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Lula e Ministro Fernando Haddad | Foto: Ton Molina/Fotoarena/Estadão Conteúdo
Lula e Ministro Fernando Haddad | Foto: Ton Molina/Fotoarena/Estadão Conteúdo
Edição 295

Para onde querem nos levar? Não iremos

Com déficits fiscais desde o primeiro dia de mandato, Lula dobra a aposta em gastar sem se preocupar com o amanhã. Na política doméstica, vai contra o que a população quer. Na política externa, expõe o Brasil ao ridículo

Quanto a violência custa ao Brasil? Além das irrecuperáveis vidas perdidas de inocentes e policiais, o Instituto de Pesquisas Econômicas e Aplicadas (Ipea) fez a conta: R$ 1 trilhão ou 11% do PIB. Na soma que tem sido crescente, o que faz piorar o quadro, estão os gastos cada vez maiores com segurança pública, os gastos de empresas e pessoas com segurança privada e o quanto o país deixa de ganhar. O último item talvez seja o mais preocupante, porque sinaliza uma piora sem limites. Ainda como presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto dizia que as empresas veem a insegurança como um imposto a mais. Um exemplo é que, em locais onde os índices de violência são mais preocupantes, o preço do frete é 30% maior do que em outros com semelhante distância e logística. Quem paga a conta é o cidadão, neste caso sob a alcunha de consumidor.

Sob gente normal, políticos normais e em um ambiente normal, o problema seria atacado sem trégua até que atingisse níveis aceitáveis. Não no Brasil de Lula e do STF, onde um governador, a quem a Constituição garante o poder de polícia para combater a criminalidade, é atacado pelo presidente da República e sofre uma tentativa de ser desautorizado pela polícia política do Supremo Tribunal Federal. Foi exatamente isso o que aconteceu quando Lula chamou de “matança” a ação vitoriosa e bem-sucedida das Forças de Segurança da polícia fluminense nos Complexos da Penha e do Alemão contra o Comando Vermelho. Ou quando o ministro Alexandre de Moraes foi checar pessoalmente se o governador Cláudio Castro havia seguido as diretrizes da ADPF das Favelas, uma excrescência intervencionista que afronta a autonomia dos Estados na segurança pública e o pacto federativo garantido na Constituição. Já a decisão do Tribunal Superior Eleitoral de liberar para votação, logo no dia seguinte à operação, uma ação que pode cassar o mandato do governador, já inocentado no TRE, é só deslavada perseguição. A relatora do caso já votou pela cassação no TSE. O detalhe incômodo aos autocratas da Brasília do lulopetismo, em consórcio com o Supremo, é o povo que discorda dos intrometidos da capital federal. Apenas dentro das favelas e comunidades do Rio e da região metropolitana, quase 90% disseram aprovar as ações da polícia, segundo pesquisa AtlasIntel.

Enquanto o governo federal e o STF contestam operações policiais no Rio, a maioria da população nas comunidades apoia a ação contra o crime organizado | Foto: Aline Massuca/Reuters

E onde o déficit fiscal do país sob Lula e a irresponsabilidade da gestão petista entram na equação da violência do Rio de Janeiro e de todo o país? Na enorme diferença dos fatos e do que querem as pessoas em relação ao que defende o governo petista. Uma economia não cresce e não atrai investimentos em ambientes de violência pública, de insegurança jurídica e de gastos sem controle. Os brasileiros querem paz e liberdade para trabalhar sem ter de carregar o Estado pesado e ineficiente do governo Lula. Se já não bastasse o desvario fiscal, recorreram novamente ao mantra de que criminosos, que matam e sequestram moradores dentro de suas próprias casas, são “vítimas da sociedade”. Dias atrás, foi uma correria danada no Palácio do Planalto para tentar desdizer o que Lula dissera com clareza inegável, ao revelar sem pudores o seu pensamento sobre a criminalidade: “o traficante é vítima do usuário”. A declaração foi dada durante viagem ao exterior e antes da Operação Contenção da polícia fluminense. Mas como o presidente só explicitava o pensamento de sempre da esquerda, soou como um permanente tapa na cara de comunidades inteiras. As mesmas que vivem há tempos sitiadas e oprimidas com enorme violência pelos tribunais do crime das facções do tráfico. As reais vítimas, os moradores trabalhadores, foram esquecidas no discurso presidencial. O governo não correu para proteger essas pessoas, mas para evitar a repercussão ruim da imagem de Lula. Já era tarde.

