar prisões, mandados de busca e apreensão, bloqueios de redes sociais, congelamentos de contas bancárias e suspensões de passaportes são de estarrecer juristas não corrompidos pelo cinismo.

Ex-braço direito de Alexandre de Moraes na “Assessoria de Enfrentamento à Desinformação” do Tribunal Superior Eleitoral, Eduardo Tagliaferro denunciou os abusos de autoridade cometidos pelo ex-chefe. Mostrou a todo Brasil uma prova de fraude processual praticada por Moraes contra oito empresários brasileiros, que foram alvo de um mandado de busca e apreensão em suas casas e escritórios em 2022. Resultado: Moraes não se explicou, a imprensa mostrou desinteresse no assunto e… Tagliaferro virou réu no STF por, entre outras imputações, “tentativa de abolição violenta do Estado de Direito”.
Uma Suprema Corte que não dá satisfações à sociedade e persegue seus críticos vai, dia após dia, instalando no Brasil uma distopia: escândalos que não escandalizam.
Leia também “Inspeção Master”




Valha-nos, São Bukele. Enquanto o STF permitir que Toffoli e Alexandre de Moraes façam o que querem, inclusive COAGINDO o covarde e servil PGR Gonet, o Brasil continuará instável institucionalmente, injusto, ditatorial, o ambiente de negócios será prejudicado pela insegurança jurídica, a criminalidade solapando territórios implantando feudos com a cumplicidade do Desgoverno LULA, mas piora com recente decisão do mesmo Ministro Moraes “ que defere liminar e manda soltar homem preso com 12 pedras de crack em SC.” O Ministro sabe que as 12 pedras de crack o criminoso vende, volta no fornecedor e pega mais 12 pedras, e mais 12, mais 12, mais 12, mais 12 ad infinitum. As duas Casas do pardieiro apelidado de Congresso nacional comandadas pelos CORRUPTOS Hugo Motta e Alcolumbre com rabos presos no STF, essa joça chamada Brasil continuará com fuga de investidores, de ativos, de empreendimentos que fogem para o Paraguai, a Constituição RASGADA de acordo com o alforje do bandido da vez. O Brasil virou uma birosca e o STF tem culpa. O Ministro do STF Alexandre de Moraes voltou a ter mais sangue nas suas mãos com a MORTE do Policial Federal José Fernando Honorato. Com a desproporcionalidade, arrogância, sadismo e desumanidade de sempre, o Ministro Moraes BLOQUEOU todas as fontes de renda como salários e investimentos, recursos que ele precisava para tratar um CÂNCER QUE ACABOU O MATANDO, em 19/11/2025, sem que sua ação no STF tenha sido julgada. Como se não bastasse o CLEZÃO, o Ministro Moraes tem sobre suas costas mais esse aranzé. O STF impõe-se ao Senado, Despresidido por um CORRPTO Alcolumbre de felpudo rabo preso em supremas gavetas. O Ministro Fachin que publicou a lorota do Código de Ética do STF, mas a baliza para o STF está na esfolada Constituição que o STF, seu natural guardião. O STF está mais para a figura do deus Cronos (ou Saturno, em Roma), que comia seus filhos por medo de uma profecia de que seria destronado por um deles, engolindo-os assim que nasciam para impedir que isso acontecesse. “Art. 102. Compete ao Supremo Tribunal Federal, precipuamente, a guarda da Constituição” Não existe na Constituição prerrogativa para essa deletéria ação do STF desses últimos anos. O Ministro Fachin não tem tutano, estofo, força suficiente para um freio de arrumação nesse MONSTRO em que se tornou uma Corte Constitucional em Delegacia de Polícia de corrutela empoeirada pelos ventos da iniquidade. DUVIDO que o Ministro Fachin ponha ordem nesse MONSTRO em que se tornou o STF com a ajuda descarada da IMPRENSA ESTATIZADA. Urge uma assepsia no STF expurgando Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e o serviçal PGR Gonet. O STF TINHA, repito, TINHA 14% de aprovação dos brasileiros que pagam por suas vidas luxuosas, mas agora na aurora de 2026, é bem provável que esteja na casa de 8%, conforme fala às escondidas, por MEDO, festivo Jaó arroz de festa “ eventos” na mansão do Vorcaro no Lago Sul.
Presidente Bukele de El Salvador
“ SE VOCÊ NÃO DESTITUIR OS JUÍZES CORRUPTOS, VOCÊ NÃO CONSEGUE CONSERTAR O PAÍS. ELES FORMARÃO UM CARTEL – UMA DITADURA JUDICIAL – E BARRARÃO TODAS AS REFORMAS, PROTEGENDO O SISTEMA CORRUPTO QUE OS COLOCOU NO PODER “
“STF mantém ministros em processos e ignora pedidos de afastamento há 26 anos” “ O Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil acumula um histórico de recusas sistemáticas a pedidos de afastamento de seus ministros de processos judiciais ao longo das últimas décadas. Levantamentos oficiais do próprio tribunal indicam que, desde o ano 2000, foram apresentadas 574 arguições de impedimento ou suspeição contra ministros, e nenhuma delas resultou no afastamento do magistrado de um caso” “No entanto, fontes informam que o PGR deve atuar apenas se for provocado por terceiros, APESAR DE TER COMPETÊNCIA PARA INICIAR POR CONTA PRÓPRIA ESSE TIPO DE PEDIDO”
Voltemos ao Presidente Bukele de El Salvador.
