O desastre contábil dos Correios parece não ter data para acabar. Após assinar um contrato de empréstimo de R$ 12 bilhões com cinco bancos, garantido pelo governo federal, a estatal percebeu que precisará de ainda mais dinheiro para continuar operando. O presidente dos Correios, Emmanoel Rondon, já deixou claro que, sem uma injeção adicional de R$ 8 bilhões, a empresa não vai conseguir evitar o pior. A bola agora passa ao governo federal, que deverá encontrar esses recursos adicionais no lugar de sempre: o bolso dos pagadores de impostos.
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Os grevistas invisíveis
Em meio à confusão administrativa, os funcionários dos Correios decidiram proclamar uma greve no dia 16 de dezembro. Os sindicatos provavelmente apostavam no efeito caos que a paralisação iria provocar no período de maior movimento do ano, com a entrega dos presentes de Natal, para obter uma rápida aceitação de suas reivindicações salariais. Entretanto, o Brasil sequer noticiou a greve, que passou despercebida para a maioria da população. Com os grandes grupos de varejo já estruturados com uma distribuição própria, muito mais eficiente e capilar do que a dos Correios, a manobra fracassou e os sindicatos tiveram que recorrer ao Tribunal Superior do Trabalho (TST), que obrigou a estatal a atender aos pedidos. A greve foi encerrada no dia 31 de dezembro.

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O rombo final de 2025
O governo Lula terminou 2025 com a divulgação de mais um rombo maior do que o esperado. O Tesouro Nacional informou que, em novembro, foi registrado um déficit primário, ou seja, sem contar os juros sobre a dívida pública, superior a R$ 20 bilhões. Um valor muito superior às expectativas do mercado, que indicavam um vermelho de R$ 13,5 bilhões. O péssimo desempenho foi provocado pela queda real das receitas líquidas, que diminuíram 4,8% ante o mesmo mês de 2024, enquanto as despesas totais subiram outros 4% no mesmo período, já descontada a inflação.
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Voragem fiscal
Em termos nominais, ou seja, contando os juros sobre a dívida pública, as contas públicas brasileiras registraram um resultado negativo de mais de R$ 1 trilhão nos últimos 12 meses. Ou 8,13% do Produto Interno Bruto (PIB). Por sua vez, a dívida pública brasileira se aproxima a largos passos dos 80% do PIB, tornando o Brasil o país emergente mais endividado do mundo.

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Sem dinheiro, sem moratória
O governo de Mato Grosso decidiu acabar com os benefícios fiscais concedidos às empresas que respeitassem as regras da chamada “Moratória da Soja”, limitando a expansão de sua produção. A resposta foi imediata: algumas das maiores empresas de comércio de soja do mundo estão se preparando para sair do acordo. Não está ainda claro quais empresas decidiram romper com a moratória. Entretanto, grupos como ADM, Bunge e Cargill, com sede nos Estados Unidos, além da chinesa Cofco e da brasileira Amaggi, que são signatárias do pacto com instalações em Mato Grosso e que se beneficiaram dos incentivos fiscais estaduais, podem estar entre elas.
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A dívida pública atingirá em breve 80% do PIB! Como ficará a vida dos brasileiros depois da iminente quebradeira? Quanto tempo mais seremos governados por facínoras?
Os correios só existe para cabide de emprego e corrupção! Por isso Lula e seus asseclas mantém o câncer!