Verdades incômodas e falácias

Um país onde o governo tenta impor na base da propaganda que a taxa de desemprego é a mais baixa da história e não leva em conta que 50 milhões de pessoas dependem do Bolsa Família não engana ninguém que se permita ver o que os próprios olhos lhe mostram. Nenhum economista com um mínimo de pudor lógico levaria a sério a estatística de quase pleno emprego com quase um quarto da população dependente de benefício assistencialista sem porta de saída. Nem o cidadão que sabe que está pagando essa conta e vê a economia real desabar e a violência lhe tirar o pouco que conquistou.

É crônico o problema de falta de mão de obra no país, independentemente do setor. Antes, era por causa da má formação educacional e profissional. Hoje, ainda mais grave. Muitos não querem ser registrados para não perderem o direito ao pagamento do benefício, que deveria ser emergencial até a recolocação do beneficiado no mercado de trabalho. Qualquer salário é muito mais alto que o valor recebido do governo. Críticos da reforma trabalhista, gente com cabeça no século passado, adoram propalar que a reforma precarizou as relações de trabalho. Com a ampliação das regras legais para contratação de mão de obra, que empresário correria o risco de aceitar um trabalhador informal, como sugerem os beneficiários do Bolsa Família? Precarização da vida, não apenas do trabalho, é viver sob a tutela e dependência do governo quando o mercado abre vagas, a maioria regida por CLT com todos os direitos garantidos, que não são preenchidas porque concorrem com o assistencialismo. Até quando perderemos tempo com debates inócuos ou falácias que se afastam da solução porque ignoram o problema real? O governo Lula, distante do Brasil de verdade, dobra a aposta: mais gasto para financiar mais assistencialismo ineficiente e parte do País se limita a reclamar nos fóruns privados de economia, quando deveria aumentar a pressão política sobre o governo federal, o Congresso e, sim, os políticos que também são ministros do Supremo, os que garantem Lula no poder. Até quando essa gente será leniente com o populismo que condena toda a população ao atraso?

bolsa família

A escassez de mão de obra no Brasil reflete menos a falta de qualificação e mais a dependência criada pelo assistencialismo, que desestimula o trabalho formal e perpetua o atraso econômico | Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

E aí chegamos novamente ao drama fiscal brasileiro, crescente e sem limites pelo desprezo de Lula a um país ainda de jovens. Despesa governamental feita fora do orçamento hoje, ou seja, gastando mais do que arrecada, será paga no futuro. E o futuro não costuma ser de octogenários como Lula, mas de jovens. Segundo o Instituto Fiscal Independente, órgão do Senado Federal, só nos três primeiros anos de governo serão R$ 324 bilhões de gastos fora das regras fiscais que o próprio governo se deu, ao criar o Arcabouço de 2023, mas não cumpre. A narrativa preferida da esquerda mundial é que mais gasto público gera desenvolvimento econômico. No fim do mandato, costuma entregar endividamento e recessão econômica. Aqui, abro breves parênteses. A eleição para prefeito de Nova York do socialista muçulmano Zohran Mamdani, um radical de esquerda com políticas populistas, tem sido creditada à maior participação de jovens na eleição. Frequente no Tik Tok, Mamdani saiu do quase anonimato a influencer com milhões de seguidores e se elegeu prefeito da mais poderosa cidade do mundo. Prometeu mundos e fundos. Mas nada do que ele acredita seria capaz de construir a Nova York de hoje, feita sob valores ocidentais, capitalismo, livre mercado, liberdades plenas e a inabalável crença americana no talento e na meritocracia que atraiu o mundo para lá. O apelo de moradias mais acessíveis e pautas pretensamente sociais é sedutor. Mas o que de verdadeiramente aplicável existe nessas propostas?