“ SE VOCÊ NÃO DESTITUIR OS JUÍZES CORRUPTOS, VOCÊ NÃO CONSEGUE CONSERTAR O PAÍS. ELES FORMARÃO UM CARTEL – UMA DITADURA JUDICIAL – E BARRARÃO TODAS AS REFORMAS, PROTEGENDO O SISTEMA CORRUPTO QUE OS COLOCOU NO PODER “
Parabéns!!! Brilhante desabafo….
O PIOR É O POVO BRASILEIRO NÃO FAZER NADA.
LULA NA MÃO DO STF NÃO FALA NADA.
O PT SÓ PENSA NO LULA E NÃO NO PAÍS, TAMBÉM CALADO.
OS BANDIDOS DO CENTRÃO,NINGUÉM VAI INCRIMINAR ESTES BANDIDOS.
O FILME ESTÁ PRONTO, O SISTEMA MOSTRADO COMO FUNCIONA, O POVO FUDIDO E O BRASIL UM LIXO NÃO TENDO NINGUÉM PARA PARA ISSO, SÓ PRA CONDENAR OS PEQUENOS DO 08/01. VERGONHA DO BRASIL.
Pois bem. TUDO PELO DINHEIRO, PELO PODER, COMO SE NÃO HOUVESSE AMANHÃ. NO ENTANTO, O AMANHÃ SEMPRE VIRÁ E TRARÁ CONSIGO O PESO E A FATURA DAS NOSSAS ESCOLHAS E NOSSOS ATOS. NÃO HÁ ABSOLUTAMENTE NADA QUE POSSA REVERTER ISSO!
Os Ministros Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso foram à Itália procurar o banqueiro pra lá de controverso, o tal de Daniel Dantas, pois Suas Excelências queriam criar contas em Dubai para homiziar suas fortunas em um paraíso fiscal. Mesmo Daniel Dantas, sendo o que é, não topou a empreitada. Desesperados, Barroso e Moraes viram no Daniel Vorcaro, um banqueiro kamikaze, a pessoa ideal para esconder suas fortunas multimilionárias. Alguém teve a “ brilhante “ ideia de entregar ao Vorcaro fortuna multimilionária, no desespero para escondê-la usando um Contrato mambembe com data retroativa, onde os três milhões e seiscentos mil reais pagos pelo Banco Master fossem o meio de lavar parte da fortuna multimilionária do casal Moraes. O único trabalho registrado da advogada Viviane Barci de Moraes resultou em fracasso estrondoso. “Queixa-crime foi movida contra Vladimir Joelsas Timerman em outubro de 2024. Assinada por Viviane, a ação acusa o fundador e gestor da Esh Capital de calúnia e difamação. Vorcaro perdeu em primeira e em segunda instância”. Não consta que a advogada Viviane Barci de Moraes tenha ido à Receita Federal, COAFI, Banco Central ou quaisquer outras instituições consignadas no Contrato mambembe. Luís Roberto Barroso emudeceu, como emudecem os covardes, mas Alexandre de Moraes seguiu tocando o terror, na certeza que Vorcaro fosse UM CAIXA FORTE INEXPUGNÁVEL, mas o angu desandou, a festa acabou, Alexandre de Moraes sentiu o peso, o tranco, a chacoalhada, engoliu o choro e fabricou outro INQUÉRITO DO FIM DO MUNDO. Experimentado na arte cafajeste, é inocência achar que se o Banco Master do Vorcaro foi liquidado, Vorcaro financeiramente tenha ido à lona. Já tem prepostos do Vorcaro na imprensa tradicional, influenciadores que farejam dinheiro como um tubarão fareja sangue, tratando Vorcaro como um injustiçado, que o Banco Central liquidou o Master arbitrariamente, que Vorcaro não tem dinheiro para despesas básicas, que está implorando a amigos dinheiro emprestado. Isso só torna mais densa a cortina de fumaça. Fornido na bandidagem do mercado negro do dinheiro e contas secretas, é pueril achar que Vorcaro não tenha aportado muito dinheiro em paraísos fiscais discretos, criptomoedas, ouro, dólares, euros e outros ativos, assim como que ele não tenha GUARDADO PROVAS que expostas derrubariam mais da metade da República, ele guardasse essas provas apenas aqui no Brasil. Não tem sentido, não tem nexo, não dá liga. As provas arquivadas não estão na nuvem, por óbvio, mas em lugares nada convencionais em diversos endereços mundo afora. Com 42 anos de idade, mesmo se for preso, Vorcaro terá dinheiro, paciência e resiliência bandida para viver muito bem fora do Brasil. A teia do Vorcaro é seu seguro de vida, mas também garante toneladas de nitroglicerina que engomadinhos da Republiqueta Bananeira não pagarão para ver. O LULA vendo seus comparsas expostos, como sempre se protegerá, mas a calça está muito curta e mostra acima dos joelhos. É como Baile da Ilha Fiscal, ou profecia do Barão de Itararé. “ “Restaure-se a moralidade, ou locupletemo-nos todos”
Parabéns pelo texto! Deixa claro, até mesmo aos coniventes, não vivermos mais em um Estado Democrático de Direito.
Será que alguém tem alguma dúvida nessa altura do campeonato político brasileiro quem são esses caras que estão aí nos três poderes? Aí tem que ser no fuzil em todos eles
Em eleições limpas e transparentes, a arma que o povo empunha é o voto. Friso: eleições limpas e transparentes.
Eugênio Esber traça com seu artigo uma radiografia nítida da situação que o país chegou e ninguém tem a menor ideia de como será a saída deste holocausto jurídico que nos encontramos.
O Senado Federal que detém as ferramentas constitucionais para devolver luz na escuridão simplesmente ignora os fatos, pois a maioria dos congressistas tem processos na corte que são usados para silenciá-los. Na Cãmara dos Deputaods o cenário também é desaminador.
Faço coro com a leitora Tereza Guzzo para nós eleitores buscarmos novos caminhos via eleições deste ano, desde que respeitados a legislação e a apuração ser limpa e transparente. O sistema irá usar todos os meios, preferencialmente ilegais, já que para a esquerda tudo é permitido.
Caro Donizete: bem percebes, como a própria Teresa Guzzo, que o regime brasileiro só se sustenta pela imperdoável e omissiva cumplicidade do presidente do Congresso Nacional.
Eugênio Esber costura com seu texto preciso, o Frankstein jurídico em que se transformou o finado STF. As partes que compõem o monstro são todas crimes contra o direito, o povo é a Constituição. Enquanto isso, os freios e contrapesos senatoriais dormem em berço esplêndido, cobertos com emendas de relator e a garantia de uma vida mansa com esplendorosa aposentadoria. Para que cutucar o monstro e colocar em risco todas essas benesses, né?
“Frankenstein jurídico” é uma definição válida para esta criatura sinistra, José Pedro.
Toda a sociedade pagará muito caro o silêncio e a inação dos coniventes com essa gangue.
Já estamos pagando, Ana Cláudia. A única dúvida é se já chegamos ao fundo do poço (a meu ver, sim) ou se ainda será necessário descer mais alguns degraus até o despertar dos que dormem.
Sempre Eugênio Esber, um excelente artigo.Quando um ministro do STF terá que se explicar diante da sociedade brasileira?quando terá que responder mediante tanta corrupção, autoritarismo e tortura ?A realidade é mostrada toda a semana pela mídia independente. Na TV essa realidade fica evidente, mas parece que o roubo e descaso desses autores não são previstos mais nem na Constituição e muito menos em códigos penais.A justiça real não os atinge,estão impunes e continuam no poder.Acredito que em 2026,se tivermos eleições limpas, teremos uma oportunidade. Apenas isso, não vejo outra saída.
A única saída é mesmo esta, Teresa. O voto é a forma pacífica de se fazer uma revolução. Tocas num ponto essencial: o crédito que se possa dar ao processo eleitoral no Brasil.
O minúsculo e desprezível stf é pior que uma máfia! Trata-se de uma ORCRIM de altíssima letalidade, pois não foi apenas o Clezao que morreu na mão deles. Apesar desse episódio termos apenas um responsável com nome e sobrenome, os demais são todos coniventes com essas situações! Há várias outras “mortes” causadas por eles: presos, perseguidos e exilados políticos e seus familiares, além do sem número de aposentados e pensionistas roubados por outra gangue, tb com a anuência, inação e silêncio de togados vergonhosos a qualquer nação distinta!
Do ponto de vista moral, o STF se tornou, de fato, minúsculo, João. A inação da corte diante de abusos e ilegalidades de alguns de seus membros derrete a instituição como um todo, e certamente envergonha figuras ilustres que, no passado, construíram sua grandeza e que, para meu espanto, seguem mudas.
Inacreditável !
Se recuássemos no tempo, Antonio, e disséssemos a juristas da estirpe de um Sobral Pinto no que se transformaria a suprema corte brasileira, creio que ele dissesse, como fizeste agora, “Inacreditável!”
Texto brilhante repassarei a cota que tenho direito. Só encontro uma palavra: Máfia. Que vergonha um país ter uma Suprema Corte com esse nível. Lamentável.
Impressionantes as revelações dos artigos de Augusto Nunes, sem as quais seria difícil encontrá-las em outra fonte de informação.
Augusto é Augusto, Renato. Ler os textos deles, e vê-lo na tela, faz bem ao intelecto. Que mais brasileiros se somem ao público de OESTE.
Muito boa a materia
Obrigado, Roberto. Se entenderes pertinente, recomendo que divulgues OESTE para pessoas que ainda consomem informação pelo meio mais superficial – a TV aberta.