Doze anos atrás, o também democrata Bill de Blasio foi eleito prefeito prometendo combater as desigualdades econômicas e sociais de Nova York. Era a esperança da esquerda americana numa “nova forma de gestão” com poder de influenciar o mundo. Deu errado. Oito anos mais tarde, saiu extremamente impopular, sobrevivendo politicamente apenas pelo antagonismo do bipartidarismo americano. Resultados efetivos? Quase nenhum. Por que daria certo agora? Jovens têm a pretensão de achar que o mundo não existiu antes deles. Ignoram a história, os feitos e os malfeitos. Alguns eram bebês no 11 de setembro ou não se interessam por política, que requer estudo, dá trabalho. Contaminados que são com as narrativas das redes sociais, que lhes injetam uma bomba virtual de dopamina, caem na falácia da vida perfeita, onde tudo é possível, prometida por populistas em posts de segundos cheios de efeitos visuais e sonoros. Só que o mundo que construiu Nova York no passado levou tempo. Foram engenheiros, construtores, empreendedores, economistas, mecânicos, padeiros, cozinheiros, motoristas e todo tipo de profissional que, depois de muito trabalho, transformaram o bruto em algo refinado: o mais bem acabado exemplo de uma cidade de classe mundial e símbolo da diversidade, Nova York. Trabalhadores constroem, influenciadores só influenciam. Para o quê?

Uma economia não cresce e não atrai investimentos em ambientes de violência pública, de insegurança jurídica e de gastos sem controle. Os brasileiros querem paz e liberdade para trabalhar sem ter de carregar o Estado pesado e ineficiente do governo Lula.

Voltando ao caso brasileiro, é de soluções práticas e efetivas que precisamos. Lula, o eterno influencer de sindicato, continua prometendo “justiça social”, mas a vida brasileira não melhora enquanto a economia retrocede nos avanços de reformas constitucionais e de segurança jurídica conquistadas pelos governos Temer e Bolsonaro. Nos últimos 12 meses até setembro, adicionou mais de R$ 1 trilhão à dívida bruta, o que inclui Estados e municípios. Só na gestão federal, acumula déficits fiscais desde o primeiro dia de governo. Em nove meses deste ano, o saldo negativo é de R$ 100 bilhões. Quando assumiu, já havia negociado a PEC da Gastança em plena transição, o que lhe permitiu um gasto extra de R$ 145 bilhões mais R$ 23 bilhões em gastos fora da regra fiscal. Não tinha como dar certo. Terminou 2023 com um déficit de R$ 230 bilhões. Em 2024, mais R$ 43 bilhões e outros R$ 73 bilhões de rombo previstos para este ano de 2025. No ano que vem, ano eleitoral, imagina como será? Do ponto de vista da responsabilidade com o dinheiro do pagador de impostos, é uma ofensa a quem trabalha. Ao nos lembrarmos que herdou um superávit de R$ 54 bilhões do governo Bolsonaro, ainda pior.

Na administração pública, coleciona um ministério pífio de 38 cabeças que não consegue gerar caminhos para o crescimento econômico sustentável. Fernando Haddad, prometido sucessor de Lula em tudo, é o expoente do governo. Incapaz de trazer boas ideias, vive de culpar os outros e o passado. No presente, é só um assessor de Lula que cumpre à risca a política de aumento de impostos. Por 25 vezes, aumentou ou criou novas taxas para tentar pagar a dívida explosiva que o governo federal gesta com fé inabalável no “gasto é vida” de Dilma Rousseff. Uma comparação com a “mulher sapiens” que saúda a mandioca não deve ser abonadora para quem almeja disputar uma eleição. Se bem que o ministro já ganhou seu próprio apelido jocoso: “Taxad”.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (à esq), e o presidente Lula (à dir), durante evento do lançamento do Plano Safra 2025, no Palácio do Planalto - 1/7/2025 | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Com um ministério inchado e sem direção, o governo Lula repete velhos erros, enquanto Haddad — apelidado de “Taxad” — aposta no aumento de impostos como única estratégia econômica | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Com estatais sob forte influência política do Planalto, a tragédia dos Correios é a mais evidente. Depois de ser presidido por um integrante do grupo Prerrogativas, uma agremiação de advogados e pretensos juristas que fazem contorcionismo jurídico para justificar os abusos e arbitrariedades do STF e de Lula, o plano de socorro da estatal é estimado em R$ 20 bilhões, com garantia do Tesouro Nacional. É a segunda vez que o PT quebra os Correios. Até a Fazenda quer tirar o corpo fora.

Na seara internacional, nada de bom avança. Depois de afrontar a história da diplomacia brasileira, ancorada pela tradição de equilíbrio, equidistância e defesa de valores ocidentais, Lula deu um cavalo de pau no Itamaraty ao se aproximar de ditaduras e ser leniente com grupos terroristas que subvertem o islamismo. Nem a propalada conversa com Donald Trump trouxe alívio ao tarifaço imposto ao Brasil. Os 40 pontos percentuais a mais vieram justamente pelas desastradas declarações do presidente brasileiro. Vendida como uma conversa proveitosa pela comunicação do Palácio do Planalto, não se viu ainda nenhum recuo do governo norte-americano. Nada de anúncio de mais alguma exceção na lista de exportações brasileiras ou mesmo suspensão temporária das tarifas, como a Casa Branca concedeu até para os chineses. Sem a competência e o pragmatismo necessários para defender os exportadores brasileiros, Lula gasta o tempo e o dinheiro dos pagadores de impostos na COP30, a conferência do clima em Belém, no Pará. Poderia ter se hospedado em um navio da Marinha, mas preferiu alugar um iate de luxo, o Iana 3, de três andares, suítes, sala de jantar, bar, cozinha e áreas de lazer. O custo oficial não foi divulgado, mas o aluguel de 12 dias deve superar meio milhão de reais, se comparado ao de embarcações semelhantes. A imagem de Janja, a primeira-dama do deslumbre, dançando no deck do navio, é a cena mais grotesca da tal “esquerda festiva”.

Com custo que supera R$ 1 bilhão e envolta em denúncias de superfaturamento, gastos exorbitantes e irregularidades nos gastos públicos, a COP30 pode entregar muito pouco. Recentemente, foi desautorizada por Bill Gates no que pretendia, no habitual terrorismo climático promovido durante essas conferências. Em carta aberta, o bilionário do Vale do Silício, antes um aliado dos ambientalistas radicais, refutou o aumento da temperatura como a métrica mais adequada para avaliar nossa relação com o clima e o alarmismo das mudanças climáticas. Disse ainda que saúde e prosperidade econômica são as nossas melhores defesas. É uma pá de cal na tese preferida dos ambientalistas que querem parar o mundo e extirpar a civilização humana para “salvar” o planeta. Em versão aconselhadora, é uma releitura do “É a economia, estúpido”, o que ajuda as pessoas a viverem melhor. A mesma que, se fosse levada a sério pelo governo Lula, evitaria o aumento de 61% de recuperações judiciais de empresas em 2024, depois de já terem subido quase 70% no ano anterior, 2023, o primeiro de Lula. Segundo a Serasa Experian, há risco de recorde de novas recuperações judiciais agora em 2025. Não por acaso, o endividamento das famílias já atinge 30%. Vão culpar a taxa de juros do Banco Central. Mas a taxa Selic, mantida em 15% pelo Comitê de Política Monetária, é só um remédio para um mal maior: o descontrole de gastos do governo federal que, no fim de todo dia, encarece o crédito às empresas e pessoas físicas.

A realização da COP30 em Belém, no Pará, tem sido um dos principais 'investimentos' do governo Lula | Foto: Ricardo Stuckert/PR
Com custos bilionários e denúncias de superfaturamento, a COP30 expõe o contraste entre o alarmismo climático e a crise fiscal e empresarial do Brasil sob o governo Lula | Foto: Shutterstock

Fato é que os brasileiros que empreendem, trabalham e produzem querem menos gasto público porque querem menos impostos, mais segurança, menos intervenção do Estado e todas as liberdades constitucionais. Querem o Brasil de volta. Tem uma eleição no ano que vem para demonstrarem isso. De certa forma, já o fizeram nas eleições municipais quando Lula nacionalizou a disputa e a esquerda foi derrotada. É preciso insistir.

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5 comentários
  1. Sandra A. Hipolito
    Sandra A. Hipolito

    A FARIA LIMA DE HOJE são os PENSADORES, OS CAZUZAS.. ROBERTO CAMPOS , CHICO ANISIO..ACORDARAM MAIS PARECE QUE A FARIA LIMA vai precisar de 18 ou 36 anos em especial os que não tem filhos , nem parceiras só esposas consumidoras.
    NÃO SEI SE TEREMOS ESSE TEMPO , MAIS VEJO MUITOS JOVENS INTELIGENTES BP, NA POLITICA ( risco de se contaminarem com poder) mais muitos acordaram e isso nos faz acreditar que agora vamos se não acabar ( muita pretensão) reduzir essa ambição, que matam tantos jovens classe média, alta , como os da quebrada.

  2. Sandra A. Hipolito
    Sandra A. Hipolito

    O PROJETO COMEÇADO EM 1932 E REFORÇADO SOCIALISMO E POR FINAL COMUNISMO , precisaria de alguém poderia ser governado pelas cabeças dos comunistas no mundo e no BRASIL ROBERTO CAMPOS, CHICO ANISIO , BORIS que só acordavam na vida adulta 18 anos , 36 anos encontram LULA E 1980 ESTA PRONTO ( AMBICAO E PODER) E A PROPOSTA DE CONHECER OS “POBRES SE OFERECER QQR VALOR ACEITAM” , MAIS A TAL CLASSE MEDIA SERIA PROBLEMA pediu tempo e até ganhar o poder/ presidencia ou em 2030 parece que era a meta do MUNDO DO FORUM DE SAO PAULO ENFIM DE TODOS.

  3. Sandra A. Hipolito
    Sandra A. Hipolito

    É Piotto concordo com você, mais em uma questão discordo A FALTA DE MÃO DE OBRA E A POPULACAO NAO QUER PERDER O BOLSA FAMÍLIA reforçada com discurso do governo de inclusão social e , manter status. Muitos receberam na década 60 apto do PROGRAMA BNH da SANDRA CAVALCANTE, muitos foram morar MEIER, CASCADURA ATE BELFOROXO, mais outros não queriam sair da zona sul, até com fogo na favela Pinto, Patroas que também não queriam empregados longe, reforçou a comunidade vertical Botafogo, Leblon e Gavea. Outros transformaram casas conseguidas BNH em casa” veraneio” outros em renda extra. Tudo que foi feito não surtiu efeito e o PT E OS CUMPANHEIROS REFORÇAVAM, COLOCAR ESCOLAS, BANCO, ACADEMIAS..E OS COLEGAS ERAM DE RECURSOS MELHORES E FILHOS DE PORTEIROS E DA COMUNIDADE ERA CHOQUE SOCIAL E AUMENTOU COM OS CHAMADOS PLAY BOY ZONA SUL E FILHOS ÚNICOS CARENTES, QUE VIA JOVENS BRINCANDO E LEVAVAM PRA CASA E OS RISCO ROUBO ( não apenas queriam o que não tinham e a TV mostrava) , mães começaram e os próprios jovens ou construíam associações ou O.N.G . Pra que sair da cobertura não fosse visto como preconceito. O Pensador, Cazuza..HOJE ELES SÓ querem celular pra cervejinha .BOLSA FAMÍLIA, PÉ DE MEIA, VALE GAS , VALE LUZ OU GRATIS, não dá pra mães fazer unhas postiças, cabelos postiços e a ascensão social das filhas com jogador, traficantes, influencer ou.. E no interior PROSTITUICAO.

  4. Antonio Carlos Neves
    Antonio Carlos Neves

    Pois é Piotto, tudo isso poderia não ter acontecido se a descondenação de Lula, conforme nos informou a ex ministra do STJ Eliana Calmon naquela entrevista da ARENA OESTE que você comandou, não tivesse ocorrido unicamente porque segundo ela Bolsonaro precisava ser eliminado porque desejava que a SUPREMA CORTE fosse somente uma CORTE CONSTITUCIONAL. Diante disso e como ex tucano, creio que o grande arquiteto de tudo isso foram os TUCANOS sob o comando de FHC & CIA. que fizeram o “L” e estão destruindo o pais.
    Piotto, busque entender como foram feitas as invasões do sigilo dos procuradores e juiz da LAVA JATO, por um haker conhecido de Manoela Dávila politica do PCdoB e “amiga” do ex ministro da Justiça Jose Eduardo Martins Cardozo, que geraram juntamente com a mudança do CEP e a mudança da jurisdição que tornava a prisão após condenação em segunda instância. No CONSULTOR JURIDICO DE 26/06/2019 encontramos informações sobre ela como intermediária entre Glenn Grennwald e o hacker.
    Que pais é este que essa intermediária por invasão se sigilo de membros do poder judiciário de primeira instância, nada sofre, e a parlamentar Carla Zambelli é condenada a prisão por 10 anos por ter tido contato com haker que invadiu o poder judiciário?.
    Aos 80 anos e ex tucano, tendo lido os diários da presidência de FHC por admirá-lo, não entendo porque FHC e tucanos decadentes tem tanto ódio a bolsonaristas, que hoje são a maioria de ex tucanos.

  5. Lucy Pimenta de Lima
    Lucy Pimenta de Lima

    A gente adora a Deus, ama as pessoas e gosta ou gosta muito de coisas, de animais, de ideias, de acontecimentos…

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